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A informação é da promotora do 1º Tribunal do Júri, Lucíola Valois.
O indiciamento foi feito no final do mês passado, à pedido do Ministério Público Estadual. De acordo com a promotora Lucíola, o indiciamento do presidente da empresa foi solicitado porque o laudo técnico do acidente elaborado pela Força Aérea Brasileira, que ficou pronto somente no final do ano passado, não esclareceu as falhas técnicas que provocaram o acidente.
Segundo a promotora, o empresário poderia dar informações técnicas sobre a aeronave para auxiliar as investigações. "O laudo não definiu nenhuma causa técnica para o acidente e entendemos que o responsável pela empresa poderia no ajudar nessa questão", relatou.
Fonte: Jornal Dez Minutos (Manaus).
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