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domingo, 4 de julho de 2010

Passageiro tem direito a reembolso se desistir de viajar por atraso



O Fantástico preparou um manual com dicas pra você curtir essas férias sem dor de cabeça. A Copa acabou para o Brasil e o melhor jeito de esquecer o fracasso na África do Sul é curtir as férias de julho com a família e os amigos. Se você anda pensando em comprar um pacote, vai viajar pela primeira vez, não sabe se de avião ou de ônibus, preste atenção. O Fantástico preparou um manual com dicas pra você curtir essas férias sem dor de cabeça. Carregar as malas já é difícil, pagar excesso de bagagem então... .São 30 quilos por pessoa na rodoviária. O custo de cada quilo extra depende da empresa de ônibus e do destino. Nas companhias aéreas, varia de acordo com a tarifa paga. Crianças a bordo. Mas nem sempre a família viaja completa. Em viagens dentro do Brasil, menor de 12 anos tem que viajar com o RG ou certidão de nascimento originais. E precisa estar acompanhado de pelo menos um dos pais ou de parentes diretos - um tio ou uma avó, por exemplo. Se o acompanhante não for parente, é obrigatório que o pai ou a mãe vá até um cartório assinar uma autorização. A regra vale para viagens de ônibus ou avião dentro do país. Viajar pra fora é um pouco mais complicado. Maria Lúcia tenta embarcar com os quatro filhos para a Disney. O pai, que já está nos Estados Unidos, deixou uma autorização por escrito. “A autorização não é essa. Meu marido não foi ao cartório para assinar. Precisava ter ido. Quem sabe na próxima?”, diz Maria Lúcia. Você não quer perder a viagem, certo? Então, preste atenção: Pra embarcar para o exterior com crianças desacompanhadas de um dos pais, o outro tem que ir pessoalmente ao cartório assinar uma autorização. Em caso de doença ou se um dos pais estiver fora do país, a solução é procurar uma vara da infância e da juventude. Férias em Natal, Rio Grande do Norte. O casal comprou um pacote de sete dias num hotel de frente para o mar. “A única coisa que a gente não via era o mar”, comenta o casal. É sempre bom tirar fotos do que você encontrou. Elas podem ajudar no caso de um pedido de indenização. Verifique também se os passeios estão incluídos no pacote. “Ele deve olhar com muita atenção o contrato pra ver exatamente o que compõe aquele pacote”, explica Roberto Pfeiffer, diretor-executivo do Procon-SP. Reservou o hotel pela internet? Imprima tudo e guarde como garantia. Passageiro de primeira viagem fica inseguro. O Fantástico convidou a Dona Vitória para conhecer o Aeroporto Internacional de Guarulhos. Ela vai viajar pela primeira vez de avião. Ela já sabe: no aeroporto, tem de chegar no mínimo com duas horas de antecedência. E se o avião atrasar? Estas serão as primeiras férias com regras mais rígidas para ajudar o passageiro a enfrentar atrasos de voo. “O passageiro já tem direito desde uma hora de atraso do seu voo à facilidade de comunicação. Na segunda hora, o passageiro já tem direito à alimentação e na quarta hora, ser acomodado em local adequado”, explica Juliano Alcantara Noman, da Agência Nacional de Aviação Civil. Mesmo se a culpa pelo atraso for do mau tempo, o consumidor pode cobrar da empresa aérea. E nas viagens de ônibus? “Nas hipóteses de atraso ela é obrigada a embarcar o consumidor no ônibus mais próximo disponível. E se o consumidor perder interesse naquela viagem ele tem direito ao reembolso total da quantia paga”, garante Pfeiffer. O reembolso integral também é direito dos passageiros que desistirem de voar por causa do atraso. E se a mala sumir? “A companhia tem 30 dias para devolver a mala”, responde Juliano. E se não aparecer? “O consumidor tem direito a ser ressarcido por todos os pertences existentes na bagagem além do valor da mala em si”, diz Pfeiifer. Isabella tem dicas preciosas que valem no aeroporto e na rodoviária. “Na mala, a gente coloca fitinha e nome e cadeado também”. No carro, o desafio é colocar tudo no porta-malas. E, claro, guardar paciência pra enfrentar a viagem.

Fonte: Fantástico
Photo by: Eduardo Luis ( Aeroblog)

sábado, 19 de dezembro de 2009

Dicas para as férias #05



Fonte: ANAC.
Photo by: ANAC.

sábado, 12 de dezembro de 2009

Dicas para as férias #04


Você já teve uma bagagem violada ou extraviada? Se a resposta for “não” pode se considerar uma pessoa de sorte, porque esses incidentes estão sendo reportados com frequência nas viagens internacionais. Muitos brasileiros estão tendo a desagradável surpresa de, ao receberem suas malas, perceberam que elas foram abertas e alguns pertences roubados.

Isso tem acontecido muito com brasileiros que viajam dos Estados Unidos para o Brasil. De acordo com algumas das vítimas, os pertences foram roubados nos aeroportos no Brasil, em voos com conexão.

Segundo a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) a primeira providência é registrar o incidente imediatamente à companhia aérea, ainda no aeroporto. A legislação que cuida do transporte aéreo estabelece que a companhia aérea, no momento do check-in, entregue o comprovante da bagagem embarcada, com indicação dos pontos de partida e do destino e o número da etiqueta, quantidade, peso e valor declarado dos volumes. Você deve guardar esse recibo com cuidado porque funciona como prova de contrato do transporte da bagagem.

O que fazer

Em caso de dano ou sinais de violação da bagagem, o passageiro deve comunicar imediatamente a empresa aérea e preencher o Registro de Irregularidade de Bagagem (RIB).

Antes do embarque, o passageiro tem a opção de declarar os valores atribuídos à sua bagagem. Para isso, é cobrada uma taxa suplementar (seguro) e a companhia pode pedir uma relação completa dos itens e verificar o conteúdo da mala. Se houver extravio, o viajante receberá o valor declarado e aceito pela empresa. Jóias, papéis negociáveis e dinheiro não são aceitos na declaração.

Quem não fizer declaração de valores tem direito a indenização limitada, caso ocorra extravio da bagagem. Em viagens internacionais, a Convenção de Varsóvia limita a responsabilidade de indenização da companhia em U$ 20 por quilo de bagagem extraviada. E o passageiro só recebe o valor máximo de US$ 400. Em voos nacionais, a compensação é feita de acordo com o Código Brasileiro de Aeronáutica.

Para constatar uma bagagem violada, mas ainda fechada, é feita uma pesagem. A diferença entre o peso registrado no Check-in (origem da viagem) e nessa verificação posterior é que, em princípio, vai determinar o valor da possível indenização.

Como evitar

Uma dica para tentar evitar o dano em sua bagagem é usar um bom cadeado e, além disso, envolvê-la naquele plástico resistente, geralmente um serviço oferecido no aeroporto próximo à área do Checkin. Com o cadeado e o plástico fica bem mais difícil violar a bagagem. Se a mala foi aberta, o passageiro notará logo que receber a mala na hora de desembarque, podendo então tomar providências com a empresa aérea responsável. Um custo adicional na sua viagem, mas que pode fazer uma grande diferença e evitar problemas futuros.

Vídeo ensina a abrir malas



Mas, mesmo os mais precavidos podem estar sujeitos ao furto. Um vídeo no You-Tube, mostra, ou até “ensina”, como é fácil abrir uma mala com cadeado, usando apenas uma caneta.

Orgãos governamentais

A nossa redação entrou em contato com a Infraero, órgão vinculado ao Ministério da Defesa, e que administra os aeroportos brasileiros. Segundo a assessora de imprensa do órgão em Brasília, a Infraero não tem responsabilidade com relação a danos nas bagagens dos passageiros. “A Infraero não manipula bagagem. Isso está sob a responsabilidade das companhias aéreas e da ANAC, que regula questões de violação, extravios, ressarcimento. A nossa preocupação é com a infra-estrutura.”

O site oficial americano do TSA (Transportation Security Administration) oferece informações sobre problemas com bagagens nos aeroportos e companhias aéreas americanas, além de outros assuntos relacionados a trasnporte aéreo: www.tsa.gov/index.shtm. Também o U.S. Department of Transportation (DOT) tem informações sobre o direito dos passageiros que viajam pelos Estados Unidos.

Infelizmente esse é um problema recorrente nos aeroportos brasileiros e em particular com algumas empresas aéreas brasileiras. As estatísticas na Europa são bem mais animadoras. Empresas como a British Airways, Lufthansa, Iberia, Scandinavian Airlines e Air France, registram poucas ocorrências de roubos em malas: acontecem com 3 a cada 100.000 passageiros.

Fonte: IFR Online/You Tube.
Photo by: vale3.com/heliocosta.com.br/ viajandaunblog.com.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Dicas para as férias #03

Atenção passageiros: dezembro chegou!

Dezembro, no calendário dos brasileiros que viajam de avião, é um mês tenebroso. As filas diante dos balcões das companhias aéreas costumam se estender por dezenas de metros.

As salas de embarque lotadas denunciam os atrasos dos voos - mais comuns nesta época do que nos outros meses do ano.

Os saguões dos principais aeroportos transformam-se em palcos de cenas de mau humor e revelam o despreparo dos funcionários no trato com os clientes.

As imagens de passageiros aos berros, exigindo de atendentes informações sobre seus voos, tornaram-se tão comuns no noticiário de fim de ano quanto aquelas que mostram a decoração de Natal na Avenida Paulista ou a queima de fogos em Copacabana.

Até as renas do trenó de Papai Noel sabem que a causa primária de toda essa confusão é a precariedade da infraestrutura aeroportuária.

Há aviões demais para a quantidade e a qualidade das pistas. E aviões de menos para um número de passageiros que aumenta a cada ano. O resultado dessa equação confusa é o caos.

Seja como for, a novidade é que o Senado resolveu agir. Diante do forrobodó que se avizinha, tomou uma medida enérgica: quer punir as empresas pela prática do overbooking.

De agora em diante, dizem suas excelências, quem vender mais passagens do que a quantidade de assentos disponíveis será punido. O projeto que trata dessa questão foi votado esta semana pela comissão responsável pelo turismo. Ele aguardava uma decisão desde 2004.

Essa votação demonstra duas das faces mais tristes da prática legislativa brasileira. A primeira é a da falta de urgência no trato dos problemas que incomodam a população. Cinco anos é tempo demais para deliberar sobre tema tão grave como esse.

A outra é a da falta de foco. Em lugar de usarem o peso de sua autoridade para cobrar do Executivo a solução dos problemas de infraestrutura dos aeroportos, inventam mecanismos de punição que, como tantos outros, não funcionarão.

Jogam para a plateia e lavam as mãos. E que se danem os passageiros!

Fonte: Webtranspo.
Photo by:

domingo, 29 de novembro de 2009

Dicas para as férias #02




Fonte: ANAC.
Photo by: ANAC.

sábado, 28 de novembro de 2009

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