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segunda-feira, 5 de julho de 2010

Kenya Airways vai operar jatos e-190


A companhia aérea africana Kenya Airways pretende incorporar à sua frota dois jatos EMBRAER 190, por meio de leasing. A empresa hoje opera cinco E-170, adquiridos em regime de leasing, e espera receber os novos aviões no final deste ano.

A Kenya Airways tem usado seus E-Jets na expansão de sua malha. Os E-190 vão complementar a frota de E-170 e aumentar a oferta de assentos da companhia.

Segundo o executivo-chefe de operações da companhia, Bram Steller, os E-Jets são ideais para iniciar novas rotas e freqüências, que futuramente poderão receber aviões maiores como os Boeing 737, também operados pela Kenya Arways.

Fonte: Aero Magazine
Photo by: Embraer

terça-feira, 11 de novembro de 2008

Kenya Airways planeja vôos para São Paulo


A crise econômica pode até mudar os planos, mas se o panorama mantiver estável a Kenya Airways deve começar a operar seus vôos no Brasil em breve. Em visita a sede paulista do MERCADO & EVENTOS, Richard Nuttall, diretor Comercial da empresa, confirmou que a empresa tem planos de voar para São Paulo.

Junto com ele estava Fabiano Schmidt, gerente de Vendas da Strategic Aviation Planning, empresa representante da companhia no Brasil.
Ele confirmou que antes de anunciar vôos para e partindo do país, é preciso consolidar o nome da empresa no Brasil e colocar uma equipe de vendas.

"Em seguidas vamos correr atrás da Anac e tentar as rotas", disse. Hoje a Kenya, segundo ele, é uma das maiores empresas aéreas da África, com 75% dos seus vôos fazendo hub em Nairobe, capital do Quênia, e voando para todo o continente, Ásia e Europa.


A empresa vai receber em três meses mais quatro B777, que já estão comprometidos. Em 2009 serão mais seis B767 e, segundo Nuttall, o Brasil pode entrar nessa lista. "O Brasil tem muita carência de vôos para a África. Hoje há apenas duas empresas (South African Airways e OceanAir) voando, mas não operam para a região onde se encontra o Quênia. Por isso acreditamos no sucesso desta rota", justifica o diretor.


Ele lembra que as américas estão no plano de expansão da empresa aérea e que São Paulo disputa preferência com outros mercados, como, por exemplo, Nova York.
Em relação a conflitos políticos vividos à época da eleição presidencial, Nuttall confirmou que foi um fato atípico e que o Quênia é considerado um dos países mais seguros da África.

Fonte: Mercado & Eventos.

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