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domingo, 16 de setembro de 2012

Ethiopian Airlines chega em São Paulo


A companhia africana Ethiopian Airlines foi autorizada a operar a linha entre Adios Abeba e a capital paulista, com escalas em Lomé, noTogo. 

O equipamento usado será o jato Boeing B.777-200LR, a ser posteriormente substituído pelos novíssimos Boeing 787.



Fonte: Aerobusiness
Photo by: nycaviation.com / worldairlinenews.com

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Boeing mostra interior do novo Dreamliner na Irlanda

 

A fabricante de aviões americana Boeing mostrou o interior do novo modelo 787 Dreamliner, no aeroporto internacional de Dublin, na Irlanda, na quinta-feira. 

 

A exposição é uma iniciativa para apresentar o novo avião aos líderes que participam da 14ª conferência anual de finanças aéreas, que ocorre na cidade europeia.


O Dreamliner promete nível de consumo de combustível mais eficiente e um conforto para os passageiros. A estrutura do avião utiliza principalmente leves ligas de compósitos de carbono, que ajudam a reduzir o consumo de combustível.


Os compósitos permitem também várias melhorias para os passageiros, como uma pressão de ar mais cômoda na cabine e janelas maiores. A Boeing espera uma produção de dez unidades por mês do 787 Dreamliner até o final de 2013. 


Segundo especialistas, a aeronave representa um marco em termos de design de aviação. O projeto do Dreamliner foi entregue com cerca de três anos de atraso e alguns bilhões de dólares acima do orçamento inicial.

Fonte: Terra - Com informações da Reuters, EFE e AFP.
Photo by: AFP.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Boeing e Air France/KLM finalizam pedido de 787


A Boeing e o grupo Air France-KLM finalizaram o pedido de 25 Boeing 787-9 Dreamliner. O pedido, assinado em dezembro de 2011, foi registrado no site de pedidos e entregas (Orders & Deliveries) da Boeing, atribuido a um cliente não identificado. Um acordo preliminar havia sido anunciado no dia 16 de setembro de 2011.

“Ao fazer do 787 uma parte chave da renovação de sua frota, o grupo Air France-KLM fortalece sua posição como líder mundial”, afirma Jim Albaugh, Presidente e CEO da Boeing Commercial Airplanes. “A reação da indústria à chegada do Dreamliner tem sido fenomenal e nós estamos ansiosos para ver os passageiros da Air France-KLM nesse revolucionário avião”.

O Boeing 787-9 Dreamliner irá carregar de 250 a 290 passageiros em rotas de 8 mil a 8,5 mil milhas náuticas (14.800 a 15.750 kms). O 787 fornece às companhias aéreas uma eficiência energética incrível, que resulta em uma performance ambiental exepcional. Essas aeronaves usam 20% menos combustível que os atuais concorrentes de mesmo porte. Ela também viaja a uma velocidade de 0.85 Mach, similar aos mais rápidos aviões atuais de fuselagem larga.

Esse pedido aumentou o número de encomendas de 787-9s para um total de 305 aeronaves. A família 787 Dreamliner, incluindo o 787-8 e o 787-9, acumula um total de 860 pedidos de 59 clientes ao redor do mundo.

Oito companhias aéreas francesas são parceiras da Boeing no 787 Dreamliner. Entre elas, estão a Dassault Systèmes (soluções de software), Labinal (cabeamento), Latécoère (portas para passageiros), Messier-Bugatti-Dowty (sistemas de aterrisagem e freios elétricos), Michelin (pneus para reposição), Radiall (conectores), Thales (sistema elétrico de conversão de força, display de voo e sistemas de entretenimento) e Zodiac Aerospace (sistema de gerenciamento de energia primário, escorregadores de emergência, sistemas de água e resíduos, interior de cabines, inserção de galleys e assentos e outros equipamentos).

O grupo Air France-KLM é consumidor valioso e de longa duração da Boeing, com uma frota de 188 aeronaves em operação, incluindo 74 para a Air France e 114 para a KLM. O Grupo Air France-KLM é um dos maiores operadores de 777 do mundo.

Fonte: Aviation & Cruising
Photo by: Fslivebr.blogspot.com

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Boato ?: Gol adquirindo os 787 cancelados da Gulf Air ???


Um boato frequente no meio da aviação há anos parece estar voltando com força total no início deste ano de 2012: a Gol estaria interessada em adquirir aeronaves Boeing 787 para operar voos internacionais de longo curso com a marca Varig.



A verdade é que, confirmado, somente o cancelamento em dezembro de 2011 de 08 pedidos para o avião feitos pela companhia aérea Gulf Air, do Bahrein, e que seriam os aviões com os quais a Gol ficaria.



Há que se dizer no entanto que, ao menos dessa vez, a história traz este link novo, e interesssante, que é o "endereço" dos aviões, a forma como a Gol faria para adquirí-los e entrar na fila de espera da Boeing para o 787 sem precisar assumir o último lugar.



Resta saber se desta vez o boato vai finalmente se tornar realidade.



Será?





Acompanhe também a discussão sobre o assunto no Fórum Contato Radar:



Acompanhe agora uma matéria do Jetsite:

Em meio a notícia da aquisição da Webjet, surge uma nota que a GOL estaria avaliando reativar de vez a marca Varig para relançar suas operações de longo curso. 

A informação foi veículada pela "Istoé Independente" na semana passada. 

De quebra, a GOL traria os modernos Boeing 787 para relançar as operações da Varig no exterior. 

Quem se lembra, alguns anos atrás havia fortes boatos no mercado que a GOL havia de fato reservado alguns slots de entrega do 787. 

Mais, a notícia veiculada na Istoé coincide com o cancelamento do pedido de 8 Dreamliners da Gulf Air anunciado na semana retrasada. 

Será que veremos o Dreamliner voando por alguma companhia aérea local? 

Melhor, nas cores da Varig? Só o tempo dirá...


Fonte: Fórum Contato Radar/Jetsite.
Photo by: Boeing.

terça-feira, 27 de abril de 2010

787 nas cores da Royal Air Maroc


O 787 de numero 17 na linha de montagem deu as caras recentemente na fábrica da Boeing em Paine Field.

A aeronave mostrou as cores da companhia Royal Air Maroc.

Alem disso, essa será a primeira aeronave a ter os motores GEnx-1B, da General Electric.


Fonte:  Flight Life.
Photo by: Flight Life.

sexta-feira, 26 de março de 2010

Lan com 787 já em 2011


A companhia aérea LAN caminha para ser a primeira latino americana a operar o mais novo avião da Boeing, o 787 Dreamliner.

Segundo informações da ATI, o CEO da LAN, Enrique Cueto, confirmou durante a FIDAE que 10 aviões do tipo tiveram suas datas de entrega adiantadas em três anos. 

Com isso o prazo passou de 2014 para 2011, sendo o primeiro avião entregue no segundo trimestre do próximo ano.

A mudança foi possível graças a uma troca de slots na linha de montagem com a cliente lançadora do avião, a ANA (All Nippon Airways), e a consequência disso é que a LAN, que viu as entregas dos aviões que comprou serem postergadas não por sua vontade mas devido aos atrasos de mais de dois anos no programa de desenvolvimento, conseguirá recebê-los no ano em que havia originalmente se programado para tanto.

Ao todo a companhia aérea sul-americana possui 32 aviões 787 encomendados, que planeja utilizar para substituir gradativamente a frota de 23 Boeing 767-300ER e cinco Airbus A340-300 que possui.

Fonte: Portal CR.
Photo by: Boeing.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Boeing é autorizada a usar mais jatos em testes do 787


A Boeing informou nesta sexta-feira que completou os testes iniciais de voo do seu novo jato de passageiros, o 787. Com a marca, agora a empresa vai poder usar mais tripulantes nos voos seguintes e usar mais unidades do avião nos testes.


A aeronave saiu do chão pela primeira vez no dia 15 de dezembro e desde então, segundo a fabricante, já acumula quase 60 horas no ar, em 15 atividades de decolagem e pouso.

Com a primeira unidade do 787, os pilotos da Boeing já levaram o modelo a altitudes de 30 mil pés (9.144 m) e a velocidades de Mach 0,65 (796 km/h). Nos voos feitos até agora, seis pilotos já comandaram a aeronave. Nos próximos testes, a expectativa da fabricante é levar o avião a condições além das esperadas pelo projeto.


A primeira entrega do jato está prevista para o quatro trimestre de 2010. O cronograma da Boeing para o 787 tem um atraso de dois anos, durante os quais a empresa chegou a anunciar cinco embaraçosos atrasos em testes de voos.

O projeto do Dreamliner é baseado em materiais compostos, que perfazem até 50% da estrutura primária do avião. Os materiais são muito mais leves que o alumínio, que compõe a fuselagem de aviões comerciais tradicionais.


A estrutura mais leve permite que o avião consuma 20% menos combustível em relação a uma aeronave do mesmo padrão. A eficiência no consumo de combustível tem grande apelo entre companhias aéreas, que nos últimos anos têm enfrentado dificuldades com a volatilidade de preços.


Além disso, a Boeing afirma que os materiais compostos não entram em fadiga e por isso precisam de menos checagens de manutenção. A companhia afirma que os custos de um 787 são 30% menores do que uma aeronave comum.


O avião tem preços de lista entre US$ 105 milhões e US$ 205,5 milhões e terá inicialmente três variantes (787-3, 787-8 e 787-9).

Fonte: Redação Terra
Photo by: AP

sábado, 9 de janeiro de 2010

Boeing: Versão 787-3 na gaveta



Mais uma bela imagem cedida por Randy Tinseth, vice presidente de marketing da Boeing Commercial Airplanes, serve de pano de fundo da notícia divulgada hoje, de que a All Nippon Airlines converteu um pedido de 28 aeronaves 787-3 para a versão 787-8. 

Como a JAL (Japan Air Lines) já havia cancelado o pedido dessa versão em julho, a Boeing resolveu concentrar as forças somente nas versões 787-8 e 787-9. A versão 787-3, por enquanto, vai ficar na “geladeira”.


A versão 787-3 havia sido projetada para rotas curtas, mas levando um número maior de passageiros na configuração de duas classes (290 ao invés de 210 da versão 787-8), com maior eficiência no consumo de combustível, através de de winglets e modificações aerodinâmicas nas asas. 

A intenção da Boeing era de utilizar a aeronaves no mercado asiático, onde a densidade de passageiros é maior e as distâncias entre as cidades são menores, principalmente no Japão. 

Mas agora sem nenhum pedido em carteira, a Boeing remove de suas opções de venda, por enquanto, a versão de curto alcance. O 787-3 seria o último modelo a ser desenvolvido e a entrar em serviço.


A versão alongada do 787-9 está previsto para entrar em serviço em 2013, e possui uma fuselagem aumentada capaz de acomodar cerca de 250 passageiros em duas classes. A empresa Air New Zealand será a primeira empresa aérea a receber essa versão, que possui uma autonomia levemente reduzida em relação ao modelo 787-8.

Até o momento são 851 pedidos firmes do 787, sendo 656 da versão 787-8 e 195 da versão 787-9.


Fonte: Cavok.
Photo by: Cavok.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O ZA002 levanta voo






Fonte: flightglobal.com/ You Tube.
Photo by: flightglobal.com

2° 787 decola hoje



A Boeing confirmou que o segundo 787 voará pela primeira vez hoje (22/12).

A aeronave, ZA002, fará o mesmo trajeto do voo inaugural da semana passada: 

Decolará de Paine Field e pousará em Boeing Field/Seattle.

Os pilotos serão os mesmos:

Chefe dos pilotos Mike Carriker e comandante Randy Neville.

Porem, dessa vez, Neville ficará no assento da esquerda, como piloto em comando da aeronave.

As condições climáticas mostram que o tempo durante o voo será mais favorável que o do primeiro voo do 787, apesar de ter 20% de chances de chuva.

O horário da decolagem está previsto para às 08:45 (14:45 horário de Brasília).



Fonte: Flight Life.
Photo by: Boeing.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Air India comenta planos para o 787



A Air India, dando sequência ao momento gerado pela primeiro voo do 787, veio a público informar seus planos em relação a rotas para o avião a partir do segundo trimestre de 2011, quando receberá o primeiro dos 27 Dreamliners que possui encomendados. 

O plano, segundo um porta voz da empresa aérea, é utilizar o novo avião para substituir a atual frota de Airbus A310 que possui e empregá-lo em rotas para Tóquio, Hong Kong, Singapura e diversos destinos na Europa.

A Air India será a primeira companhia aérea em seu país e a terceira no mundo a operar o Boeing 787 Dreamliner, depois das japonesas ANA e JAL.
  
Fonte: Portal CR.
Photo by: flickr.com

sábado, 19 de dezembro de 2009

Segundo 787 de testes pode voar na próxima semana

 


O segundo Boeing 787 de produção, que irá somar-se ao avião que realizou o primeiro voo do tipo na quarta-feira (15/12), poderá voar até o próximo dia 21 de Dezembro, informou a ATI.

Quem passou tal informação foi o vice-presidente de programas de aviões da Boeing, Pat Shanahan, em conversa com a ATI durante a realização do voo inaugural do Dreamliner.

De acordo com o executivo o avião, número de série ZA002, será transladado por terra das instalações da fabricante em Everett para Boeing Field, em Seattle, nos próximos dias.

O Dreamliner número dois passará então por uma sequência de testes de sistemas para avaliar se todos estão funcionando corretamente e, então, poderá ser liberado para o seu primeiro voo antes mesmo que seu irmão ZA001 volte aos ares, o que está programado para acontecer no próximo dia 25 de Dezembro.



Fonte: Forum Contato Radar.
Photo by: fleetbuzzeditorial.com

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Jornal da Globo mostra o 787



Em um lugar com tanta tecnologia por metro quadrado o trabalho é artesanal.

O Boeing 787 Dreamliner tem o jeitão de um pássaro e foi apresentado como um elemento revolucionário na aviação.

A fuselagem é o que chama atenção primeiro: 50% são compostos de fibra de carbono e 20% de alumínio- algo inédito.

Isso significa que o Dreamliner é bem mais leve. Por isso, usa uma quantidade menor de combustível e polui menos.

Um diretor da companhia levou o Jornal da Globo a um passeio por uma réplica do avião. Assim foi possível conhecer o que muda para o passageiro.

"Os materiais compostos não corroem, não ficam fatigados, como acontece com o alumínio. Isso nos permite colocar mais pressão e mais umidade na cabine de passageiros", afirmou o diretor da Boeing Ken Price.

Nos aviões atuais, a pressurização faz com que o passageiro se sinta em uma altitude de 2,4 mil. É mais ou menos como caminhar pela cidade de Bogotá, na Colômbia.

O 787 pode simular uma altitude menor: 1800 metros e uma cabine mais bem pressurizada é melhor para o corpo humano.

"A baixa pressão pode causar rigidez muscular e dores de cabeça. Então, nós fizemos muita pesquisa para escolher a pressão e o nível de umidade ideais", disse Ken Price.

Tecnologia também nas janelas. Não por causa do tamanho - elas são bem maiores e dão a sensação para o passageiro de mais espaço- mas pela intensidade de luz dentro da cabine. O passageiro faz o controle apertando apenas um botãozinho. Ela não tem aquela tradicional tapadeira.

São janelas feitas com vidros fotocromáticos, que ficam escuros quando recebem muita luz.

"Quando você deixa a janela escura, ainda pode enxergar do lado de fora, curtindo a experiência de voar", observou o diretor da Boeing.

A iluminação é um fator importante durante o voo. Não só pelo bem estar do passageiro, mas pelo consumo de energia do avião. A companhia apostou na tecnologia das lampadas led.

Elas consomem menos, esquentam menos, exigem menos do ar condicionado e dão um efeito especial: são centenas de combinações de cores, que podem simular, por exemplo, o pôr do sol, levando os viajantes a um sono mais tranquilo.

Os assentos são mais finos, mas confortáveis. Já o bagageiro, basta um toque para conferir.

"O nosso objetivo é que os passageiros possam colocar aqui, quatro malas dessas grandes", observou Ken Price.

O 787 caiu no gosto da freguesia. Em 2008, as companhias aéreas já tinham encomendado 910 unidades, mas falhas no projeto inicial e sucessivos atrasos no cronograma espantaram a clientela.

Em 2009, o número de encomendas caiu para 840. Essa semana, finalmente, o projeto decolou.

Temperatura abaixo de zero, céu nublado, pista molhada no aeroporto de Paine Field, cidade de Everett, Estado de Washington, norte dos Estados Unidos. Depois de décadas, o maior projeto de uma das principais de fabricantes de avião do mundo, o Boeing 787 Dreamliner, decolou para o seu primeiro voo.

Rapidamente ele some no meio das nuvens e lá em cima apenas dois pilotos de testes.

À frente deles, um cockpit com seis monitores de LCD, mas a ideia é que o piloto nem precise olhar para eles, pois as principais informações serão projetadas na altura do para-brisa.

O novo colosso dos ares tem 60 metros de envergadura, 56 de comprimento e quase 17 de altura. A capacidade vai de 210 a 330 passageiros.

Duas poderosas turbinas empurram o avião. Outro ponto inovador: pela primeira vez na aviação comercial um avião vai poder ser equipado com motores de marcas diferentes. No caso do Dreamliner com reatores General Eletric ou Rolls Royce.

Depois de três horas e meia no ar, ele deu as caras e pousou, debaixo de chuva, na pista também molhada do aeroporto de King County, em Seatlle.

"O avião se comportou com o esperado. Nós vimos naqueles grandes monitores todo tipo de informação e acontecia tudo que concebemos anos atrás", constatou o piloto de testes Randy Neville.

"Nós temos um grande avião e podemos dizer que estamos esperando todas as ligações dos clientes com a suas encomendas", completou o coordenador do projeto, Scott Fancher.

Mais do que botar a Boeing na briga com a Airbus pela disputa do mercado mundial de aviação comercial esse pouso seguro foi prova de uma eficiência tecnológica sem tamanho.

Fonte: G1

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

787



Fonte: You Tube.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Conheçam o piloto do 1° voo do 787


Só mais um dia senhoras e senhores, o primeiro voo do Boeing 787 está planejado para amanhã as 16:00 horas (horário de Brasília) e será “transmitido” ao vivo pela internet.

GLASGOW, Montana. — De pé as 3 horas de cada manhã e pronto para o pre-flight briefing uma hora depois e em seguida já dentro do cockpit de um 777-300ER antes do sol nascer para mais uma série de rasantes sobre um aeroporto distante a nordeste de Montana.


Mike Carriker esta semana está fazendo o que ele mais gosta na vida — voos de teste. Ele está pilotando o 777 como parte de um programa conjunto da Boeing, NASA e outros para fazer aviões comerciais mais silenciosos durante as decolagens e pousos, bem como menos barulhentos para os passageiros dentro da cabine.

Mike Carriker, estará no asssento da esquerda — como comandante — quando o 787 fizer o seu primeiro voo amanhã (se correr tudo de acordo) e entrará para os livros de história, se juntando a um seleto grupo de pilotos que tiveram a honra e a enorme responsabilidade de controlar um avião da Boeing no voo inaugural — do 707 até o 777.


A Boeing projetou o cockpit do 787 de tal maneira que será muito fácil treinar um piloto de 777 para voar o novo avião. A meta é que não tomará mais do que cinco dias para um piloto de 777 se tornar qualificado em 787, que é um avião razoavelmente menor.


“Você verá as diferenças visuais entre os cockpits, mas se vocé é piloto de 777 vai focar em partes dos displays e instantaneamente saber o que está olhando” diz Carriker.

Ao contrário dos 5 displays do 777, o 787 terá 4 telas com 100% mais área visual do que o anterior.
Além das telas grandes, o 787 tem também HUD para o piloto e copiloto, um equipamento usado em aviões de caça que permite que se veja a pista e os instrumentos essenciais ao mesmo tempo (as indicações são projetadas em uma tela transparente na frente do piloto).

Além disso, o 787 terá capacidade de pouso por GPS, usando os satélites para aproximação de alta precisão.
Aviões totalmente novos como o 787 aparecem apenas uma vez a cada 12 ou 14 anos na Boeing.

O 777, ultimo lançamento da Boeing fez seu primeiro voo em 1994.
“No primeiro voo de um novo avião, tudo se resume no momento da decolagem, toda a esperança de todo o pessoal que participou na construção do avião, sem contar toda a ambição da companhia inteira” diz Carriker.

O que ele vai estar pensando neste momento?

“Please, God, don’t let me make any mistakes.” (Deus, não me deixe fazer nada errado)

Que a força esteja com você amanhã Mike!

Clique na imagem abaixo para acompanhar o 1° voo do 787.



Fonte: Aviões & Músicas - Smart's Blog: Aviação, Música e Cotidiano/ Partes do texto traduzida do Seattle Pi
Photo by: Boeing.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Boeing anuncia que voo de ensaio do 787 é apenas uma questão de dias


O construtor aeronáutico norte-americano Boeing anunciou ontem, que o voo de ensaio do seu novo avião 787, conhecido como "Dreamliner", é apenas uma questão de dias, talvez dia 14/12, conforme informações de outros sites e blogs internacionais.

Os últimos testes de resistência "estáticos" da fuselagem terminaram segunda-feira, "é necessário analisá-los" antes que seja dada a autorização para o voo de teste.

Fonte: Jornal de Notícias.
Photo by: Boeing

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Asa do 787 é aprovada em teste crítico


A Boeing finalmente completou, com sucesso, um dos testes críticos no reforço da asa do 787.

O teste, chamado de “2C”, testa a estrutura contra delaminação, onde a asa é flexionada a uma altura de aproximadamente 5,50m.

O procedimento foi realizado na aeronave estática ZY997 que não indicou os mesmos problemas apresentados em maio, quando houve a delaminação e o projeto do 787 teve de sofrer um novo atraso.

A estrutura foi submetida a uma força 100% maior que a encontrada normalmente em voo, mas a Boeing ainda fará um novo teste em 2010, onde submeterá a asa a uma força de 150%.

Com a realização desta etapa, o 787 completa os testes estáticos obrigatórios pela FAA.

Especula-se que o primeiro voo esteja planejado para a semana do dia 21 de dezembro.

Vamos ficar esperando mais novidades.


Fonte: Flight Life.
Photo by: Boeing.

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

787 só em Dezembro


A Boeing está aguardando a conclusão dos testes de validação das modificações feitas no 787 para realizar o primeiro vôo do 787. 

Apesar de a Boeing não discutir os detalhes do calendário de ensaios estáticos, mas as implicações são de que a atividade de vôo pré-testes poderia estar pronta no final de novembro com a janela do primeiro vôo sendo entre 17 e 24 de Dezembro. Se houver mais algum problema, a empresa ainda tem a semana restante em dezembro para atingir sua meta de voar no fim do ano.

Fonte: aviationweek.com

Photo by: flightglobal.com/flightblogger.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Tudo para fazer o Dreamliner voar

Para colocar o problemático projeto do avião 787 Dreamliner de volta nos trilhos depois de mais de dois anos de atraso, os executivos da Boeing Co. apostam em intérpretes para 28 línguas, sismógrafos e câmeras de vídeo de alta resolução.

Esses recursos são cruciais para realizar uma grande reviravolta dos métodos de produção, algo que a Boeing espera que ajude a controlar melhor e acelerar seu atrasado esforço para decolar o Dreamliner.

A gigante aeroespacial americana está correndo contra o tempo porque se expandiu demais seis anos atrás, quando resolveu criar o jato de passageiros mais avançado do mundo mas não se preparou suficientemente para a complexidade do projeto.


Na época, a Boeing tomou a decisão inédita de terceirizar a maior parte do processo de fabricação do jato. A Boeing projetou e fabricou todos os seus aviões anteriores, arcando com todas as despesas.

Mas no início da atual década, quando o tráfego aéreo desabou depois dos atentados de 11 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, os executivos da Boeing começaram a reclamar do investimento de mais de US$ 10 bilhões para projetar um novo avião.

Em vez disso, os fornecedores é que iriam financiar o desenvolvimento de suas peças para o projeto, compartilhando custos e riscos. Os investidores gostaram da idéia, impulsionando a cotação da Boeing de US$ 31 em agosto de 2003 para US$ 107 em julho de 2007.


Mas quando os operários começaram a montar o primeiro Dreamliner, na mesma época em que a ação chegou ao auge, as falhas do sistema se tornaram evidentes à medida que a qualidade piorava e peças importantes não eram concluídas.

Muitos fornecedores estavam acostumados a fabricar peças com base em planos da Boeing e não estavam prontos para administrar sub-empreiteiros ou obter a aprovação das autoridades de segurança para as peças.

Outros não conseguiram aumentar a produção com a rapidez necessária. A Boeing, que já tinha cortado engenheiros para baixar custos, se viu incapaz de monitorar e corrigir os problemas.


"O plano inicial ultrapassou nossa capacidade de executá-lo", disse o diretor-presidente da Boeing, Jim McNerney. "Acho que erramos a mão já no início deste programa."

A Boeing vem tentando resolver os problemas do Dreamliner nos últimos meses melhorando a comunicação, assumindo linhas de produção importantes e aumentando o número de engenheiros supervisionando o trabalho.

Scott Carson, que chefia a divisão de aviões comerciais da Boeing, que implantou muitas das mudanças iniciais, deixou o cargo em 1o de setembro e disse que vai sair da empresa até o fim do ano. A Boeing afirmou que Carson e seu sucessor, Jim Albaugh, não estavam disponíveis para comentar.

O primeiro voo de teste do Dreamliner, que a Boeing cancelou repentinamente em junho por causa de um problema técnico, agora está marcado para o fim do ano. A primeira entrega, para a companhia japonesa All-Nippon Airways Co. está prometida para o quarto trimestre do ano que vem.

Pessoas próximas do programa dizem que o primeiro voo de teste deve seguir o cronograma, mas a primeira entrega pode não ocorrer no prazo. Fornecedores e clientes aplaudiram as mudanças recentes da Boeing, mas dizem que vai demorar meses para saber se elas vão dar certo.

Um elemento crucial para a Boeing manter o 787 no caminho certo, enquanto começa a construir os 850 aviões já pedidos, é uma sala de controle no melhor estilo da Nasa — oficialmente chamada de Centro de Integração da Produção, uma sala de controle que funciona 24 horas por dia .

Uma das amplas paredes de vidro da sala dá de frente para a linha de montagem final do Dreamliner, onde as asas são instaladas na fuselagem. Do outro lado há 24 telões com informações sobre remessas de peças do exterior, problemas técnicos urgentes e até mesmo terremotos que podem desalinhar máquinas nas fábricas e causar atrasos.

Fornecedores em lugares tão distantes quanto Austrália, Itália, Japão e Rússia podem se comunicar através dos tradutores para mostrar aos engenheiros da Boeing imagens em close das peças, graças às câmeras portáteis de alta definição.

Robert Noble, diretor de administração de fornecedores da Boeing, diz que comunicação em tempo real acabou com o problema gerado por trocas de emails de engenheiros em lados opostos do planeta. "Isso elimina vários dias do prazo para resolver esses problemas", diz.

Mesmo assim, os problemas da Boeing com o Dreamliner já causaram ampla repercussão. Os fornecedores vêm enfrentando problemas financeiros por causa dos atrasos e muitos estão hesitando em investir pesado. Isso pode gerar problemas para a Boeing nos próximos meses, enquanto tenta negociar com os fornecedores para a aumentar a produção.

Fonte: Forum Contato Radar/The Wall Street Journal.

domingo, 13 de setembro de 2009

Boeing anuncia para este ano o primeiro voo de modelo eco-eficiente


Apesar de proporcionar benefícios como reduzir as distâncias e impulsionar a economia, os aviões contribuem para sérios problemas ambientais, incluindo o aquecimento global.

Para amenizar o problema, grandes empresas estão investindo em aviões mais eficientes. Uma delas é a gigante Boeing, que anunciou ainda para este ano, o primeiro voo do modelo 787 Dreamliner, que emite 20% menos poluentes na atmosfera.


Outra promessa da companhia é de que o avião começará a operar até o quarto trimestre de 2010 e que, até 2013, dez unidades já estarão disponíveis aos consumidores.

Novas Tecnologias

Apesar de seguir o modelo tradicional, o 787 Dreamliner traz novidades que prometem benefícios não apenas ao meio ambiente, mas também aos passageiros e ao cofre da empresa.

Entre as inovações estão o uso de material composto, fibra de carbono, além de alumínio, titânio e aço na estrutura do avião, novos motores, sistemas de aplicativos mais eficientes, maior quantidade e qualidade de sistemas elétricos e aerodinâmica mais moderna.


Tudo isso resulta em uma redução de 20% do consumo de combustível e o equivalente em redução de emissões de gases poluentes, como o dióxido de carbono (CO2) e óxido nitroso (N2O).

O resultado dessa redução também será sentido no bolso: o custo por milha é 10% inferior que o dos aviões do mesmo porte. O jato, que terá capacidade de até 350 passageiros, também será 60% mais silencioso que os modelos semelhantes.


Eficência

Além reduzir o peso do avião de 180 para 130 toneladas, os materiais escolhidos para compor a sua estrutura irão permitir mais durabilidade e eficiência, garantem os fabricantes.

Enquanto um Boeing 767 precisa fazer uma revisão completa a cada seis anos, o Boeing 787 precisará de pausa a cada doze anos. Com isso, o avião terá seus custos com manutenção reduzidos em 30%, além de aumentar suas horas de voo e, consequentemente, o ganho com seus serviços.

Mas não será preciso esperar o modelo levantar voo para começar a lucrar. Após anunciar o primeiro voo do 787 ainda este ano, as ações da companhia subiram 8% na bolsa de valores.

Fonte: Desastres Aéreos News.

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