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terça-feira, 20 de março de 2012

Frota de jatos executivos Gulfstream G150 atinge a marca de 100 mil horas de voo



O jato executivo de cabine alta G150 da Gulfstream Aerospace atingiu recentemente dois importantes marcos: a frota ultrapassou 100.000 horas de vôo e o 100° jato G150 saiu da fase inicial da linha de produção, quase seis anos e meio após a oficial entrada em serviço da aeronave.
“Com um maior alcance e velocidade, um avançado sistema aviônico e uma cabine mais confortável, o G150 é o melhor na sua categoria de aeronaves de cabine de médio porte”, disse Stan Dixon, vice-presidente de programas de cabines médias da Gulfstream. “Tem uma taxa de confiabilidade operacional de 99,88 por cento e uma taxa de disponibilidade de 92,59 por cento.”
Quando o G150 entrou em serviço em 2006, era o primeiro jato executivo Gulfstream a ser certificado pela Federal Aviation Administration para o Estágio 4, o mais rigoroso padrão de ruído da indústria. Todas as aeronaves da produção atual da Gulfstream estão compatíveis com o Estágio 4. O G150 também está certificado para atender os íngremes critérios de aproximação de pouso no Aeroporto London City.
Com 95 aeronaves em serviço, a frota voou mais de 100.000 horas de vôo e atingiu mais de 72.000 desembarques. Além disso, a aeronave está certificada em 11 países e realizou 11 recordes de velocidade entre cidades, mais recentemente, de Gander, no Canadá, para Genebra, na Suíça, em cinco horas e sete minutos.
Alimentado por dois eficientes motores Honeywell TFE731-40AR, o G150 tem um alcance de 3.000 milhas náuticas (5,556 km).


Fonte: Cavok Brasil.
Photo by: Gulfstream.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Diretriz de emergência nos 737NG


A FAA publicou uma Airworthiness Directive (AD) de emergência, alertando aos operadores de 737NG a inspecionar os mecanismos de controle dos profundores após "vibrações severas" em um 737-800 da Ryanair que fez um pouso de emergência em Bruxelas, no início de março.

A agência indicou que as empresas devem "detectar e corrigir" a falha imediatamente, causada por "falhas nos pontos de encaixe do profundor" do -800 da Ryanair. "Essa condição, se não corrigida, pode resultar na perda de controle da aeronave e de sua integridade estrutural.", completou a FAA.
 

Fonte: JetSite.
Photo by: Google Image.

American Airlines multada em US$ 300.000


A American Airlines foi multada em US$ 300.000 pela FAA, por três violações na manutenção de aeronaves.

Em Abril de 2008, mecanicos da companhia não trocaram um computador central de voo de um MD80, fazendo com que a aeronave voasse por mais dez trechos até a substituição. Durante esse tempo, as tripulações acreditaram que a aeronave estava em perfeito estado.

Alem disso, a companhia falhou em cumprir as os requisitos de uma diretiva de aeronavegabilidade em quatro de seus 757.

A American não comentou a decisão da FAA.


Fonte: Blog Flightlife.
Photo by: kotv.images.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

EUA suspendem voos para o Haiti. Motivo: Aeroporto saturado



Voos com equipes de resgate e ajuda humanitária dos Estados Unidos para o Haiti foram interrompidos nesta quinta-feira, devido à lotação do aeroporto de Porto Príncipe, informaram autoridades do governo dos EUA. 

A Administração Federal de Aviação (FAA, na sigla em inglês) determinou que todos os voos programados para sair dos EUA para o Haiti permaneçam no solo, para prevenir que os aviões fiquem possivelmente sem combustível. 

Em determinado momento, 11 aviões estavam sobrevoando o país sem previsão para aterrissar.

Autoridades haitianas estão administrando as operações de tráfego aéreo no país, que receberá voos de ajuda militar e civil dos EUA devido ao terremoto de terça-feira.

Aviões militares levando geradores, purificadores de água e remédios estão recebendo prioridade para pousar. A FAA ativou um centro de gerenciamento de crise para coordenar o tráfego aéreo dos EUA para o Haiti.

Autoridades norte-americanas disseram que o aeroporto de Porto Príncipe estava saturado e que as operações de solo estavam sobrecarregadas.

Os serviços de voo comercial foram suspensos, mas as empresas estão ajudando com voos de ajuda humanitária.
 
Fonte: O Globo.
Photo by: www.nato.int.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

FAA: A presença de gelo pode provocar danos graves


A partir 30 de janeiro de 2010, todas as aeronaves contaminados com geada nas asas, bem como na estabilização e superfícies de controle será proibida de decolar, de acordo com a regra da FAA publicada hoje.

A agência fez recomendações para os operadores cumprirem a regra:

* Cobrir a asa para evitar acúmulo de gelo, que é o método mais barato;

* Esperar para derreter o gelo;

* Manutenção de aeronaves em um hangar aquecido, ou descongelar a superfície da asa.


Estas mudanças vão afetar 57 operadores e 188 aeronaves.

Prevendo que os operadores teriam escolhido cobrir as asas, a FAA estima que o custo no período 2009-2018 seja na ordem de $ 164.000.


A presença de gelo pode provocar danos graves, problemas aerodinâmicos, incluindo 30% ou mais de redução no elevador da asa, aumento significativo no arraste e vários graus no ataque para a elevação máxima, observa FAA.

Tradução: Google Tradutor.
Fonte: Aviation Week.
Photo by: Juha Portti.

FAA ignora os avisos de segurança do 777


Mais de 130 aviões Boeing cujos motores enfrentam o risco de formação de gelo em condições raras podem continuar voando longos vôos intercontinentais até início de 2011, a Federal Aviation Administration anunciou na semana passada em um movimento que rejeitou as advertências dos especialistas em segurança e pilotos.

Duas partes suspeitas no motor Rolls-Royce usado pelo 777, serão substituídos em 2011. Os reguladores federais disse que as medidas provisórias de segurança para os aviões foram suficientes para evitar acidentes, como cortes de motor pleno ar ou descidas de emergência, de acordo com um relatório publicado pelo Wall Street Journal de hoje.

O National Transportation Safety Board já havia avisado a FAA para acelerar a substituição de peças em pelo menos um dos motores de cada avião. A Air Line Pilots Association separadamente aconselhou uma ação mais rápida.

Limitada disponibilidade de peças é uma razão para o novo prazo, informaram fontes da indústria ao jornal.

Segundo o relatório, o gelo induzido desligamentos são raros - apenas três incidentes notificados ao longo de milhões de vôos. Um desses casos ocorreu quando um vôo da British Airways pousou antes da pista no aeroporto de Heathrow, em Londres, em Janeiro de 2008, ferindo 13 pessoas.

As medidas provisórias são todas de segurança operacional, os pilotos deve tomar certas precauções para evitar o acúmulo de gelo, que pode ocorrer durante os períodos de voos em cruzeiro de longas altitudes sobre as regiões polares.

A Boeing e a Rolls-Royce disseram que estão estudando o problema de gelo. A American Airlines, que usa o Boeing 777, disse que vai tentar concluir a substituição o mais rápido possível.

Fonte: cbsnews.com
Photo by: Ken Iwelumo - Global Aviation Images/ Ronald J Stella/ Yu PAN/Michael Catchpole - London Aviation.

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Troca de software em jatos da Embraer


A Administração da Aviação Federal (FAA, na sigla em inglês), o órgão que regulamenta a aviação nos Estados Unidos, determinou a substituição de um software de controle eletrônico de motor considerado suspeito em mais de 250 jatos regionais da companhia brasileira Embraer.

Anunciada na segunda-feira (23), a decisão expande uma diretriz de segurança de julho de 2008 que se seguiu a incidentes ocorridos em voos. Na época, motores da General Electric em seis aviões Embraer 170 perderam propulsão ou passaram a não responder aos comandos dos pilotos.

A assessoria de imprensa da Embraer afirmou ao G1 que, em novembro de 2008, a companhia começou a fazer a atualização do software dos motores e, desde então, não teve mais relatos de problemas. A empresa afirmou ainda que, atualmente, cerca de 80% da frota desse modelo já contam com essa atualização.

O problema apareceu quando a GE tentava corrigir uma falha anterior no software, que afetava válvulas de controle do fluxo de combustível para os motores. Os incidentes levaram a inspeções e a diversos estudos de segurança, feitos pela GE, pela Embraer e por órgãos reguladores em todo o mundo.

Há oito meses, a GE disse que os problemas no motor do Embraer 170 não tinham voltado a aparecer desde o verão (no hemisfério norte) de 2008. A GE e a empresa brasileira voluntariamente instruíram as companhias aéreas a instalarem um conserto permanente.

Até o segundo semestre deste ano, a GE disse que mais de 80% dos aviões que foram alvo dos mandados federais e dos boletins de segurança da fabricante haviam sido consertados.


No entanto, desde então a FAA já registrou outros 20 incidentes semelhantes de perda do controle do motor que afetaram jatos da Embraer, de acordo com o documento de segurança atualizado da agência.

O software de controle de motor revisado deve ser instalado dentro de 600 horas de tempo de voo após a regra mais recente entrar em vigor, no fim de dezembro.

Fonte: Globo.com
Photo by: Embraer.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

A330 é certificado para ETOPS "além de 180 minutos"


A Agência Européia de Segurança em Aviação (EASA) certificou todos os modelos Airbus A330 com o Certificado de Operações de Voo Estendido para Aeronaves de dois motores (ETOPS) “além de 180 minutos”.

Essa autorização torna as aeronaves da Família A330 as primeiras a receberem esse tipo de certificação, tanto da EASA quanto da FAA (Agência Americana da Aviação). O novo recurso estará disponível de acordo com a escolha do cliente e poderá estender a distância de desvio em até 1.700 milhas náuticas.

Essa distância corresponde ao tempo máximo de desvio proporcionado pelo ETOPS ao modelo A330, que é de aproximadamente 240 minutos (em uma velocidade abaixo das condições padrão com um motor inoperante).


As operadoras de aviões de dois motores que optarem por esse recurso agora poderão voar para novas rotas que atualmente não operam dentro das regras do ETOPS.

Para as aeronaves A330, exemplos de novas rotas incluem a porção sul do Oceano Atlântico e as áreas centrais e sul do Oceano Pacífico, além da parte central do Oceano Índico.

As empresas que já operam voos nessas rotas serão beneficiadas com a nova regulamentação, já que passam a poder voar de forma mais direta e eco-eficiente.

Estimativas demonstram um potencial de economia de combustível de até 10% para algumas das rotas de longo percurso (com conseqüente redução da emissão de CO2).


A recente liberação da extensão do ETOPS para aproximadamente 1.700 milhas náuticas e 240 minutos foi possível, em parte, devido à comprovada confiabilidade e robustez dos sistemas da aeronave e seus motores, conforme demonstrado nas mais de 14 milhões de horas em 3.500 milhões de voos realizados.

A ETOPS é uma regra da Organização Internacional de Aviação Civil (International Civil Aviation Organization - ICAO) que permite que as operadoras de aeronaves de dois motores voem em rotas com um limite máximo de horas do aeroporto mais próximo.

Desde 1995, os modelos A330 da Airbus têm recebido aprovação da EASA e da FAA para voarem com ETOPS de até 180 minutos e, com isso, acumularam mais de cinco milhões de horas de voo em mais de 800 mil voos ETOPS.


Fonte: Aviação Brasil
Photo by: Airbus

sábado, 14 de novembro de 2009

Testes de alcoolemia pega 11 pilotos por ano


Cerca de 12 pilotos comerciais dos EUA, ou seja, uma média de 1 por mês é reprovado em teste de álcool antes de efetuar algum voo, de acordo com os reguladores da aviação federal que estão investigando o incidente mais recente, em Londres esta semana. A agência proíbe de voar com mais de 0,04% de álcool no sangue.

A FAA tem mais de 10.000 testes de álcool, disse o porta-voz de Laura Brown.

De todos os testes, 13 pilotos testaram positivo no ano passado. Há cerca de 100.000 pilotos comerciais, os EUA


A agência está analisando o caso do Capitão Erwin Washington, 51 anos da United Airlines, que foi detido segunda-feira no aeroporto de Heathrow, em Londres, sob suspeita de estar embriagado no trabalho.

Ele foi preso depois que os membros de sua tripulação informaram a polícia britânica e a companhia aérea.


O governo britânico é mais duro e proíbe de voar com mais de 0,02%, ou aproximadamente o equivalente de uma cerveja para um homem médio.

Nenhuma companhia aérea dos EUA teve um acidente por causa de um piloto embriagado, segundo a National Transportation Safety Board.

Fonte: USA Today.
Photo by:

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

FAA concede 100% de aprovação à aviação brasileira


A FAA, órgão regulador da aviação civil nos Estados Unidos, concedeu 100% de aprovação à aviação brasileira, sem que fosse levantada nenhuma recomendação ou não conformidade nos processos regulatórios e de fiscalização destas áreas.

Na prática, isso significa a manutenção do Brasil na Categoria 1 dos países que mantém tráfego aéreo com os Estados Unidos, habilitando as empresas brasileiras a voarem para o país sem restrição da FAA.

Atualmente, a Tam é a única empresa brasileira com voos regulares para os Estados Unidos, num total de 53 por semana. Quatro companhias norte-americanas (American Airlines, Continental, Delta e United Airlines) realizam mais 96 voos semanais entre os dois países.

Outras companhias brasileiras também podem solicitar à Anac autorização de voos para os Estados Unidos, de acordo com suas estratégias comerciais.


Essa é a segunda auditoria da FAA no Brasil, como parte do programa "International Aviation Safety Assessments" (Iasa, que pode ser traduzido por Avaliação de Segurança Operacional da Aviação Internacional). A primeira ocorreu na época do Departamento de Aviação Civil (Dac), antes da criação da Anac.

Na auditoria são avaliados todos os procedimentos adotados pela Anac com respeito à Aeronavegabilidade, Segurança Operacional e Habilitação.

O foco está na habilidade do país – e não de cada companhia aérea – em aderir aos padrões internacionais e às melhores práticas nas operações aéreas e de manutenção, seguindo as orientações da Organização da Aviação Civil Internacional (Oaci).


Fonte: Mercado & Eventos.

sábado, 17 de outubro de 2009

Investigação de aviões da AA pode ser ampliada


A American Airlines operou aviões que foram considerados posteriormente com reparos abaixo do padrão, e reguladores federais estão investigando acusações de que ao menos uma aeronave era considerada insegura para voar na altitude normal, disse o jornal Wall Street Journal neste sábado.

O jornal, citando pessoas próximas à questão, disse que as recentes ações da Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA, na sigla em inglês) indicam que a agência está expandindo sua investigação sobre possíveis problemas estruturais em alguns jatos MD-80 da American, de acordo com o jornal.

Inspetores da FAA estão averiguando alegações feitas por pilotos de que um dos jatos MD-80 estaria em condições tão precárias que teria sido transportado sem passageiros de Dallas para Tulsa, base de manutenção em Oklahoma, em altitude irregularmente baixa para evitar a pressurização da fuselagem durante a viagem, informou o jornal.

Descobertas preliminares da FAA identificaram que 16 jatos MD-80 da American Airlines operaram por meses apesar de reparos supostamente abaixo do padrão.

Investigadores da agência estão avaliando se outras aeronaves MD-80 também podem ter sido transportadas em altitudes baixas e sem passageiros para reparos, acrescentou o Wall Street Journal.

Pessoas familiarizadas com a situação disseram que a companhia aérea potencialmente enfrenta milhões de dólares em multas civis decorrentes da ampla investigação, e a FAA também considera a política incomum de adotar medidas de punição individuais contra mecânicos ou supervisores, que possam ter compactuado com a manutenção abaixo do padrão.

Uma porta-voz da FAA disse que não comentaria detalhes da história. "Há uma investigação e seria prematuro falar sobre quaisquer resultados disso", afirmou Laura Brown, porta-voz da FAA.

O porta-voz da American Airlines não estava imediatamente disponível para comentar o assunto.

Fonte: O Globo.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Diretiva da FAA


A FAA propõe que os operadores de Boeing 737-300, 400 e 500 comecem a realizar inspeções externas na fuselagem para verificar evidências de trincas a cada 500 vôos.

A proposta de diretiva de aeronavegabilidade (AD), vai ser publicada hoje, e é o resultado de uma pequena, mas perigosa, ruptura na fuselagem em pleno voo e uma despressurização de um Boeing 737-300 da Southwest Airlines , em julho.

Fonte: flightglobal.com

FAA de olho !!!


A FAA quer que os operadores dos Airbus A310 e Bombardier CRJ100/200 desenvolvam programas específicos de treinamento para auxiliar mecânicos e pilotos na verificação do travamento correto das carenagens dos 'fans' dos motores antes do vôo.

Já aconteceram diversos incidentes de separação das carenagens em pleno vôo com os dois modelos de aeronaves.

Desde 1992 foram 15 casos envolvendo jatos Airbus e outros 33 com os regionais CRJ100/200 da Bombardier.

Mesmo após o envio pela FAA das AD ( Diretivas de Aeronavegabilidade ) e boletins de serviço aos operadores dos dois modelos o órgão constatou "que as separações das carenagens continuam a ocorrer".


Fonte: JetSite.

domingo, 6 de setembro de 2009

FAA censura publicamente a Southwest Airlines


A Southwest Airlines recebeu uma reprimenda da FAA, sexta-feira, dia 4 de setembro, por não haver cumprido o prazo estipulado para a subtituição das peças e componentes, não homologados, e em uso em 39 de seus Boeing 737-300s/500s.

A companhia aérea deverá completar as substituições até 24 de dezembro. Apesar disso tanto a Boeing como a FAA informaram que a questão não afeta a segurança de voo, no momento.


Os 10 dias de graça, originalmente concedidos à Southwest, para que pudesse continuar a operar os aviões , expirou em 1º de setembro; contudo a companhia aérea alegou que descobriu mais aeronaves utilizando peças não homologadas, o que teria tornado impossível o cumprimento do prazo.

A empresa contrada para o serviço, no caso a LCC, já efetuou as substituições em 43 aviões. A FAA informou que permitirá que a companhia aérea opere os aviões remanescentes, desde que sejam inspecionados cada sete dias, até a realização das substituições exigidas.

A Southwest espera não ser necessária a retirada de serviço, de nenhuma aeronave e prevê que os passageros não sofrerão quaisquer impactos em seus planos de voo.


A companhia aérea deve localizar e substituir todas as peças não homologadas, fabricadas pela Future Lab, empresa esta que foi subcontratada para fabricar os componentes, pela D-Velco Aviation. A Future Lab tem aprovação FAA, mas não licença para comercializar diretamente, os produtos em questão.

A FAA comunicou que iniciou uma investigação sobre a ocorrência. Um porta-voz afirmou que não faria especulações sobre a possibilidade de emissão de multas contra as empresas envolvidas nas irregularidades.

´´ Desejamos assegurar aos nossos clientes que esta situação não significa que estejamos usando peças inseguras em nossos aviões.´´ afirmou o vice-presidente executivo da Southwest, Mike Van de Ven.

´´ Nosso fornecedor aprovado, subcontratou uma segunda empresa para a fabricação das peças, sem a aprovação, por escrito, da FAA e como resultado, as peças e componentes são consideradas não homologadas e devem ser substituidas, não importa sua qualidade. As peças foram inspecionadas, e FAA concordou que as mesmas estão dentro das exigências padrão do fabricante das aeronaves, a Boeing. Concordamos que este este acordo alcançado hoje, para a conclusão dos serviços até dezembro, é bastante razoável e certamente atende às funções sob responsabilidade da FAA.´´


Os componentes alvos da ação de substituição sao os ´´exhaust gate assembly hinge fittings´´ ou conectores de ligação do sistema de exaustão das turbinas, que são utilizados para defletir o calor do motor de tal forma que não atinjam os flaps da asas.

No início do ano, A Southwest foi multada pelo FAA, em 7.5 milhões de dólares sob a alegação que a companhia estaria operando aviões que não teriam passado pelos exames estruturais periódicos exigidos, mesmo após ser alertada para o fato.

A Southwest transporta 100 milhões de passageiros por ano, ou seja, mais que qualquer outra companhia aérea nos EUA.

Fonte: Blog BGA.

sábado, 5 de setembro de 2009

FADECs devem ser trocados nos E170


A Administração Federal da Aviação ( FAA ) dos Estados Unidos propõe a retirada de 12 versões do sistema ´FADEC´ de controle dos motores General Electric CF34-8E instalados nos jatos regionais Embraer 170.

Uma providência anterior envolvendo modificações no software dos FADEC, em julho de 2008 após seis incidentes de perda de potência não teve efeito prático.

Desde então, o FAA registrou outros 20 incidentes envolvendo queda no empuxo dos motores GE atribuídos aos FADEC.

O problema, foi atribuído à formação de micro-centelhas elétricas nos pinos de um conector eletrônico do sistema FADEC - Full Authority Digital Engine Control (que poderia ser comparado ao controle digital do motor, totalmente Autônomo).


Fonte: JetSite.

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

FAA: grandes mudanças no treinamento de vôo

A FAA pretende efetuar grandes mudanças nos programas de treinamento de vôo, começando pela eliminação da obrigatoriedade do 'ground school´ normalmente ministrado nos aeroclubes e escolas de aviação se existir um currículo de 'ground school´ disponível pela Internet.

Os alunos-pilotos poderiam ainda obter, a um só tempo, as carteiras de piloto privado e de IFR ( vôo por instrumentos ).

A FAA também deseja mudar sua definição "Aeronave Complexa" para incluir aquelas equipadas com FADEC.

Outra mudança vai exigir que os pilotos de jatos leves certificados para um só piloto passem por uma prova de qualificação.


Fonte: JetSite.

EUA exigem mudança em sensores


As companhias aéreas dos EUA deverão substituir os sensores de velocidade de alguns de seus aviões Airbus, que podem ter sido uma das causas da queda do avião da Air France que fazia a rota Rio-Paris há três meses.

A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) determinou na quarta-feira (2) que as empresas que operam jatos A330 e A340 - Delta Air Lines e US Airways - substituam os sensores fabricados pela empresa Thales SA por componentes produzidos pela Goodrich Corp.

A medida, que vale a partir de 8 de setembro, afeta cerca de 40 aeronaves. Autoridades europeias já haviam adotado uma regra semelhante a partir da investigação sobre a queda do A330 da Air France sobre o Atlântico, que matou 228 pessoas, após decolar do Rio no dia 31 de maio.

Os investigadores dizem ainda não saber o que provocou o acidente, mas afirmam estar analisando se leituras equivocadas da velocidade do avião podem ter tido participação no desastre. A investigação deve durar mais um ano.

As autoridades europeias de segurança aérea já relataram discrepâncias nas leituras de velocidade em alguns aviões A330 e A340 em altitudes elevadas e sob mau tempo. As investigações sugerem que os aviões equipados com o tubo de pitot da Thales parecem mais suscetíveis a condições adversas.

As agências reguladoras estão especialmente preocupadas com a formação de cristais de gelo nos sensores, o que poderia "enlouquecê-los". Uma leitura errada da velocidade pode desativar o piloto automático e outras funções automatizadas, fazendo com que os pilotos percam o controle da aeronave.

Já houve vários relatos de problemas com sensores da Thales.

Em julho, a Airbus pediu às empresas que passem a usar a marca Goodrich, que já equipa a maioria dos aviões A330 e A340 do mundo.

A Airbus diz que cerca de 200 aviões no mundo ainda usam os sensores Thales.



Paralelamente, investigadores norte-americanos de segurança aérea avaliam possíveis anomalias com indicadores de velocidade e altitude de dois aviões A330 em maio e junho.

A Thales, conhecida por ser o maior fabricante europeu de componentes eletrônicos para defesa, ainda não se pronunciou sobre a questão dos sensores.

Fonte: G1.

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

FAA ordena reparo em portas de jatos da Embraer


Os órgãos reguladores aéreos dos EUA e no exterior uniram forças para exigir reparos e evitar possíveis defeitos nas portas de carga e deslizadores das saídas de emergência em centenas de jatos fabricados pela brasileira Embraer, segundo informa o Wall Street Journal.

Os problemas não causaram danos ou acidentes com os populares modelos Embraer 170 e 190, mas os reguladores citaram significativas questões de segurança ao ordenar a intensificação das inspeções, modificações ou revisões das partes suspeitas.


A Administração Federal de Aviação nos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) propôs nesta terça-feira ordenar inspeções e reparos para assegurar que as portas de carga de proa e de popa dos jatos não abram durante o voo, o que a agência diz que “pode resultar em reduzida integridade estrutural” e possivelmente rápida descompressão.

A FAA disse que existem informes de dois aviões que partiram com as portas de cargas abertas, mas sem qualquer sinal de alerta no painel para avisar os pilotos sobre o problema. A proposta indica que mais de 150 aviões operados por companhias aéreas nos EUA serão afetados.


Os órgãos reguladores de segurança aérea na Europa também adotaram uma ordem de segurança do órgão brasileiro com objetivo de substituir os deslizadores das saídas de emergência nas portas da proa do modelo Embraer 190.

De acordo com a ordem da agência brasileira, o defeito pode impedir a abertura das porta em uma emergência.


Fonte: Poder Aéreo.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

FAA faz recomendações aos 777 com motores Rolls-Royce


O FAA dos EUA á exemplo dos europeus recomendou o reprojeto dos resfriadores de óleo instalados nos motores Rolls-Royce de certos modelos do Boeing 777.

O prazo para a modificação, que vai afetar cerca de 50% da frota registrada nos EUA, é reflexo do sério incidente acontecido com o jato da British Airways quase na cabeceira da pista de Heathrow, na chegada do vôo Beijing-Londres.

A súbita perda de potência nos dois motores foi atribuída ao entupimento das canalizações de combustível pelo gelo que se formou ao longo do vôo.

Desde janeiro de 2008 ocorreram dois outros casos semelhantes, embora menos sérios, de perda de potência em Boeing 777 com motores
Rolls-Royce.

Lembrar que o sistema de resfriamento do óleo em turbofans se vale de trocadores de calor que transferem o calor do óleo para o combustível.


Fonte: JetSite.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Tem como comparar???

Diáriamente esta e mais 17 aeronaves laboratórios da FAA fazem vôos regulares de inspeção, não só de aeroportos no território americano, como também voando e avaliando as rotas em uso nos Eua.

São milhares de horas de vôo, e quase sempre pousam de surpresa em algum aeroporto onde uma denúncia fora feita sobre condições de não segurança.


Fora isso em seus laboratórios em terra, testam portas, compartimentos e demais itens de diversos fabricantes de aviões, bem como, são os únicos a possuir uma espécie de guindaste que simula um Boeing 777 para avaliar o peso sobre a superficíe de uma pista e saber se o sistema de concretagem está seguro e adequado.

Caso algum item não esteja em acordo, suspende operações deste ou daquele avião, fornecedor , empresa aérea e até aeroporto. Fora isso ainda possuem um centro de treinamento bio-médico que tem a função de avaliar os efeitos sobre os pilotos de determinadas operações onde uma desorientação possa ocorrer, e assim, emitir boletins preventivos com determinadas ações a serem observadas por pilotos.


Em seu centro de ensino, forma mecânicos, controladores de vôo e pessoal de apoio em terra. Em um simulador horas e horas são realizadas com futuros controladores de vôo, fornecendo as mais diversas situações de perigo.

Em seu centro de controle de material, no momento está verificando um novo sistema de isolamento anti-chamas, pois quer saber quanto tempo tem os passageiros para evacuar uma aeronave acidentada antes que a mesma seja tomada pelo fogo.



Reprovaram em testes inúmeros porta bagagens por não possuirem travas adequadas, pois constataram que em um pouso mais duro os mesmos poderiam abrir e machucar seriamente quem estivesse abaixo.

Enfim esta é FAA, nada a ver com a nossa tão querida ANAC, que sem dúvida possui excelentes profissionais em sua área técnica, mas infelizmente é mais um cabide de empregos politícos, destinado a ajudar depútados e senadores a manter seus cupinchas empregados.


Agora, será que não sentimos um pouco de vergonha ao saber que Santos Dumont era brasileiro, pai da aviação e aqui não damos a minima?


Fonte: A Galley News.

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