Mostrando postagens com marcador Justiça. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Justiça. Mostrar todas as postagens

domingo, 16 de setembro de 2012

Northrop Grumman Corporation perde na justiça



A Northrop Grumman Corporation, fabricante do reverso do Fokker-100 da TAM que se acidentou em 1996, não conseguiu reverter decisão do Tribunal de Justiça (TJ) de São Paulo que determinou o pagamento de indenizações independentemente de acordos extrajudiciais.

A empresa tentou trazer a discussão ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), mas a ausência de comprovantes de pagamentos de custas e porte de remessa do processo impediu a apreciação do recurso. As investigações apontaram que o mau funcionamento do reverso foi uma das causas principais que motivaram o acidente.

A fabricante do reverso ainda insiste que o STJ deve admitir seu recurso especial para análise - o que já foi negado tanto pelo TJ quanto pela presidência do próprio STJ, que negou seguimento a agravo de instrumento da empresa.

Diante de novo recurso da Northrop (um agravo regimental), cabe ao presidente do STJ, ministro Ari Pargendler, reconsiderar sua decisão anterior ou determinar que o agravo de instrumento seja distribuído a outro ministro, que será o relator do agravo regimental contra a primeira negativa de admissibilidade pelo STJ. A empresa alega que a decisão anterior peca por excesso de formalismo e que houve o recolhimento efetivo dos valores.


A queda da aeronave causou a morte de 99 pessoas. A ação de indenização proposta em 1998 condenou a Northrop ao pagamento de R$ 2 milhões a cada família, mais dois terços do último salário de cada vítima até o ano em que completariam 65 anos, além de multa de 20% por litigância de má-fé em razão de não ter depositado caução. Os honorários advocatícios foram fixados em 20% do total a ser apurado em liquidação.


Fonte: Blog Aqui em Cima.
Photo by: Remil Dallot / Reprodução

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Avianca, Azul, Gol, Tam e Trip pagaram R$ 70 mi em indenizações por atrasos



Mais de R$ 70 milhões foram pagos pelas empresas aéreas: Avianca, Azul, Gol, Tam e Trip no ano passado em indenizações a passageiros em razão de atrasos e cancelamentos de voos. 

A informação é da Associação Brasileiras das Empresas Aéreas (Abear) e diz respeito ao valor pago por essas companhias aos passageiros com alimentação, hospedagem, reacomodação em outras empresas aéreas e traslados nos casos de atrasos e cancelamentos de voos.

Em 2011, segundo a Anac, foram vendidos 86 milhões de bilhetes aéreos no Brasil. “Muitas variáveis compõem a experiência de voar e entendemos que não há como tratá-las de maneira isolada, pois o transporte aéreo consiste em uma grande rede, que aglutina várias fases. Nosso grande compromisso é com quem viaja de avião, portanto, as empresas associadas têm se dedicado em prestar o melhor atendimento aos consumidores, sobretudo nessas condições”, explica o presidente da Abear, Eduardo Sanovicz.

“O brasileiro ascendeu econômica e socialmente e usa com maior frequência o transporte aéreo, tendo ainda os benefícios das milhas e das passagens promocionais. Em contrapartida, as companhias aéreas precisam de infraestrutura para funcionar de forma mais eficiente, o que inclui instalações em aeroportos, transporte nos terminais, estacionamentos e serviços. A reforma e ampliação dos aeroportos brasileiros são medidas que podem garantir a melhoria”, diz Sanovicz.


Fonte: Desastres Aéreos News.
Photo by: mundosebrae.com.br

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Após usar laser contra helicóptero, estudante é detido


Um estudante de 22 anos, residente na Rua Hugo Anteghine, no bairro Jardim do Bosque, Leme, SP, foi detido e conduzido ao plantão da Polícia Civil na noite deste sábado, dia 8.

Por volta das 22h30min, o helicóptero “Águia 13” da Polícia Militar, comandado pelo Capitão Gherardi, sobrevoava o recinto da Festa do Peão, quando o acusado, utilizando um equipamento de “raio laser”, passou a iluminar a aeronave da PM.

Com o apoio da equipe da ROCAM que estava nas proximidades da casa do estudante, ele foi abordado e em seu poder foi localizado o equipamento.
Ele foi encaminhado ao plantão da Polícia Civil, onde a ocorrência de crime contra a aviação, Artigo 261 do Código Penal, foi registrado. Depois de ouvido, ele foi liberado.
Artigo 261 do Código Penal – “Expôr a perigo embarcação ou aeronave, própria ou alheia, ou praticar qualquer ato tendente a impedir ou dificultar navegação marítima, fluvial ou aérea: Pena - reclusão, de dois a cinco anos“.


Fonte: Leme News / Piloto Policial.
Photo by: aeromagazine.uol.com.br

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Que a Justiça seja feita !


A Justiça Federal condenou Wagner Canhedo Azevedo, ex-presidente da VASP (Viação Aérea São Paulo), a oito anos e oito meses de prisão por deixado de repassar à Previdência Social contribuições recolhidas dos funcionários da companhia. O valor chega a R$35 milhões, de acordo com a Procuradoria da República.

Como a decisão é de primeira instância, ainda cabe recurso. Se a sentença não for reformada na segunda instância, ele deve cumprir a pena em regime fechado e não poderá converter a pena restritiva de liberdade por pena restritiva de direitos (como a perda de bens e valores, por exemplo),  de acordo com a sentença do juiz Fábio Rubem David Muzel, da 7ª vara da Justiça Federal.

A denúncia foi feita pelo MPF (Ministério Público Federal), que acusa Azevedo de apropriação indébita por ter deixado de recolher, entre maio de 2003 e dezembro de 2004, as contribuições previdenciárias.

Ele também foi acusado de suprimir contribuição previdenciária por meio da omissão de GFIPs (Guia de recolhimento de FGTS) e de omissão de informações às autoridades em relação a tributos relativos às contribuições ao INCRA, ao Fundo Aeroviário e ao FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação).

Nesses dois casos, porém, o ex-presidente da VASP foi absolvido.


Fonte:  Blog Aqui em Cima.
Photo by: Blog Aqui em Cima.

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

TJMG condena TAM a indenizar passageiro retido em avião



O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) condenou a TAM Linhas Aéreas a pagar R$ 10 mil a um passageiro que ficou sete horas preso dentro de um avião para aguardar a saída do voo, segundo a denúncia. A decisão da 10ª Câmara Cível foi dada no dia 10 de julho, mas só foi divulgada nesta segunda-feira (13).

O caso ocorreu em 2009 em um voo que saiu de Orlando, nos Estados Unidos. A aeronave tinha destino final em Guarulhos, mas, como o aeroporto estava fechado por causa do mau tempo, fez o pouso no Rio de Janeiro.

De acordo com o TJMG, o autor da ação, que mora em Belo Horizonte, relatou que os passageiros da primeira classe desceram do avião para esperar a abertura do aeroporto em São Paulo. Os passageiros da classe executiva e da econômica teriam esperado sete horas sem alimentação, ar condicionado e nenhum tipo de assistência, conforme a denúncia. A companhia alegou ao TJMG que a Polícia Federal impediu que os passageiros desembarcassem da aeronave.

Em 1ª instância, o juiz havia condenado a TAM a pagar R$ 20 mil. No recurso, o relator, desembargador Cabral da Silva, afirmou que a alegação da empresa aérea de que o desembarque fora vetado pela Polícia Federal não foi comprovada. O relator entendeu ser excessivo o valor indenizatório fixado em 1ª instância, de R$ 20 mil, reduzindo-o para R$ 10 mil.

O G1 fez contato com empresa aérea nesta segunda (13) e na manhã desta terça-feira (14). Às 17h37 desta terça-feira (14), a TAM Linhas Aéreas informou que acatou a decisão do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG).


Fonte: G1.
Photo by: Google Image.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Justiça estabelece multa a aérea que cobra mais de 10% por remarcação

  A Justiça Federal estipulou multa de R$ 100 mil a companhias aéreas que cobram mais de 10% do valor da passagem em casos de remarcação ou cancelamento.



  A decisão foi publicada nesta segunda-feira no "Diário Oficial" da 1ª Região e vale para as empresas TAM, Gol, Cruiser, TAF e Total, em todo o país. As cinco companhias foram condenadas em 2011 a limitar as tarifas. Se o consumidor fizer a mudança até 15 dias antes da viagem, o valor deveria cair para 5%.
O Ministério Público Federal no Pará, autor do processo, alegou que as empresas não vêm obedecendo à sentença.

  A reportagem ouviu queixas de passageiros e constatou nos sites das empresas taxas de até 60% para remarcação. Na época, TAM e Gol disseram que só se manifestariam nos autos do processo.  As outras três empresas não fazem mais transporte de passageiros, segundo a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

  A ação civil da Procuradoria se baseava nas empresas que operavam no aeroporto de Belém. Por isso outras companhias não foram condenadas.
  As companhias terão prazo de 15 dias para apresentar documentos que comprovem o cumprimento. (FELIPE LUCHETE)


Fonte: FOLHA DE SP
Photo by: GOOGLE IMAGENS

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Aérea é condenada a pagar R$ 6 mil a passageiro, após voo cancelado




O Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) condenou a empresa Oceanair Linhas Aéreas S/A – Avianca a pagar uma indenização de R$ 6.228,35 por danos morais e materiais a um passageiro, cujo nome não foi divulgado, por causa de um voo cancelado. O entendimento do desembargador Itabira de Brito, da 1ª Câmara Cível do TJPE, foi que, ao emitir uma passagem aérea com horário definido para o voo, a companhia de aviação deve cumpri-lo, independentemente de problemas técnicos na aeronave. A decisão foi publicada na quarta-feira (8), no Diário da Justiça eletrônico. A empresa ainda pode recorrer.

De acordo com a sentença, o cliente teria comprado passagens de ida e volta referentes ao trecho Juazeiro do Norte (CE) e Guarulhos (SP). Porém, a empresa aérea não cumpriu com os termos do contrato e cancelou o voo da volta, que inicialmente estava previsto para o dia 15 de agosto de 2011, às 5h. A companhia comunicou ao cliente que ele seria realocado para outra aeronave, com previsão de saída apenas no dia seguinte. O atraso inviabilizou o passageiro de comparecer a um compromisso profissional, na Vara da Justiça do Trabalho da cidade de Araripina, no Sertão de Pernambuco.

Na primeira instância, o cliente conseguiu decisão favorável do juiz Carlos Eduardo Mathias, que condenou a companhia aérea a pagar indenização por danos morais no valor de R$ 5 mil e por danos materiais no valor de R$ 1.228,35. Após recurso da companhia, o desembargador Itabira de Brito manteve a decisão do juiz, na segunda instância do Judiciário pernambucano.

“No presente caso concreto, em que pese se tratar de cancelamento de voo, vislumbra-se um total descaso da empresa aérea para com seu consumidor, pois a mesma, como prestadora de serviços que é, deveria, no mínimo, devida as comprovadas circunstâncias, embarcá-lo em outro voo, mesmo que de outra companhia aérea”, afirmou o desembargador na sentença.



Fonte: DAN
Photo by: TJ.

sábado, 23 de junho de 2012

Passageira receberá R$ 52 mil de indenização




A companhia aérea TAM foi condenada em segunda instância a pagar 52 000 reais a uma passageira que teve a bagagem extraviada durante o retorno de uma viagem à Europa. 

O valor total é referente a 40 000 reais de indenização por danos materiais e 12 000 reais por danos morais. A mulher tinha duas malas com quase 60 quilos cada.

Em primeira instância, a quantia fixada pela Justiça para a indenização por danos materiais era de 20 000 reais, pois o magistrado havia considerado que a condição de remuneração da passageira, que é assistente de telemarketing, não permitiria que tivesse uma bagagem tão valiosa. 

Entretanto, a 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo decidiu aumentar a quantia da indenização de acordo com o valor que havia sido requerido pela cliente, pois a mulher comprovou o preço da bagagem ao juntar notas fiscais dos produtos adquiridos no exterior, entre eles cosméticos, roupas e objetos de grife.

“O valor alegado destoa absolutamente da condição social hoje ostentada pela autora. Isso, porém, não pode afastar a prova material juntada nos autos”, afirmou o desembargador Melo Colombi em seu voto. “Embora no Brasil a autora seja atendente de telemarketing, isso não afasta a possibilidade dela ter conseguido, no período em que passou na Europa (dois anos trabalhando), auferir ganhos suficientes para adquirir os produtos indicados”


Fonte: Exame.
Photo by: Google Image.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

PF apreende aeronaves estrangeiras irregulares



Uma força-tarefa formada por agentes da Polícia Federal e da Receita Federal, com colaboração da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), apreendeu até as 11h desta quarta-feira (20) sete aeronaves estrangeiras irregulares. 

Intitulada Pouso Forçado, a operação contou com 50 policiais federais e 25 auditores fiscais da Receita e ocorreu nos aeroportos de Congonhas, na Zona Sul da capital paulista, no Galeão, no Rio, de Viracopos, em Campinas, e de Jundiaí, ambos no interior de São Paulo.


Segundo a legislação, aviões particulares produzidos no exterior e pertencentes a empresas com sede internacional podem entrar no país temporariamente se conduzirem seus diretores. 
Caso as aeronaves sejam utilizadas regularmente no Brasil, elas devem ser importadas por seus usuários, com o recolhimento de impostos. De acordo com a PF, estima-se que o valor dos tributos não recolhidos chegue a R$ 192 milhões.
Com base em análise da movimentação das aeronaves e das listas de passageiros transportados, a investigação apontou indícios de que os aviões eram utilizados por pessoas físicas e jurídicas que moram no Brasil. 
Os pilotos entravam e saíam repetidas vezes do Brasil apenas para renovar os termos de admissão temporária das aeronaves, que são válidos por até 60 dias.
Os responsáveis serão indiciados pelos crimes de descaminho e falsidade ideológica, com penas que, somadas, podem atingir nove anos de prisão. Pode haver também o perdimento das aeronaves.

Fonte:  G1.
Photo by: Divulgação / Receita Federal.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Por ‘sobrepeso’, oito passageiros são ‘convidados a deixar’ voo da Avianca que levava governador ao DF


Oito passageiros que tentaram embarcar no voo 6225, da empresa Avianca, com destino a Belo Horizonte e escala em Brasília, foram impedidos de ingressar na aeronave, na manhã desta quarta-feira (14), no Aeroporto Internacional de Salvador. 

Coincidentemente, o avião levava o governador Jaques Wagner e comitiva à capital federal para a posse do novo ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe Vargas, que substitui o baiano Afonso Florence. 

Já na hora de tomar a rampa de entrada, antes do recolhimento dos bilhetes, os clientes foram informados pela companhia que havia sobrepeso no equipamento, que estava cheio. 

Os funcionários da Avianca justificaram que devido às obras de reforma do terminal para a Copa do Mundo, o que teria diminuído a extensão da pista de decolagem, oito voluntários precisariam desistir da viagem. 

Em contrapartida, a empresa se responsabilizaria por colocá-los em um voo da TAM, previsto para as 14h23. 


Como apenas metade se manifestou espontaneamente, o critério utilizado, de acordo com a empresa, foi o de escolher os quatro últimos a fazerem o check-in: um diretor da Agência de Fomento do Estado da Bahia (Desenbahia), a reitora da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), Adélia Maria Carvalho, e dois assessores parlamentares. 

Um deles, em contato com o Bahia Notícias, relatou que o método utilizado foi impreciso, uma vez que ele fez a verificação minutos antes do deputado que acompanhava.

“Eu fiquei e ele embarcou. Fiquei surpreso porque já estava descendo a rampa quando fui chamado. Assim como eu, outras pessoas tinham compromissos inadiáveis e tiveram que sair para acomodar o governador. Será que ele fez check in?”, indagou o passageiro, que prometeu acionar a Avianca na Justiça. 

A assessoria de comunicação do governo confirmou ao BN que Wagner viajou em voo comercial, porém sozinho. Contatados, os setores de imprensa da companhia aérea e da Infraero, empresa que administra o aeroporto, ainda não se posicionaram sobre o episódio. 

Fonte: Bahia Notícias.
Photo by: Leitor / Bahia Notícias.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Air Asia acusada de preços "enganadores"



A Air Asia está sob investigação e no tribunal por, alegadamente, praticar preços “enganadores” no seu site.

De acordo com o site pontofinalmacau.com, “o caso está sob investigação por eventual violação dos direitos do consumidor e envolve preços de viagens com destino a Macau, entre outras cidades chinesas.”

Porem, a Autoridade da Aviação Civil de Macau (AACM) ainda não recebem qualquer queixa sobre este caso. As reclamações em causa dizem respeito a 13 voos, operados desde Melbourne e Perth com destino a Macau, Hangzhou e Taipé.

O referido site escreve, ainda, que esta situação “pode levar a low-cost, com sede na Malásia, a pagar multas até nove milhões de dólares de Hong Kong. “


Fonte: Publituris.
Photo by: telegraph.co.uk

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Briga grande em João Pessoa

 
O advogado Benedito José da Nóbrega Vasconcelos protocolou na Justiça, na tarde do dia 16 de Fevereiro , um pedido de desocupação imediata dos prédios próximos ao Aeroclube da Paraíba cuja altura ultrapasse aos 34 metros. Ele também pede a demolição da parte excedente na altura e a imediata interdição do Aeroclube.

De acordo com reportagem divulgada pelo portal ClickPB, a iniciativa do advogado veio após a ação popular que tramita na 1ª Vara Federal da Paraíba que visa interditar "todos os edifícios circunvizinhos ao Aeroclube da Paraíba que tenham altura superior a 34m ou 44m de proximidade ao Aeroclube da Paraíba.

O advogado Benedito José da Nóbrega, segundo o portal, deu entrada com o pedido com “antecipação dos efeitos da tutela jurisdicional pretendida” referente ao processo 2002.82.00.005600-0, que tramita na Justiça Federal. 

De acordo com a reportagem, Benedito Nóbrega garante que já foi comprovado nos autos do processo, através de uma Perícia Técnica realizada pela Associação Técnico Científica Ernesto Luiz de Oliveira Junior, que cerca de 19 prédios se encontram em situação irregular, ou seja, com altura superior ao permitido legalmente, oferecendo risco aos moradores. 

Na ação protocolada, ainda segundo o portal, o advogado pede que as atividades de funcionamento do Aeroclube sejam imediatamente paralisadas até que os prédios construídos sejam esvaziados e desocupados pelos moradores, já que os voos podem causar acidente fatal aos que habitam próximo aquele aeródromo. 

Os edifícios listados na ação que tramita na Justiça Federal que devem ser desocupados imediatamente são: 

Firenze Palazzo, Amitai Residence, Residenciale Sangalo, Trianon, Ilhas Gregas, Residencial Gaudi, Maison Elisabeth, Residencial Walross, Residencial Rio Tarumã, Valle Wiscaya, Valle Werzasca, Coliseum Residence, Residencial Rubayat, Condomínio Residencial Andromeda, Residencial Kadoshi, Residencial Caruzo, Condomínio Residencial Mar de Bertioga, Residencial Caladium, e Honnover Residence. Dentre estes, há alguns que ultrapassaram cerca de 50m além da altura máxima permitida. 

É que, o entorno do aeródromo, como é considerado o aeroclube, e dentro de um raio de 4,5Km, só permite edificações até 44m e, os prédios que podem ser demolidos ultrapassaram e muito esta altura. 

Participam do pólo passivo da ação popular a União Federal, o Comandante do II Comando Aéreo Regional da Aeronáutica (II COMAR) Major Brigadeoro-do-Ar William de Oliveira Barros, o Aeroclube de João Pessoa, a Prefeitura de João Pessoa, Carmem Etienette Melo, e todos os beneficiários das edificações, incluindo as construtoras. 

Segundo o Dr. Benedito José “A Justiça não pode ser omissa já que existe perigo iminente de uma verdadeira tragédia naquele local. Vamos tomar todas as providências legais e acautelatórias para que todos estes prédios sejam imediatamente interditados e que as atividades do Aeroclube da Paraíba sejam paralisadas de imediato, visto que estão gerando risco iminente de um desastre aéreo”.

Fonte: Blog Spotter SBJP.
Photo by: www.panoramio.com

quarta-feira, 24 de março de 2010

Aécio cancela medida da Anac

 
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), declarou em entrevista concedida ontem, no Palácio Tiradentes, em Belo Horizonte (MG), que cancelou a medida da Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) que liberava o aeroporto da Pampulha para voos fora do limite previsto anteriormente, em reunião realizada na segunda-feira (22). 

A portaria anterior da Anac limitava os voos do aeroporto até 50 passageiros, em razão de questões de operacionalidade técnica da pista, questões ambientais, de segurança e a própria incapacidade do terminal de receber um número maior de passageiros. 

Segundo o governador, a decisão da Anac não poderá ser implementada por restrições que a própria agência considerou na sua portaria anterior. 

Aécio explicou que, há alguns anos, o governo transferiu os voos de jatos diretos de Minas com destino a outros estados para o aeroporto Tancredo Neves, em Confins. 

Com isso, o aeroporto da Pampulha adquiriu um perfil regional e de aviação particular. 

"Conversei há algumas semanas com o ministro Nelson Jobim em Itajubá e alertei a ele sobre essas questões. Ele me garantiu que o que haveria seria apenas uma extensão para voos de aviões até 90 passageiros. Mas me parece absolutamente inadequada a retomada de voos de jatos para o aeroporto da Pampulha", explicou. 

Para o governador, a retomada de voos de jatos para a Pampulha é equivocada devido à falta de segurança e questões ambientais. De acordo com Aécio, "há um TAC, um Termo de Ajustamento de Conduta em vigor entre a Infraero e a Secretaria de Meio Ambiente do Estado de Minas Gerais. E esse TAC proíbe qualquer alteração no limite de aeronaves no aeroporto da Pampulha. Portanto, na verdade, a liberação por parte da Anac se torna inócua, porque nós respeitaremos esse TAC". 

Finalizou a entrevista dizendo que a posição do governo é buscar um entendimento e a compreensão da Infraero e da Anac, para que não haja um retrocesso no planejamento que foi feito em parceria com a prefeitura municipal. 

O prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB), prestou solidariedade e apoio às posições colocadas pelo governador.

Fonte: Folha Online.
Photo by: fotolog.com

sexta-feira, 19 de março de 2010

SMS Sexy


Dois membros da tripulação da Emirates foram condenados a três meses de prisão em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, por terem trocado mensagens de texto por celular com teor sexual explícito, informou nesta quarta-feira o jornal "The National", na mais recente de uma série de ações por indecência movidas contra estrangeiros. 
 
Os dois tripulantes, uma comissária de bordo indiana (R.S., 42) e seu supervisor de serviços de cabine (E.B., 47), foram condenados por "coerção para cometer pecados" e sentenciados inicialmente a seis meses de prisão, disse o jornal em seu site na Internet, citando documentos oficiais.

Na semana passada, após recurso, a sentença foi reduzida para três meses de prisão, e a ordem de deportação contra os dois réus foi suspensa, disse o jornal, que publicou o teor das mensagens.
 
O jornal disse que o caso veio à tona depois que o marido da comissária de bordo ter movido uma ação contra sua esposa, um ano atrás, acusando-a de manter um relacionamento ilícito com o supervisor. De acordo com o jornal, o casal está mergulhado em uma batalha de divórcio desde 2007.

A população estrangeira de Dubai vem crescendo rapidamente nos últimos anos, com muitas pessoas mudando-se ao centro comercial e turístico do Golfo árabe devido à isenção de impostos e o clima ensolarado o ano inteiro. 
 
Tudo isso vem desafiando a população do país, que hoje é superada em número por estrangeiros, levando à preocupação de que o crescimento acelerado seja uma ameaça à identidade social e religiosa dos habitantes nativos, em uma região que ainda é profundamente conservadora.

O incidente é o processo mais recente movido contra estrangeiros acusados de desrespeitar os costumes locais. Em outro caso, um casal britânico flagrado beijando-se em público em Dubai está apelando contra uma sentença de um mês de prisão decretada depois de uma mãe árabe ter se queixado de que sua filha assistiu à indiscrição do casal. 
 
Este ano, outro casal britânico que dividiu um quarto de hotel conseguiu escapar de ir a julgamento por ter relações sexuais extraconjugais. A acusação foi anulada depois que os britânicos exibiram uma certidão de casamento.

Fonte: IFR Online.
Photo by: Google Image.

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

Inglês é preso por brincar de terrorismo no Twitter


 
Um homem foi preso por suspeita de terrorismo após dizer no Twitter que explodiria uma bomba no aeroporto Robin Hood, em Doncaster, no Reino Unido. Paul Chambers, de 26 anos, publicou a mensagem no serviço de microblog após uma nevasca atrasar o seu voo para a Irlanda na sexta-feira (15).

Chambers, diretor financeiro de 26 anos, havia twittado esta mensagem no dia 6 de janeiro: “Vocês tem uma semana para arrumar as suas mer*** senão eu vou mandar o aeroporto para os ares.”

Uma semana após publicar o texto, no dia 13, Chambers recebeu a visita da polícia, foi levado a uma delegacia e interrogado por sete horas. Depois do interrogatório, Chambers foi liberado, mas seus notebook e iPhone foram confiscados.

"Eu nunca teria pensado, em mil anos, que isto teria acontecido por causa de um post no Twitter", disse Chambers. "Eu sou o cara mais educado que você pode imaginar."

Ele ficará solto até o dia 11 de fevereiro, quando saberá se será ou não acusado formalmente de espalhar boatos sobre atentados terroristas.

Fonte: Aviação.
Photo by: Aviação.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

United é condenada a pagar R$ 10 mil por extravio de bagagem



A companhia aérea United Airlines foi condenada a pagar indenização de R$ 10 mil por danos morais a um passageiro que teve a bagagem extraviada durante uma viagem internacional. A companhia ainda pode recorrer da decisão.

Segundo informações do Tribunal de Justiça de Goiás, o passageiro João Maximino de Souza Rosa afirmou ter sofrido danos morais por ficar sem seus pertences por dias, após a viagem. Já a United Airlines afirmou que a bagagem foi entregue em 24 horas e que a origem do processo "não passa de meros aborrecimentos, e são incapazes de gerar danos morais".

Apesar disso, o juiz Hamilton Gomes Carneiro, de Ipameri, condenou a companhia e destacou que "ao receber a bagagem do autor, ela se responsabilizou por sua segurança, transporte e entrega no destino apontado no bilhete de embarque".

O juiz acrescentou ainda que uma "vítima de lesão aos direitos deve receber uma soma que lhe compense a dor ou o sofrimento", afirmou o Tribunal de Justiça goiano. A reportagem tentou entrar em contato com a companhia aérea na manhã deste domingo, mas não teve sucesso.


Fonte: UOL
Photo by: Brad Bruchs.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Cadeia de erros provocou pouso de avião em taxiway



Após investigar o incidente envolvendo um Boeing 767 da Delta ocorrido na madrugada do dia 19 de Outubro deste ano, durante o pouso em Atlanta do voo procedente do Rio de Janeiro, quando o avião aterrissou na taxiway ao invés da pista de pouso, o NTSB emitiu seu relatório final apontando uma cadeia de eventos que culminou no erro dos pilotos, informou a ATI.

Segudo o orgão, tudo começou quando um checador que acompanhava o voo na cabine de comando passou mal, ainda em cruzeiro, e foi transferido para a cabine de passageiros.

Os pilotos então notificaram o despacho da Delta, prontificando a empresa a declarar uma emergência médica para o controle de tráfego aéreo.

Foi então tomada a decisão de prosseguir com o voo rumo a Atlanta. Quando a aeronave já se aproximava do aeroporto, o controlador de voo perguntou aos pilotos se estes gostariam de alterar a pista designada para pouso, no caso a 27L, pela pista paralela 27R, o que colocaria o 767 mais próximo do terminal para uma evacuação médica, o que foi aceito.

Tal alteração seria feita através de uma manobra conhecida como “sidestep”, quando os pilotos realizariam uma aproximação por instrumentos para a pista 27L e assim que avistassem a 27R manobrariam o avião para alinhar-se com ela. Isto foi feito e o procedimento realizado normalmente.

Neste momento entraram em cena outros elos da cadeia de acontecimentos, sendo eles o fato do ILS para a pista 27R estar inoperante naquele dia uma vez que a pista em uso para pousos era 27L, e das luzes de aproximação da 27R estarem inoperantes devido a uma manutenção que estava sendo realizada.

Somados, todos esses fatores acabaram resultando no pouso do avião na taxiway M, localizada 200 pés ao norte da pista 27R, após o qual o avião taxiou normalmente até o pátio.


Fonte: Portal CR.
Photo by: Spencer Wilmot.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Pilotos condenados à prisão



Segundo foi divulgado pela mídia da República do Kirgistão os dois pilotos do Boeing 737-200 que caiu após decolar da cidade de Bishkek – capital do país – rumo a Teerã, no Irã, foram condenados à prisão, informou a ATI.

O acidente que vitimou 64 dos 90 ocupantes do avião ocorreu no dia 24 de Agosto de 2008 quando o 737 precisou retornar para pouso em Bishkek logo após a decolagem devido a um problema técnico. Durante a aproximação o avião perdeu altitude e caiu em um campo.

O relatório final sobre o acidente, divulgado em Maio deste ano pelo Comitê Interestadual de Aviação da Rússia, concluiu ter havido falha dos pilotos em seguir procedimentos padrão, levando a justiça do Kirgistão a condenar comandante e copiloto a cinco anos de prisão cada em uma colônia penal.


Fonte: Airkrane BGA.
Photo by: Google Image.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

A briga da JetConnect e Qantas



O sindicato dos pilotos vai tomar medidas legais contra a Qantas em uma tentativa de obter melhores salários e condições para os funcionários da sua empresa subsidiária, JetConnect.

O sindicato disse que os pilotos da empresa são pagos com base de 40% menos do que os seus homólogos da Qantas.

Presidente do Pilots Association, Barry Jackson disse que a Qantas foi deliberadamente reduzindo os salários e condições.

"Se as pessoas estão voando em aviões da Qantas, os pilotos devem ser pagos como pilotos da Qantas", disse o capitão Jackson.

A Qantas disse que iria lutar contra o reivindicação.

David Epstein porta-voz da companhia disse que a União não tem nada haver com o caso, porque JetConnect não era uma empresa australiana.


Fonte: The Aaustralian.
Photo by: John Rankin.

Thai vai investigar presidente executivo da empresa



A Thay Airways abriu uma investigação sobre alegações de que o presidente-executivo Wallop Bhukkanasut não pagou cerca de 260 kg de excesso de bagagem em um vôo de Tóquio para Bangkok..

"A investigação incidirá sobre as pessoas envolvidas nesta", disse um porta-voz da Thai Airways, que acrescenta: "Isso poderia ser considerado uma perda sofrida pela companhia e o inquérito será conduzido através de entrevistas".

Segundo vários relatos da mídia, Bhukkanasut e sua esposa supostamente não conseguiu pagar o excesso de bagagem, e também encaminhou as mesmas através de um canal especial para evitar pagar impostos e taxas.

O escândalo resultou nas chamadas do público para Bhukkanasut a renunciar.

A transportadora nacional tem registrado prejuízos nos últimos tempos, mas agora está embarcando em um plano de recuperação financeira liderada por seu novo presidente Piyasvasti Amranand.


Tradutor: Google Tradutor.
Fonte: flightglobal.com
Photo by: Brian Tu.

SEGUIDORES AEROBLOG

Total de visualizações de página