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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Acidente com ATR-72 da Kingfisher em Mumbai


Um ATR-72 (VT-KAC) operado pela indiana Kingfisher Airlines foi substancialmente danificado quando invadiu uma pista de pouso.

O acidente aconteceu ontem, cerca de 16:40 hora local, em Mumbai.

Ninguém entre os quatro tripulantes e 42 passageiros a bordo ficou ferido.

De acordo com reportagens diversas, a aeronave, operanda pela Kingfisher voo, 4124, estava chegando em Mumbai, após um voo regular de passageiros domésticos da Bhavnagar.

No momento do acidente, o tempo estava muito nublado com chuva leve e visibilidade reduzida.


A DGCA abriu um inquérito sobre o acidente.

Abaixo um vídeo do Times Now:



Fonte: aircrewbuzz.com
Photo by: Sean D'Silva

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Em rota de colisão



Cerca de 244 passageiros tiveram uma fuga milagrosa, quando dois aviões ficaram frente-a-frente no Aeroporto Internacional de Chhatrapati Shivaji na noite de quinta-feira (26).

A aeronave da Kingfisher Airlines com 117 pessoas a bordo estava prestes a decolar quando um vôo da Air Índia com 127 passageiros estava em alta velocidade na mesma pista.


Entretanto a distância entre as duas aeronaves era, graças à Deus, considerável, tanto é que os dois pilotos conseguiram frear e administrar a situação evitando assim um potencial desástre aéreo.

Fonte: Pousada das Notícias.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Socialite é acusada de ficar bêbada e permitir carícias íntimas em voo

Clare Irby, 30 anos, uma das herdeiras da fabricante de cervejas Guinness, voava de Bangalore para Londres em um voo da companhia, quando ocorreu o incidente.

O comandante do voo, Vivek Sondhi, disse aos jurados que a socialite, que viajava com seu filho, de dois anos de idade, estava "a beira de se tornar perigosa".

A ré, de 30 anos, nega que tenha ficado bêbada durante o vôo. Ela disse ao tribunal que talvez tenha bebido "cinco ou seis" taças de vinho tinto durante o voo, mas estava apenas "alta".

Mão boba

"Eu continuava funcionando com todas minhas faculdades. Eu não estava bêbada", disse ela.

A socialite confirmou ter conversado com outro passageiro, Daniel Melia, de 36 anos, mas declarou: "posso assegurar-lhes que ninguém tocou meus seios".

Clare Irby também negou qualquer problema com a forma como trocou de roupa durante o voo, afirmando que tomou cuidado para proteger sua dignidade.

A ré ainda criticou os comissários de bordo, dizendo "eu não senti que eles estavam particularmente satisfeitos de ter uma mãe solteira com o filho a bordo".

Quando a polícia descreveu o suposto comportamento de Clare Irby, sua resposta ao tribunal foi: "Parece que estou ouvindo (eles falarem) sobre um estranho".

Mas outra passageira a bordo, Polly O'Callaghan, disse que a socialite flertou com Melia.

Os dois beberam várias taças de vinho juntos, disse a testemunha. Segundo O'Callaghan, a socialite teria dito a Melia: "Normalmente não fico assim tão relaxada. Deve ser todo o ópio que venho tomando".

Ela acrescentou, no entanto, que o comentário pode ter sido uma brincadeira. A testemunha disse ainda que os dois passageiros falavam alto e eram abusivos em relação aos comissários, apertando o botão para chamá-los repetidamente.

Também foi dito que a namorada de Melia mudou de assento, porque estava sendo ignorada.

Preocupação com o filho

A testemunha disse ainda que ficou preocupada com o filho da ré, que estava pulando na cadeira ao lado da mãe, enquanto ela dormia.

Ela também contou que Clare Irby colocou a mão no rosto de uma comissária, enquanto dizia palavrões para outra.

Ao descrever o comportamento dos dois passageiros, o comandante do voo, Sondhi, afirmou: "Eles estavam a beira de se tornar perigosos, eu diria, então, pedi ao diretor do voo para parar de servi-los bebidas alcoólicas".

A comissária Shivaneji Sharma disse que a socialite tirou a saia, revelando a calcinha fio-dental, antes de vestir sua calça legging.

Outra comissária, Arpita Mehra, declarou: "ela estava ocupada com o passageiro sentado atrás dela".

"Eles estavam conversando e se tornando próximos um com o outro, enquanto a criança chorava."

"O homem estava debruçado para a frente, tocando os seios dela, e eles estavam se beijando."

Daniel Melia não está sendo julgado.

Fonte: BBC Brasil.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Voo da Kingfisher retorna após problemas no trem de pouso


Um vôo Kingfisher com rota Mumbai para Bangalore com 96 passageiros a bordo teve de regressar ao aeroporto de Mumbai apenas 12 minutos após a decolagem devido a aeronave ter apresentado um problema técnico em seu trem de pouso.

A aeronave havia decolado do aeroporto às 9h05 e retornou às 9:17 h devido ao seu trem de pouso não ter recolhido.

Não houve emergência e o avião pousou em segurança. "
Os passageiros prosseguiram em outra aeronave da Kingfisher, que decolou às 11h20.

Fonte: Pousada das Notícias.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Uma fábula sobre a Índia


A Kingfisher Airlines da Índia prometeu aos passageiros um tratamento especial, os atendentes do voo eram tão atraentes que eram chamados de "modelos voadores", as refeições eram completas até em voos curtos e havia valets a postos para carregar as malas. Mas o mais importante decaiu.
Com um aperto financeiro e impossibilitado de pagar suas contas, a companhia foi forçada a se endividar em bancos públicos da Índia, hipotecar bens em troca de garantias de empréstimo, adiar entregas de novos aviões e buscar por investidores estrangeiros.

O mais simbólico talvez seja, não o início de voos internacionais da Índia para a Califórnia, como foi previsto pelo fundador exibicionista da companhia, Vijay Mallya, mas sim a nova rota da linha aérea de Calcutá para Dhaka, capital de Bangladesh.
Companhias aéreas em todo o mundo estão sofrendo com os cortes de viagens sem necessidade tanto de executivos quanto a lazer, mas na Índia, em certos casos, eles estão sofrendo mais.

E analistas dizem que nos próximos meses, a Kingfisher, uma das empresas de transporte nacionais e uma das marcas mais reconhecidas do país, pode estar mais vulnerável aos problemas do que qualquer outra companhia no país.

Os problemas da Kingfisher mostram uma história com moral para investidores e fornecedores ansiosos para fazer negócios em uma das poucas maiores economias ainda com crescimento significativo.

Mesmo que a receita e o consumo continuem a subir na Índia, o sucesso não é garantido, como também nem mesmo um caminho fácil.

Dos US$ 9 bilhões que a Associação Internacional de Transporte Aéreo estima que a indústria aérea global perderá em 2009, quase um quarto pelas linhas indianas, que levam 2% dos passageiros do mundo.

Para as companhias aéreas privadas, "nos próximos seis a nove meses, o importante é sobreviver", disse Kapil Arora, parceiro do treinamento de aviação da Ernst & Young. Para fazê-lo, eles terão que cortar agressivamente os custos em marketing, tecnologia e folha de pagamento, disse.

Mesmo assim pode não ser o suficiente. Após resistir por anos, o governo indiano considera deixar que linhas aéreas estrangeiras tomem conta de 25% das companhias indianas.

Mas o resto delas no mundo também está sem dinheiro. "Será preciso um envolvimento ativo do governo" para manter as companhias aéreas do país nos negócios, disse Arora.


Para Mallya, cujo império também inclui a United Spirits e a United Breweries, maiores produtoras de licor e cerveja da Índia, como também uma companhia de fertilizantes e uma firma de engenharia, cortar gastos pode ser difícil.
Conhecido como o "rei dos bons momentos", Mallya persegue um estilo de vida dispendioso que inclui uma coleção de centenas de carros sport e uma vila na Riviera francesa.

Ele criou a Kingfisher como uma companhia aérea "premium" e, quando o número de passageiros começou a crescer, ele fez grandes pedidos de aviões, incluindo cinco jatos A380 superjumbo da Airbus, embora a Kingfisher nunca tenha trazido lucros.

Em uma entrevista de e-mail, Mallya refutou sugestões de que a companhia estava lutando para sobreviver. A empresa se tornará lucrativa no próximo ano fiscal, disse, e um empréstimo de US$ 500 milhões, recentemente fornecido pelo Banco Estadual da Índia, e negociado por um consórcio de bancos, é o suficiente para mantê-la funcionando neste ano.


Ele também está confiante de que encontrará um investidor estrangeiro que queira entrar com parte na companhia. "Estamos discutindo com investidores de ações privadas", disse. "Certas empresas aéreas também mostraram bastante interesse, mas estes estão sujeitos às políticas governamentais precisam permitir o investimento".
Banqueiros e analistas dizem que o preço objetivado por Mallya para qualquer acordo é tão alto quando oito vezes o preço das ações da Kingfisher, que caíram mais de 80% desde seu auge no fim de 2007.

Ele não confirmou esses números, mas disse "que há um valor de reconhecimento pela maior empresa de transporte com a mais ampla rede de comunicações de um país com grande potencial como a Índia".


Mesmo assim, tal brinde poderia ser difícil de conseguir mesmo em bons momentos. A Kingfisher perdeu 10,1 bilhões de rúpias, ou US$ 210 milhões, nos nove meses que terminaram em dezembro, os números mais recentes disponíveis.

Outra grande companhia aérea privada da Índia, a Jet Airways, informou um pequeno lucro para o primeiro trimestre deste ano, em parte por causa das taxas de impostos passadas.

A Kingfisher ainda deve US$ 100 milhões a companhias de petróleo por combustível de avião comprado em 2008, disse Mallya. Esses pagamentos serão feitos em novembro.


Fonte: Último Segundo.

sexta-feira, 28 de março de 2008

Avião atropela cachorro na decolagem em aeroporto indiano

Foto montagem by Lisarb
Na noite de quinta-feira 27/03/2008, o vôo da Kingfisher Airlines tentava decolar rumo a Hyderabad quando bateu o pneu dianteiro em um cachorro, segundo contou o comandante. Autoridades do aeroporto local disseram que o avião sofreu um problema na roda abaixo do nariz. No total, o avião tinha 29 pessoas a bordo (ATR 72-500), sendo 25 passageiros. O comandante do avião disse que por estar escuro não foi possível enxergar o cão na pista e que por estar ganhando velocidade, não teve como frear a tempo. Com o acidente, o aeroporto indiano ficou fechado por cerca de quatro horas e provocou o atraso de dezenas de vôos. "Eu estou feliz que todos saíram salvos da aeronave, mas infelizmente os problemas com cães na pista persiste na Índia”, afirmou o diretor da empresa aérea. Segundo alguns sites, 2 pessoas a bordo ficaram feridas.

Fonte: http://desastresaereosnews.blogspot.com/

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