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quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Agora são 35 Boeing´s 737 por mês


A Boeing entrega o primeiro 737 construído após nova taxa produção de 35 aviões 737 Next-Generation por mês, da nova taxa norueguesa Awas Aviation Services, Inc. 

A companhia aérea Norwegian Air Shuttle irá operar o avião por meio de leasing. Os colaboradores estão focados em estabilizar essa nova taxa de produção, enquanto são feitos investimentos para subi-la a 38 unidades do 737 por mês no segundo trimestre de 2013 e 42 na primeira metade de 2014.

Os líderes do programa 737 reconheceram as contribuições dos colaboradores para atingir a taxa recorde durante comemoração para os funcionários na fábrica de Renton. Os times de funcionários implementaram novas melhorias para aumentar a capacidade de produção.

“Ao trabalhar como uma equipe, nós alcançamos níveis de produção nunca antes alcançados”, afirmou aos funcionários, o vice-presidente e gerente-geral do programa 737, Beverly Wyse. “Foi graças ao foco e dedicação dos colaboradores do programa que reduzimos os resíduos do nosso sistema de produção e identificamos oportunidades de aumentar nossa produtividade no futuro.”

“O primeiro avião a ser entregue nesse novo ritmo de produção saiu da fábrica de uma maneira tranquila. Apenas oito etapas, de milhares, foram feitas fora de nossa linhas de produção e tivemos somente três falhas durante toda a produção”, afirma Wyse.

O programa também celebrou a garantia de produção do 737 MAX na fábrica de Renton. “A capacidade desse time pesou muito na decisão de manter o 737 MAX aqui, em Renton”, diz Wyse. “Com os anos de experiência e dedicação de nossos colaboradores, não existe lugar melhor para desenvolver e construir o 737”, concluiu Wyse.

Fonte: Portal 12 Horas Aérea.
Photo by: Google.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Azul Cargo utilizará Boeing 737 e 757 em sua frota


A Azul Linhas Aéreas Brasileiras está iniciando os serviços de transporte de cargas expressas Azul Cargo, com o alto padrão de regularidade e pontualidade já demonstrados nas operações de transporte de passageiros.

Tais qualidades, somadas às características da malha de voos da Azul, interligando sem escalas o Aeroporto de Viracopos em São Paulo aos demais destinos já atendidos, trará aos clientes Azul Cargo as vantagens da agilidade e confiabilidade nas remessas de cargas e documentos urgentes.


As atividades começaram efetivamente no dia 17 de agosto com as primeiras remessas partindo do Aeroporto Internacional de Viracopos (Campinas) e com destinos as cidades de Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Recife (PE).


“Percebemos uma oportunidade de mercado para oferecer um transporte de cargas com credibilidade e com a mesma regularidade e qualidade com que atuamos no embarque de passageiros”, destaca Miguel Dau, vice-presidente Técnico-Operacional da Azul Cargo, ao lançar a nova unidade nesta quarta-feira (26/08), em Campinas.
“Em 30 dias vamos operar em Curitiba, Maringá, Navegantes e Porto Alegre também”, disse Maria Fan, gerente de Cargas.

A chegada a Vitória, Manaus, Campo Grande e Confins deve acontecer em outubro; nessas duas últimas, estamos ainda prospectando parcerias, explicou.

Em todas essas cidades, a Azul Cargo manterá lojas próprias ou agentes exclusivos No interior de São Paulo, a empresa já está, inclusive, com acordos de representação em destinos como Piracicaba, Jundiaí e Americana e que serão beneficiadas com o transporte terrestre (ônibus) que a Azul oferece da região para Viracopos.

Uma parceria também está sendo fechada com uma empresa em São José dos Campos. A previsão é começar a oferecer entregas porta a porta a partir de outubro deste ano.


O site da Azul Cargo já está no ar – www.azulcargo.com.br desde às 08h desta manhã. Lá, poderá ser verificado o status da encomenda feita e terá informações de todas as lojas da Azul Cargo.


Todas as remessas serão feitas a partir das 12 aeronaves Embraer 190 e 195 hoje utilizadas pela Azul para o transporte de passageiros.

O vice-presidente ressalta, no entanto, que, no futuro, a ideia é ter uma frota de carga composta por boeing 737 e 757. “Não vemos qualquer possibilidade de usar o modelo C390 da Embraer. Entendemos que esse tipo de aeronave não é adaptada para atender a aviação civil”, argumenta Miguel Dau.


A estimativa da Azul Cargo é transportar até 800kg de carga por voo, o que significará dez toneladas de carga por dia. “Em nosso primeiro ano de operações, a expectativa é que a Azul Cargo já represente 8% do faturamento total da Azul Linhas Aéreas“, profetiza Miguel Dau.


Serviços da Azul Cargo

Remessas urgentes de encomendas no Terminal de Cargas Azul Cargo do aeroporto de origem, em até 2 horas antes da decolagem do voo; Garantia de embarque no primeiro voo; Retirada em 2 horas após a chegada do voo, no Terminal de Cargas Azul Cargo do aeroporto de destino. Limite de 30 kg por volume.

Foto: Montagem 767 Aeroblog.
Fonte: Meio Aéreo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

Montando 367.000 peças


A Boeing desempenha a montagem principal de todos os jatos 737 nas fábricas dos Estados Unidos, unindo peças que vêm de fornecedores do mundo inteiro.

Montar o 737 é um trabalho complexo, já que os funcionários precisam juntar 367.000 peças e igual número de parafusos e porcas, além de 58 quilômetros de cabos elétricos para formar um avião.

A fuselagem é produzida pela unidade da Boeing em Wichita, Kansas, no centro-oeste americano. Lá, os funcionários unem o nariz e a fuselagem do avião ao centro e cauda e após, ela é colocada dentro de um vagão de trem e viaja aproximadamente 3.500 quilômetros pelos Estados Unidos. Quando o trem chega em Renton, a fuselagem é transferida para um carro maior e levada sobre rodas ao prédio de montagem final, onde fica por aproximadamente 13 dias.

Durante a primeira fase da montagem final, os trabalhadores da fábrica focam no interior, instalando material isolante nas paredes internas da fuselagem e também adicionam os canos e a fiação. Quando a fuselagem está pronta para seguir para a próxima fase de produção, um guindaste a 27 metros do solo a levanta e a coloca na posição seguinte.

Lá, ferramentas de precisão são usadas para instalar o trem de pouso e as duas asas, fazendo com que a estrutura se pareça com a de um avião. Neste momento, o 737 pode rolar no chão da fábrica e se posicionar na linha de produção móvel, que ajuda a reduzir o tempo de montagem e também diminui estoques e custos de produção.

O 737 na linha móvel se move continuamente, a 5 centímetros por minuto e a linha pára durante os intervalos dos funcionários, para assuntos críticos de produção ou entre turnos. Tabelas de tempo pintadas no solo ajudam os trabalhadores a calcular o progresso de fabricação.


Depois, os painéis no chão e as galleys são instaladas e o teste funcional tem início. Em um deles denominado “high blow”, os mecânicos pressurizam o avião como se ele estivesse voando a 28.300 metros (mais de duas vezes a altitude de quando ele está em serviço) e nesse momento, os inspetores se certificam de que não há nenhum vazamento de ar.

Em outro teste, grandes guinchos amarelos levantam o avião de 70.300 quilos para que os funcionários possam testar o sistema de retração do trem de pouso. Conforme o avião se aproxima do final da linha, o resto do interior é finalizado, lavatórios, compartimento de bagagem, painéis do teto, carpetes, assentos e um pouco antes do 737 sair da fábrica de montagem final, os mecânicos instalam os motores do jato.


A próxima etapa é rebocar o avião a outro hangar para ser pintado com a utilização de cerca de 189 litros de tinta e após a aplicação, o avião ganha mais 136 quilos de peso.

Quando o processo de pintura termina, o avião fica pronto para um teste de vôo da Boeing, o último passo para se certificar de que o 737 está pronto para transportar passageiros. Depois desse teste com os pilotos do fabricante, outro é realizado já com os tripulantes da linha aérea cliente e o jato está pronto para ser entregue ao seu novo proprietário.


Via: Renilson Reis / Fonte: Flap International/Smart’s Blog: Aviação e Cotidiano.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Caixa-preta revela barulho suspeito no avião que saiu da pista em Denver


O piloto do Boeing 737 da Continental que sofreu um acidente no sábado passado no Colorado (oeste dos EUA) cancelou a decolagem devido a um barulho suspeito que detectou 41 segundos depois de começar a acelerar em uma pista do aeroporto de Denver, informou Terry Williams, do departamento da segurança dos transportes (NTSB, sigla em inglês).

Quatro segundos após a detecção do barulho, um dos dois pilotos pediu a anulação da decolagem, destacou Williams, citando a gravação das comunicações na cabine dos pilotos recuperada na caixa-preta.

Segundo o porta-voz, o piloto cancelou a decolagem no último minuto, quando o avião já estava numa velocidade superior a 160 km/h. Foi nesta hora que o aparelho começou a virar para a esquerda e percorreu mais de 600 metros antes de cair num barranco de 12 metros de profundidade, onde pegou fogo.

"Ainda não sabemos qual é causa do acidente", ressaltou Williams. "Os investigadores ainda estão recolhendo informações", acrescentou.

O porta-voz confirmou que o piloto está ferido, e ainda está no hospital. O NTSB está esperando que receba alta para ouvi-lo. Williams também disse que cinco passageiros continuam no hospital, mas destacou que nenhum deles corre risco de vida. No total, 38 das 115 pessoas que estavam a bordo do aparelho, entre elas cinco tripulantes, ficaram feridas. O avião fazia a ligação entre Denver e Houston, no Texas.


Fonte: Direto da Pista.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Investigadores analisam destroços de avião acidentado nos EUA

Investigadores federais começaram hoje a examinar os destroços da aeronave da Continental Airlines que pegou fogo na noite de sábado ao sair da pista no aeroporto internacional da cidade de Denver, no Estado americano de Colorado. O acidente deixou pelo menos 38 feridos , 2 deles em estado crítico.

Justificar
A aeronave, que ia para Houston, no Texas, percorreu cerca de 700 metros numa tentativa de decolagem, mas derrapou e caiu num barranco. Segundo os bombeiros, as imagens que se seguiram pareciam extraídas de um filme: dezenas de pessoas emergiam da fumaça dos escombros onde queimavam os restos do Boeing 737 da empresa americana Continental Airlines.

O fogo queimou toda a parte direita do avião e derreteu o plástico dos assentos e bagageiros. Os 110 passageiros e 5 tripulantes conseguiram escapar pelas rampas de segurança infláveis e os 38 feridos foram levados a hospitais da região, segundo Kim Day, gerente de aviação do aeroporto internacional de Denver.

Oficiais do National Transportation Safety Board (NTSB), um organismo independente que investiga acidentes, aproveitaram as primeiras horas da manhã para examinar os destroços e então conduzir as primeiras entrevistas com os pilotos.

Os registros da cabine e as caixas pretas do avião foram levados para Washington e segundo o NTSB, elas estavam em boas condições. Quando a aeronave tentou decolar, o tempo em Denver estava frio, mas não nevava. Os ventos no aeroporto eram de 50 quilômetros por hora.

Fonte: Direto da Pista.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Boeing atrasa entregas de 737 por problemas internos

Difícil de acreditar, mas as entregas de Boeing 737 também serão atrasadas, devido a mais um problema com fornecedores de elementos de fixação, pois muitos foram fornecidos sem a camada de proteção de cádmio, inibidor da corrosão no alumínio.

Fonte: JetSite.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Avião faz pouso de emergência em aeroporto em Santiago do Chile


Um avião da empresa Air Comet fez um pouso de emergência no aeroporto Arturo Merino Benitez/Pudahuel em Santiago do Chile, para onde precisou retornar minutos após ter decolado, informaram fontes aeronáuticas.

Em comunicado, a companhia aérea disse que "se completaram estritamente todos os procedimentos de segurança" e assegurou que "os passageiros e tripulantes do vôo nunca estiveram em risco".

O fato ocorreu aproximadamente às 8h30 (11h30 de Brasília) e o avião era um Boeing 737 da Air Comet que se dirigia rumo à cidade de Punta Arenas, 2.400 quilômetros ao sul de Santiago.

Segundo as fontes, os pilotos decidiram voltar com o avião ao aeroporto após uma luz no painel acender indicando um possível problema de combustível.

Fontes: DAN.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Vazamento de sopa leva avião a desviar rota para a Alemanha


Um avião da empresa irlandesa Ryanair foi forçado a pousar na Alemanha depois que um passageiro teve uma reação alérgica à sopa de cogumelo. A sopa estava armazenada em um pote no compartimento de bagagem sobre os assentos da cabine do vôo de Budapeste para Dublin, e pingou sobre o passageiro, que começou a se sentir mal, segundo Ryanair.

Há notícia de que seu pescoço inchou e ele teve dificuldade de respirar, forçando o avião a mudar de rota para buscar atendimento médico de emergência. O incidente ocorreu na segunda-feira.
Uma porta-voz da Ryanair disse que é um procedimento de praxe desviar o avião para o aeroporto mais próximo quando um passageiro precisa de atendimento médico. E a decisão de fazer isso cabe ao chefe da tripulação de cabine e ao comandante.


O Boeing 737 pousou no aeroporto Hahn em Frankfurt, onde o passageiro foi atendido por médicos. A viagem para Dublin foi atrasada duas horas. No mesmo dia, um outro incidente forçou um avião também da Ryanair, que seguia de Bristol, na Inglaterra, para Barcelona, na Espanha, a fazer um pouso não planejado no aeroporto de Limoges, na região central da França. A cabine sofreu despressurização repentina. Dezesseis pessoas foram levadas para um hospital, sofrendo de dor de ouvido.

Fonte: BBC Brasil

terça-feira, 10 de junho de 2008

Acidente com avião em aeroporto sudanês deixam 28 mortos


Um avião da Sudan Airways explodiu hoje 10/06/08 logo depois de pousar em Cartum, capital do Sudão. Autoridades disseram que pelo menos 28 dos 217 ocupantes do aparelho morreram.
A TV sudanesa mostrou imagens do avião em chamas na escuridão, enquanto bombeiros tentavam controlar o fogo com mangueiras. O aparelho, que a TV disse ser um Airbus, transportava 203 passageiros e 14 tripulantes.
A agência Reuters chegou a divulgar a informação de que já haviam sido confirmadas 120 mortes, mas o general Mohamed Osman Mahjoub, que havia passado o número, depois voltou atrás e disse que só 28 mortes eram confirmadas até o momento.
O subdiretor-geral de polícia Al Adel Ajeb disse à TV local que a operação de resgate dos corpos está complicada porque alguns deles estão estraçalhados e completamente carbonizados.
Um passageiro disse que o avião, que vinha de Amã (Jordânia), havia tentado pousar, mas que o comandante suspendeu a operação e avisou aos passageiros que isso se devia ao mau tempo.
Foto: AP

O avião voou até Port Sudan, na costa do mar Vermelho, antes de voltar a Cartum, cerca de uma hora depois. "Quando tentou pousar houve uma colisão", relatou esse passageiro.

Explosão

No momento do acidente, uma tempestade de areia prejudicava a visibilidade na cidade, segundo moradores.
Outro sobrevivente, Al Haj Bashir, disse que o pouso em Cartum "não foi normal" e que ocorreu "uma explosão na asa direita" dois ou três minutos depois da chegada em terra.
O ministro dos Transportes, Mabrouk Mubarak Salim, confirmou ter havido uma explosão no motor direito. "Até agora não temos informação precisa, mas achamos que o tempo foi a principal razão do que aconteceu."

Foto: Arte G1

O incêndio no avião já foi debelado. No auge, o fogo parecia consumir a cabine e a fuselagem. A TV mostrou os tobogãs de fuga abertos nas laterais do aparelho.

Sobreviventes

As autoridades disseram que o piloto ficou levemente ferido, mas que entre os demais tripulantes só um foi achado com vida. Um porta-voz disse que a contagem de sobreviventes está confusa, porque eles acabaram se dispersando e muitos foram embora do aeroporto.
Yusuf Ibrahim, diretor do aeroporto, disse à TV que o pouso ocorreu "com segurança" e que já em solo a tripulação chegou a conversar com a torre, que orientou o avião sobre onde taxiar. "Nesse momento uma explosão aconteceu", disse ele.
Há cinco anos, um Boeing 737 da Sudan Airways caiu logo após decolar de Port Sudan, matando 104 passageiros e 11 tripulantes.

Fonte: G1

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