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terça-feira, 1 de junho de 2010

Rico Linhas Aéreas suspende seus voos


A Rico Linhas Aéreas suspendeu seus dois últimos voos na data de hoje, 1  de junho de 2010, alegando reformulação na malha aérea. As rotas Manaus – Coari e Manaus – Maues, eram realizadas com uma  aeronave Embraer 110 Banderiante.

Em dezembro de 2005 a Rico chegou a obter 0,75% do market-share doméstico além de ter operado entre 2003 e 2007 aeronaves Boeing 737-200 e 737-300.

Fonte: AviancaBrasil
Photo by: Alexander / airlines.net

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Presidente da Rico é indiciado

O presidente da Rico Linhas Aéreas, Atila Yurtsever, foi indiciado pela Policia Civil por crime contra a segurança do transporte aéreo, por conta do acidente aéreo envolvendo o voo 4815 da Rico Linhas Aéreas, que matou 35 pessoas, há cinco anos.

A informação é da promotora do 1º Tribunal do Júri, Lucíola Valois.


O indiciamento foi feito no final do mês passado, à pedido do Ministério Público Estadual. De acordo com a promotora Lucíola, o indiciamento do presidente da empresa foi solicitado porque o laudo técnico do acidente elaborado pela Força Aérea Brasileira, que ficou pronto somente no final do ano passado, não esclareceu as falhas técnicas que provocaram o acidente.

Segundo a promotora, o empresário poderia dar informações técnicas sobre a aeronave para auxiliar as investigações. "O laudo não definiu nenhuma causa técnica para o acidente e entendemos que o responsável pela empresa poderia no ajudar nessa questão", relatou.


Fonte: Jornal Dez Minutos (Manaus).

sexta-feira, 26 de dezembro de 2008

Um ano de mudanças (Por Avião Revue)


Com certeza, o ano de 2008 será lembrado como um dos períodos em que a nossa aviação comercial sofreu mais mudanças.
Surgiu uma companhia aérea, outra mudou a sua identidade visual, ocorreu uma fusão, linhas internacionais foram canceladas e várias pequenas empresas enfrentam momentos difíceis, operando com frotas reduzidas e até suspendendo, pelo menos temporariamente, suas operações como empresas regulares.

A TAM, protagonista de uma bem-vinda modernização na pintura das suas aeronaves, continua a manter um crescimento constante e agora faz parte da Star Alliance.
Tendo deixado de operar os Fokker 100 e recebido os primeiros Boeing 777-300ER, a empresa, que arrendou temporariamente quatro 767-300 e começou a devolver os MD-11, conta, atualmente, com uma frota de 122 aeronaves, atingiu, no mês de setembro, 52,8% e 82,1% de participação nos mercados doméstico e internacional, o que representou uma importante evolução referente ao mesmo período de 2007.

A Gol, que iniciou a devolução dos Boeing 737-300 e que, no ano que passou, adquiriu a Varig, planejando várias linhas internacionais com 767-200 e 767-300 viu seus planos frustrados pelo aumento do preço dos combustíveis.
Devolveu as aeronaves que haviam chegado e cancelou a vinda dos que estavam para chegar. O crescimento da sua frota de Boeing 737-700 e 737-800 teve seu ritmo diminuído pela transferência de algumas dessas aeronaves para a Varig.
Há muitos boatos a respeito do futuro dessas duas companhias, que pertencendo ao mesmo grupo, oferecem os mesmos serviços com o mesmo tipo de aeronave: desde que o nome Varig desaparecerá, como há anos desapareceu o da Cruzeiro, quando foi comprada pela Varig, até que o que desaparecerá será o da Gol, pois a Volkswagen teria ganho um processo pelo uso desse nome. Vamos esperar para ver.

A principal concorrente da TAM e da Gol/Varig surgiu este ano. Trata-se da Azul , que entrou no mercado nacional operando como “low-coast, low-fare”, com vôos ligando as importantes cidades do Brasil sem escalas.
A frota da empresa estará composta por aeronaves Embraer 190 e 195.

A OceanAir, depois de desativar os Brasília e os Fokker 50, e devolver os Boeing 767 com que planejava, assim como a Varig, fazer rotas internacionais, padronizou a sua frota com os Fokker 100. 

A grande novidade do mercado regional ficou por conta da Trip, que adquiriu a divisão de transporte de passageiros da Total (inclusive os aviões), transformando-se na maior companhia aérea regional da América do Sul e assinou contrato para a compra de jatos Embraer 175.

A Abaeté e a Rico operam com frota reduzida, e a Puma suspendeu temporariamente suas operações regulares.

Fernando Fischer / texto de Valdemar Junior e Santiago Oliver

Imagens Fotomontagem de Fernando Fischer sobre imagens de divulgação.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Confirmado: TRIP prepara-se para adquirir a RICO


Depois de comprar a mineira Total e de reforçar sua frota com cinco jatos Embraer 175, a Trip Linhas Aéreas, do empresário José Mário Caprioli, prepara-se agora para adquirir a Rico, principal companhia aérea da região Amazônica. Com a aquisição, a Trip amplia sua presença na Região Norte e fortalece sua posição de maior companhia regional do país. A amigos, Caprioli revelou que a compra dos jatos da Embraer é uma resposta à chegada da Azul Linhas Aéreas, do americano David Neeleman. Caprioli, que até agora operava apenas barulhentos aviões turbopropulsor, vai usar os confortáveis jatos da Embraer nas rotas em que se sentir ameaçado pela Azul. A empresa de Neeleman também vai usar os aviões da Embraer.

Fonte: contatoradar.

terça-feira, 10 de junho de 2008

Turbina de avião da Rico explode no Amazonas

Um problema técnico em uma das turbinas provocou pânico no vôo 4844 da Rico Linhas Aéreas. O problema ocorreu no municipio de Tefé (a 525 quilometros de Manaus).
O avião, um Boeing 737-200 deixou Manaus às 10h30 hs. com destino a Tabatinga e escala em Tefé, com aproximadamente cem pessoas a bordo. Entre elas o prefeito de Atalaia do Norte, Rosário Conte Galati, e o vice-prefeito de Tabatinga, Carlos Donizete. "A turbina explodiu e o pneu do trem de pouso furou. O avião começou a cair e o que se via era gente em estado de pânico", informou Rosário Galati, por telefone. "Tivemos que retornar para Tefé, dez minutos depois de termos embarcado. Graças a Deus e a perícia do comandante, estamos vivos", desabafou.
De acordo com o prefeito, os problemas técnicos nas aeronaves da Rico têm sido constantes no interior do Estado. "Esta é a segunda vez que escapo de um acidente em vôos da Rico. A primeira foi há oito meses, quando o aviâo estalou todinho na viagem que fiz para Manaus", recordou o prefeito de Atalaia do Norte.

APELO

Prefeito, vice-prefeito e a maioria dos passageiros que passaram minutos de pânico no Boeing 737-200, tiveram de ficar num restaurante de Tefé, a espera de outra aeronave. O problema é que não havia mais voos para Tabatinga, um outro, também da Rico havia saído mais cedo.
"Nós, prefeitos dessa região do Amazonas, estamos preocupados com as condições dos aviões da Rico. Estamos voando nesse avião que não tem mais condição de vôo. Fazemos um apelo a ANAC e ao Governo Federal, pois precisamos de uma outra companhia urgente para cá", insistiu Rosário Galati
Muitas crianças e pessoas da terceira idade ficaram em transe durante o incidente em Tefé. Segundo testemunhas, uma das aeromoças passou mal e sequer conseguia ficar em pé.


Fonte: Desastres aereos news

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