sábado, 30 de maio de 2009

Será que veremos a Virgin Brasil e Lan Brasil mais rápido que pensamos?

O projeto de lei que prevê a ampliação do limite de capital estrangeiro em companhias aéreas brasileiras dos atuais 20% para até 49% já está concluído e deve ser entregue ao Congresso no segundo semestre. A informação é do diretor do Departamento de Política de Aviação Civil da Secretaria de Aviação Civil (SAC), Fernando Antônio Ribeiro Soares. Segundo ele, esse projeto também vai mudar o status das empresas aéreas, que deixarão de ter uma concessão para ter uma autorização de transporte aéreo.

"Numa economia como a brasileira, em desenvolvimento, que padece de toda a sorte de investimentos e, principalmente, de financiamento desses investimentos, ela pode prescindir de captar poupança externa? A resposta é absolutamente não", afirmou Soares. Segundo ele, há consenso de que o limite de capital estrangeiro nas companhias aéreas brasileiras deve ser ampliado para 49% na Secretaria de Aviação Civil, Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ministério da Fazenda e no Ministério da Defesa.

"Essa mudança da participação de capital estrangeiro em companhias aéreas é fundamental, também, para romper a enorme barreira que é a entrada de novas empresas aéreas no mercado", disse Soares, que participou hoje de um seminário sobre regulação do setor aéreo organizado pela Associação Brasileira de Agências de Regulação (Abar), num hotel da zona sul do Rio.

O secretário de Aviação Civil, brigadeiro Jorge Godinho, ainda vai apresentar o projeto de lei ao ministro da Defesa, Nelson Jobim. Depois disso, a mudança será avaliada na próxima reunião do Conselho Nacional de Aviação Civil (Conac), entre junho e julho. Fazem parte do Conac sete ministérios e o Comando da Aeronáutica.

A transformação do status das empresas, que de concessionárias passarão a ser classificadas, segundo Soares, de "autorizatárias" do transporte aéreo. Ele defendeu que isso vai permitir que as companhias se preocupem mais com questões técnicas, como a segurança do passageiro, já que a fiscalização de preços será de responsabilidade dos órgãos de defesa da concorrência. Essa mudança já estava prevista desde meados de outubro do ano passado, quando o Conac publicou uma resolução prevendo a nova medida.

"Uma concessionária tem contratos com regras de preços, de tarifas e de equilíbrio econômico-financeiro. É um contrato extenso, com muitos direitos e deveres. A autorização é um contrato mais ágil e muito mais flexível, onde a empresa aérea vai ter de se comprometer essencialmente com questões relativas à segurança, serviço adequado e respeito ao consumidor", afirmou Soares. Segundo ele, as empresas que já atuam como concessionárias passarão a ter autorização quando seus contratos de concessão expirarem.

Fonte: Fórum Contato Radar.

Anac diz que coeficiente de atrito da pista do Santos Dumont está no nível acima do aceitável


A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informa que a Infraero realizou, no mês de março de 2009, a medição do coeficiente de atrito mínimo na pista do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, e que o resultado foi de 0,87, ou seja, um nível mais seguro que o número apontado em resolução da própria Anac.

A reportagem do jornal “O Globo”, da quinta-feira passada, dizia que a camada porosa do asfalto está vencida desde dezembro de 2007.

O Notam (aviso aos aeronautas) em vigor para o Santos Dumont informa que devem ser “suspensas as operações com aeronaves de mais de 20 toneladas em condição de pista molhada”.

Segundo a Anac, a condição de pista molhada é diferente de qualquer ocorrência de chuva. A pista possui uma camada porosa que absorve a água e a condição de pista molhada é avaliada tecnicamente pela Infraero a partir da medição da lâmina d´água na pista.

Fonte: SRZD.

Troca de sucatinha será antecipada


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai receber no dia 14 de julho o primeiro dos dois jatos Emb-190, da Embraer, comprados por cerca de R$ 150 milhões para substituir os dois velhos Boeing-737 da Presidência. O preço final é cerca de R$ 30 milhões inferior ao praticado pela concorrência.

Segundo o Palácio do Planalto, as entregas estavam previstas para setembro e dezembro. A primeira, do jato de matrícula 2900, foi antecipada de forma a permitir que Lula utilize o modelo nacional nas viagens regionais programadas para o segundo semestre.



O Emb-190 presidencial teve a autonomia original expandida e pode chegar a qualquer capital da América Latina sem escalas e até a África ou ao hemisfério norte com uma só parada.

O interior terá 36 assentos do mesmo tipo oferecido na classe executiva comercial. Para a assessoria direta do presidente, haverá 11 poltronas. Na cabine reservada, fica o gabinete de trabalho, uma suíte com cama de casal, chuveiro e saleta com terminal de vídeo.

As comunicações via satélite são protegidas e codificadas eletronicamente, permitindo que as atividades de inteligência, comando e controle do governo possam funcionar a bordo.


Fonte: O Estado de S. Paulo.

Grupo Emirates anuncia resultados do ano fiscal 2008-2009


Apesar dos desafios econômicos que afetaram a indústria do turismo e aviação, o Grupo Emirates anunciou lucro pelo 21º ano consecutivo. Durante o ano fiscal que terminou dia 31 de março de 2009, o grupo lucrou US$ 406 milhões, 72% a menos que no ano passado, quando atingiu o recorde de US$1,45 bilhão. Os números espelham o impacto da recessão global e da alta recorde do preço do combustível nos primeiros seis meses do ano.

Por outro lado, o faturamento do Grupo Emirates reflete o resultado dos esforços bem empregados no crescimento da empresa, atingindo US$ 12,6 bilhões, um aumento de 10,4% em comparação ao ano anterior, quando fechou com US$ 11,4 bilhões.

O saldo em caixa também permaneceu estável com US$ 2,4 bilhões, em relação aos US$ 3,8 bilhões do ano fiscal de 2007-2008. No ano fiscal de 2008/2009 o grupo estima que sua contribuição para a economia dos Emirados Árabes Unidos tenha atingido US$ 16 bilhões.

"Nós chegamos ao 21º ano consecutivo de lucro líquido e, embora o valor seja 72% inferior em relação ao ano passado - quando tivemos o maior lucro da nossa história - alcançamos um resultado satisfatório, dadas as circunstâncias atuais", afirmou HH Sheik Ahmed bin Saeed Al-Maktoum, Presidente e CEO da Emirates Airline (foto). "Ninguém esperava este nível de recessão global, nem imaginava o impacto que ela teria sobre os países atingidos. A Emirates continua trabalhando para driblar o declínio e tem reagido rapidamente à instabilidade do cenário econômico", completou.

O Sheik Ahmed também enfatizou os planos da Emirates em continuar expandindo a frota, com 18 novas aeronaves por chegar no próximo ano. "Continuaremos em frente com nosso plano de expansão de frota e de rotas. Nós mantemos as bases do negócio bem alinhadas e monitoradas, por isso não tivemos problemas financeiros impedindo nosso crescimento. Na verdade, já garantimos as finanças para a metade da entrega de nossa frota no ano que vem".

Parte do Grupo Emirates, a receita da Emirates Airline atingiu US$ 12 bilhões, um aumento de 9,9% em comparação aos US$10,95 bilhões do ano passado. O lucro da companhia aérea foi de US$ 268 milhões, 80,4% mais baixo em comparação ao ano fiscal 2007-2008, quando a empresa aérea obteve um lucro recorde de US$1,37 bilhões.

Fonte: Mercado & Eventos.

Começa a operar a Rio Linhas Aéreas


Começou a operar nesta sexta-feira (29) a primeira empresa de transporte aéreo de cargas com base em Curitiba. A Rio Linhas Aéreas e a Smart Cargo fizeram uma parceria para atuar no segmento de logística e distribuição de cargas, com foco inicial no mercado nacional. O lançamento da nova empresa aconteceu nesta quinta-feira (28), no hangar da Jetsul Transportes, no aeroporto Afonso Pena.

"A região de Curitiba estava mal servida em rotas cargueiras e nós criamos um canal para dar agilidade ao escoamento da produção, a exportação e a importação das empresas de alta tecnologia do parque industrial local, que fornecem produtos de alto valor agregado, com baixo peso e volume", afirma Mauro Martins, diretor da Rio. "Nosso empreendimento é uma prova da confiança no potencial do Paraná e de Curitiba, que é o 5º maior pólo cargueiro internacional do país e ocupa apenas o 10º posto no mercado doméstico."

"A falta de uma empresa para fazer o escoamento por via aérea era uma grande dificuldade logística do empresariado local, que começa a ser resolvida, oferecendo um bom ganho de tempo", afirmou o presidente da Agência Curitiba de Desenvolvimento, Juraci Barbosa Sobrinho, presente ao lançamento. A Agência está trabalhando em um projeto para desenvolver um polo logístico em Curitiba, como um dos compromissos dos contratos de gestão implantados pelo prefeito Beto Richa na administração municipal.

"Este é um passo arrojado e muito importante, que o mercado demandava em termos de logística, e dará um impulso aos nichos de fabricação que Curitiba tem com produtos de alto valor agregado e baixo peso, como centralinas, bicos injetores, celulares, pescas para computador", disse o presidente regional do Sindicato da Indústria de Componentes para a Indústria Automotiva no Paraná (Sindipeças), Benedito Kubrusly.

O presidente da Associação das Empresas da Cidade Industrial de Curitiba, Marino Garofani, afirmou que o novo serviço resolve parte do gargalo logístico de Curitiba, dando maior agilidade e rapidez ao transporte, que é um fator decisivo para a competitividade. "Mas a solução definitiva virá apenas com a construção de uma terceira pista no aeroporto Afonso Pena, mais longa que a atual, para termos um aeroporto competitivo", defendeu.

A nova companhia começa com uma aeronave, um Boing 727-200, com capacidade para 26 toneladas, e deve ter mais uma em seis meses, cada uma voando 250 horas mês, transportando todo tipo de carga. No momento a operação da Rio com a Smart envolve 190 empregados e aproximadamente 30 veículos para fazer a logística de distribuição em terra. O faturamento pode chegar a R$ 70 milhões ao ano. Em um ano a intenção é ter de quatro a seis aeronaves. Uma das facilidades oferecidas pela Rio será o alfandegamento das cargas.

Fonte: Desastres Aéreos News.

Pilotos da Portugália avisam a TAP sobre greve


A TAP já recebeu o pré-aviso de greve dos pilotos da Portugália e está preparando um plano para minimizar os efeitos deste protesto.

Uma fonte da companhia garantiu que todos os passageiros da Portugália irão ter uma solução caso o seu voo seja cancelado.

O Sindicato dos Pilotos, apesar de não querer gravar declarações, confirma que a decisão de partir para um período tão prolongado de greve, já a partir do próximo dia 4 de Junho e por dez dias, foi aprovado em assembleia geral.

Logo depois da reunião o pré-aviso de greve foi enviado para a administração da Portugália.


Entretanto, numa carta enviada a todos os sócios do Sindicato, a direção desta estrutura escreve que “após uma ronda de negociações sem sucesso, que incluiu três reuniões com a administração” decidiram partir para a greve.

Uma fonte da companhia confirmou os encontros e disse que “estava tudo a correndo bem” e que “nada apontava para este desfecho”.

Os pilotos da Portugália exigem mais períodos de descanso e que há relativamente pouco tempo efetuaram seis dias de greve.

A administração falou em prejuízos elevadíssimos e que se confirmado poderia levar a empresa à falência.

Fonte: Desastres Aéreos News.

Malas extraviadas rendem R$ 6 mil para Roberto Dinamite


A companhia aérea American Airlines foi condenada a indenizar, por danos morais, o presidente do Vasco e deputado estadual Roberto Dinamite (PMDB). A indenização é de R$ 6 mil.

A sentença favorável ao deputado foi publicada nesta sexta-feira (29) no site do Tribunal de Justiça do Rio.

De acordo com informações do TJ, durante uma viagem do Rio a Boston (EUA), Dinamite teve as malas extraviadas e resolveu processar a empresa.


A American Airlines já entrou com recurso para anular a decisão, que será julgada pela Turma Recursal dos Juizados Especiais Cíveis do Rio.

Três dias sem malas

Roberto Dinamite relatou no processo que, durante a viagem ocorrida em 2007, ele só conseguiu recuperar as malas três dias depois do extravio e, mesmo assim, porque resolveu ir ao aeroporto de Boston buscar informações sobre suas bagagens.

Dinamite acusou a American Airlines de descaso. Segundo ele, a empresa não prestou assistência e nem deu informações sobre a localização das malas.

A empresa aérea afirmou que agiu de acordo com o contrato de transporte e entregou, posteriormente, a bagagem em perfeitas condições.

Fonte: G1

Boeing 717: Sua Historia

O 717 foi um avião comercial fabricado pela . Planeado inicialmente pela McDonnell Douglas, como modelo MD-95.

Após a compra da McDonnell Douglas pela , em 1996, a decidiu continuar a desenvolver a aeronave, que foi lançada ao mercado como 717, e descontinuada em 2005. Não fez sucesso pois concorria com a linha 737.

O 717 era um birreator, com peso máximo de decolagem de 49,845 quilos (54,885 quilos na versão de maior potência). Seu alcance é de 2,645 quilômetros (3,815 quilômetros na variante de maior potência).

Antecedentes

A terceira parte do século XX foi difícil para os fabricantes de aeronaves. O fabricante que uma vez foi um líder indiscutível do mercado, a Douglas, enfrentou problemas com as vendas de sua aeronave, o Douglas DC-8 e a grande eficiência do 737 contra seu DC-9.

O trabalho de financiar o seu futuro trijato, o DC-10, foi muito difícil, pelo qual a firma se viu obrigada a se unir à especialista militar McDonnell, em 1967. Depois da fusão corporativa, a McDonnell Douglas continuou lutando por sua existência: a linha de produção do DC-8 fechou em 1972, so buscar entrar no mesmo mercado especializado, o DC-10 e seu rival, o Lockheed Tristar, ambos perderam dinheiro.

Somente o DC-9 continuou vendendo bem. Em 1982 se haviam construído em torno de 1000, quando se alargou e renomeou como a Série MD-80. Mais de 1100 MD-80s entraram em serviço durante a década de 1980 e ao pricípio da de 1990.

Sem embargo, a próxima versão, o MD-90, não vendeu muito, foram construídas apenas 117 unidades. Contudo, este número é maior que o das vendas do 737-600 e do Airbus A318.

Produção

A Douglas construiu o Dc-9 para ser um avião de fuselagem curta (short range) para variar a sua linha de aeronaves, que ja contava com o grande quadrimotor DC-8 no final dos anos 60.

O DC-9 veio com novo design, sando dois motores a jato montados atrás Pratt & Whitney JT8D, uma pequena mas altamente eficiente asa , e uma cauda em formato de "T". O DC-9 voou pela primeira vez em 1965 e entrou para o serviço prestado a linhas aéreas um ano depois.

Quando a produção terminou em 1982, em torno de 976 DC-9 foram produzidos.
O MD-80 foi introduzido no mercado de transporte aéreo 1980. O design foi como uma segunda geração do DC-9. Foi uma versão maior do DC-9-50 com um grande MTOWMaximum Take-off Weight ou Peso Máximo de Decolagem) e uma alta capacidade no tanque de combustível.

Por volta de 1200 MD-80 Foram entregues de 1980 a 1999.
O MD-90 foi produzido como uma nova geração da série MD-80. Foi lançado em 1989 e voou pela primeira vez em 1993. O MD-90 foi mais longo, e mostrava uma cabine de vidro e mais poderoso, mais silenciosos e eficientes motores. No entanto, o MD-90 não foi considerado um sucesso de vendas apenas com 117 aviões vendidos.

MD-95

O MD-95 foi inicialmente anunciado em 1991, como o MD-87-105, uma versão menor, com 105 assentos do MD-80. Ele foi produzido para substituir a série DC-9, que fazia trinta anos em produção.

O projeto do MD-95 foi uma completa revisão do sistema, voltando para o design original DC-9-30 e renovando-o com novos motores, cockpit e outros sistemas modernos.

Historicamente, a aeronave vendeu mal, como aeronaves deste tipo como o MD-87 incluindo o
747SP, 737-600, Airbus A318, e o Airbus A340-200.

O MD-95 não faz parte da série MD-80/MD-90, é apenas uma versão modernizada do DC-9-30.
O nome "MD-95" foi escolhido para homenagear o ano anterior a seu lançamento, porém, a McDonnell Douglas não pôde encontrar um cliente (companhia aérea) que lançasse a aeronave.

Por muito tempo a McDonnell Douglas servia a companhia aérea Scandinavian Airlines System (SAS) , mas esta optou pelo
737-600 para ser sua nova aeronave com mais de cem assentos antes do lançamento do MD-95 em março de 1995.

Também em outubro de 1995, a companhia de baixo custo norte-americana ValuJet encomendou cinquenta MD-95s, mais 50 opções. Geralmente, os novos aviões têm uma ou mais companhias aéreas, grandes e bem estabelecidas como liente de lançamento da aeronave.

O lançamento do MD-95 foi visto como um reflexo da dificuldade da McDonnell Douglas em vender suas aeronaves.


Reposicionamento da marca

Depois que a McDonnell Douglas se fundiu com a
, em agosto de 1997, muitos observadores industriais viram que a iria finalizar a produção do MD-95.

Contudo, a
foi além com o projeto, e o renomeou como " 717".

Acredita-se que o nome foi escolhido para ser um "meio termo" entre o 720 e o 727. O nome "717" era um jargão da
para se referir ao KC-135 Stratotanker.

O 717 foi usado para dar um novo design para o
720 para modificar e renovar a aeronave, com o objetivo de atender os pedidos das companhias aéreas.

Uma nota sobre a história da
, diz que, a partir do lançamento da aeronave comercial, foi usada a designação "717-100" para o modelo militar e "717-200" para a aeronave comercial.

Por outro lado, a não tinha muito sucesso nas vedas do 717 junto à McDonnell Douglas. Mesmo com o prmeiro pedido de 50 modelos 717, a já sabia que não iria obter êxito nas vendas, pois era um período de pós-regulamentação do mercado de aviação comercial americano.

Informações

O 717 é o menor jato construído da depois do Boeing 737, era uma opção de jato regional da Boeing, contudo, um dos fatores que contribuíram com sua saída do mercado de jatos regionais, foi este mesmo mercado estar saturado de aeronaves como o Embraer 170, 190, 195, Bombardier, com o seu CRJ-700 e até mesmo a Airbus, com o A318.

O projeto foi lançado em 1995, sendo que os primeiros protótipos começaram a voar em 1998.


Incidentes

Até Agosto de 2008, o 717 teve cinco incidentes, sem nenhuma grande perda ou mortes. Os incidentes incluem uma colisão com o solo, um pouso crítico e uma tentativa de sequestro.

Design

O 717 dispõe de uma cabine com tripulação técnica formada por dois tripulantes e de telas intermutáveis de cristal líquido.

O design do cockpit é chamado de Advanced Common Flight deck (ACF) e é bastante ligado com o do MD-11.

O cockpit também dispões do chamado Electronic Instrument System um GPS, entre outros. A categoria IIIb de pousos por instrumentos capacitam a aeronave para pousos em mau tempo.


Em conjunção com a "Parker Hannifin, MPC Products of Skokie, Illinois" , a Boeing também produziu o sistema fly-by-wire para o 717. Os módulos substituíram os aparelhos muito pesados naos precedentes DC-9 e MD-80.

Os motores Rolls-Royce BR715 são completamente controlados por um sistema automatizado de controle de velocidade, o (FADEC - Full Authority Digital Engine Control) construído pela BAE Systems oferecendo melhor controlabilidade e otimização do que os seus antecessores.

Como seus antecessores DC-9, MD-80 e MD-90, o 717 tem assentos na proporção 2+3, sendo assim, um único assento no meio de cada fila, uma vez que a maioria dos jatos de um corredor dispõem da proporção 3+3, com dois assentos no meio de cada fila .


Fim da Produção

O 717 foi retirado de linha pela
em 2006, devido à grande concorrência no mercado de aviação regional, especialmente pela Embraer, que tem jatos que atendem companhias aéreas, em especial as de baixo custo e regionais, no mundo inteiro e são sucesso de vendas, e a ter atendido todos os pedidos.

Fotos: Airliners.net
Fonte: Wikipédia

"Tripulação começou a brigar e comissária chorava", diz passageiro de voo da TAM


O advogado Reinaldo Piscopo, 39, que estava no voo JJ 8095 da TAM, diz que além da turbulência, os passageiros tiveram que lidar com a falta de preparo da tripulação, que ficou desesperada e transmitiu pânico.

"Um tumulto generalizado da comissária, eles estavam brigando entre eles. O que me deixou decepcionado foi ver que não havia um gerenciamento dessa situação de crise de risco. Uma comissária chorando e o comissário dizendo que nunca passou por isso na vida", relata.

Segundo ele, as pessoas andavam pelo avião antes do ocorrido. "O grande problema é que isso veio de maneira quase que imediata ao aviso de atar o cinto", comenta.

Piscopo afirma que o procedimento médico realizado quando o avião pousou foi "amador". "Quando a gente chegou só tinha uma enfermeira e um médico."

Ele conta ter acionado seu advogado e diz que vai acompanhar a investigação. Se houver comprovação de que o piloto poderia ter impedido que os passageiros passassem pela área turbulência ou que pudesse ter avisado anteriormente para que os passageiros colocassem o cinto, ele entrará com ação judicial contra a TAM.

"Vou pedir indenização e fazer questão de não voar mais em uma companhia dessa", declara.

Voo

O voo JJ 8095 partiu de Miami às 12h11 (horário de Brasília) com 154 passageiros. Ao se aproximar do aeroporto em Guarulhos, enfrentou uma turbulência e pousou às 19h35.

Inicialmente, das 21 pessoas atendidas no posto médico do aeroporto, 13 foram liberadas e oito foram encaminhadas a hospitais.

As causas da ocorrência estão sendo apuradas pela Aeronáutica.

A TAM informou, em nota, que está dando assistência aos pacientes feridos durante a turbulência.

Fonte: BOL Notícias.

Duas famílias atingidas por queda de parte de motor de avião da Arrow Cargo, aceitam indenização de R$ 900


Duas das 34 famílias que tiveram prejuízos na queda de parte da turbina de um avião cargueiro modelo DC-10, no bairro Terra Nova, zona Norte de Manaus, foram indenizadas pela empresa Arrow Cargo, dona da aeronave. O acidente ocorreu na madrugada do dia 26 de março deste ano. Pelo menos 20 casas foram atingidas.

De acordo com a gerente da Arrow Cargo em Manaus, Rai Marinho, as duas pessoas receberam R$ 900 cada. Ela adiantou que outras seis pessoas deverão receber a indenização até quarta-feira da próxima semana.

- Nunca nos recusamos a pagar as indenizações - ressaltou.

Rai Marinho explicou, ainda, que os valores pagos foram estipulados pela Secretaria Municipal de Defesa Civil (Semdec), que produziu o laudo de avaliação de impacto após o acidente.

- Quem concordou em receber o valor definido pela Defesa Civil já recebeu ou está recebendo. Quem entrou com processo vai ter que esperar a decisão judicial - disse.

Os donos das casas afetadas, que não concordaram em receber o valor estipulado pela Semdec, estão sendo assistidos por dois escritórios de advocacia, um deles com sede em São Paulo.

Um dos advogados do caso, Josmeyr Oliveira, informou que já esteve reunido com representantes da empresa em Miami, nos Estados Unidos, mas ainda não há acordo.

Segundo ele, a quantia a ser exigida no processo só será definida após o levantamento dos danos materiais, psicológicos e morais, que já está sendo elaborado.


Fonte: O Globo.

Aeroporto Internacional do Recife comemorou 36 anos da Infraero


O início das comemorações dos 36 anos da Infraero foi realizado na última terça-feira, dia 26, no Aeroporto Internacional do Recife/Guararapes - Gilberto Freyre (PE) ao som de tambores e maracatu.

A festa contou com a formatura de 60 jovens do projeto Infraero Social “Decolando na Arte da Vida” que coloriram o saguão do desembarque com a graça e os sons do ritmo pernambucano. Uma exposição dos trabalhos realizados em sala de aula, como pintura em porcelana, artesanato com papelão, serigrafia em camisetas, entre outros, também fez parte das comemorações.


O projeto “Decolando na Arte da Vida” é desenvolvido em conjunto pela Infraero e o Movimento Pró-Criança, entidade sem fins lucrativos ligada à Arquidiocese de Olinda e Recife. Esta parceria de sucesso foi iniciada em abril de 2002 e já atendeu até hoje mais de mil crianças e adolescentes.

Na programação das atividades em comemoração aos 36 anos da Infraero, ainda foi realizada uma missa em ação de graças na quarta-feira, no saguão do embarque, e ontem foi realizada uma homenagem aos empregados que completam 10, 20 e 30 anos de serviços prestados à empresa, com apresentação do coral da Infraero “Canto no Ar”.

Foto: Carlos - Recife (Colaborador Aeroblog).
Fonte: Jornal de Turismo.

TAAG passa no exame da IATA


A Transportadora Aérea Angolana, TAAG, passou com resultados “bastante positivos” no exame da Associação Internacional de Transportes Aéreos (IATA), soube a Angop de fonte oficial.

A fonte considerou que a avaliação, realizada no decorrer da semana passada, foi positiva, apesar de ter deixado alguns itens em aberto, que não especificou, mas que” não perigam a segurança das operações, pois podem ser resolvidos a curto prazo”, apontou.

Informou, entretanto, que este tipo de exames enquadrado na reestruturação da companhia, visa apenas a identificação dos seus pontos fracos e, em princípio, não devem influenciar na tomada de decisão da União Europeia (UE).

Recordou que cabe somente à Comissão da UE retirar ou manter a TAAG na lista das companhias proibidas de operar no seu espaço aéreo.

A decisão está nas mãos dos peritos da UE que são esperados, em Luanda, no dia 8 de Junho, numa visita de trabalho de 5 dias e que inclui deslocações ao Instituto Nacional de Aviação Civil (INAVIC) e à TAAG, para constatar o desempenho desta última, revelou.

A esta equipe técnica caberá transmitir o parecer sobre o desempenho da TAAG à plenária dos 27 membros da união, a ter lugar em Julho próximo, e que ditará então os destinos da transportadora angolana de bandeira, em relação aos céus da Europa.

A Comissão Europeia incluiu, em Julho de 2007, a TAAG na lista das companhias proibidas de voar para a Europa. Desde então, esta recorre a aeronaves alugadas à companhia sul-africana, SAA, e outras para cobrir as suas ligações com o velho continente.

Fonte: Fórum Contato Radar.

Montagens





Trip consegue mais um financiamento


Um financiamento de R$ 199,2 milhões para a compra de quatro aviões da Embraer, modelo ERJ-175, pela Trip Linhas Aéreas, foi aprovado na última quarta-feira pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). A participação do banco corresponde a 85% do investimento da companhia.

É a segunda operação de empréstimo aprovada pelo BNDES para aquisição de aeronaves fabricadas pela Embraer. A primeira ocorreu em abril, beneficiando a empresa Azul Linhas Aéreas com recursos de R$ 254 milhões.

Os aviões se somarão à frota atual de 22 aparelhos da Trip. A empresa pretende chegar até o fim do ano com 29 aeronaves.

Os jatos da Embraer serão operados pela Trip no mercado doméstico, com ênfase nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, de acordo com a informação do BNDES.

Rsponsável pela geração no País de cerca de 1,2 mil empregados, a Trip estima que serão criados 40 empregos diretos nas áreas de manutenção, tripulação e controle operacional para cada avião.

Segundo o BNDES, o mercado aéreo brasileiro ocupa a quarta posição no ranking mundial de aviação doméstica, apresentando uma taxa média de crescimento de 11% ao ano, no período entre 2003 e 2008.

Fonte: Jornal de Turismo.

Aviões da Vueling com decoração MTV


Durante este Verão, dois aviões da Vueling Airlines irão ostentar uma decoração original para transportar jovens passageiros para vários países da Europa onde se realizam festivais da MTV.

Para viajarem, os jovens têm que primeiro participar num concurso promovido pela MTV e os vencedores podem deslocar-se aos locais dos festivais: Madrid, Atenas e Malta.


Cada um dos aviões conta com um grafismo diferente, representando um deles o dia e outro a noite espanhola. O Spread Love, na versão dia, apresenta uma mulher independente que foge das imposições do quotidiano e procura desfrutar do mar do sol e da música; o Play Rock, versão noite, apresenta um look mais duro e sofisticado para representar aquilo que a 'fiesta e a movida' espanhola.

Durante o voo, a MTV preparou uma gama de programações para os passageiros que inclui a emissão de vídeos musicais, de séries e de uma banda sonora, que será diferente em ambos os aviões.

Fonte; Opção Turismo.

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