
Os passageiros do TP252 não ganharam para o susto, quando viram o Airbus da TAP em que viajavam ter de pousar em emergência no Aeroporto de Luanda. Uma ave em voo chocou e penetrou no reator do Airbus e levou o piloto a pousar, por precaução, em Luanda.
O avião descolou do Aeroporto 4 de Fevereiro, na capital angolana pelas 07h30 locais. O voo que se destinava a Lisboa não durou muito. Voava há poucos minutos quando uma ave chocou com o reator e provocou algumas avarias no mesmo.
O comandante da aeronave de imediato procedeu às verificações que entendeu necessárias, mas optou por regressar ao aeroporto de Luanda para que posteriores verificações fossem feitas pela manutenção em terra.
A aterragem foi completamente normal e em total segurança, de acordo com fontes da transportadora nacional.
O avião foi entregue à manutenção.
O porta-voz da TAP - Air Portugal, António Monteiro, garantiu à RTP que foram realizados todos os procedimentos para atacar o problema denominado 'bird strike', que tanto pode originar situações graves, - como a mais recente aterragem no rio Hudson, em Nova Iorque, do avião da US Airways - ou apenas incidentes.
Não desvalorizando o problema que as aves colocam à aviação, António Monteiro realçou que nunca o avião esteve em "perigo iminente", e que a tripulação, informada pelo comandante de que iriam regressar ao aeroporto de Luanda, devido a uma pequena avaria técnica, reagiram normalmente e não se registaram situações de pânico a bordo do Airbus.
O avião descolou do Aeroporto 4 de Fevereiro, na capital angolana pelas 07h30 locais. O voo que se destinava a Lisboa não durou muito. Voava há poucos minutos quando uma ave chocou com o reator e provocou algumas avarias no mesmo.
O comandante da aeronave de imediato procedeu às verificações que entendeu necessárias, mas optou por regressar ao aeroporto de Luanda para que posteriores verificações fossem feitas pela manutenção em terra.
A aterragem foi completamente normal e em total segurança, de acordo com fontes da transportadora nacional.
O avião foi entregue à manutenção.
O porta-voz da TAP - Air Portugal, António Monteiro, garantiu à RTP que foram realizados todos os procedimentos para atacar o problema denominado 'bird strike', que tanto pode originar situações graves, - como a mais recente aterragem no rio Hudson, em Nova Iorque, do avião da US Airways - ou apenas incidentes.
Não desvalorizando o problema que as aves colocam à aviação, António Monteiro realçou que nunca o avião esteve em "perigo iminente", e que a tripulação, informada pelo comandante de que iriam regressar ao aeroporto de Luanda, devido a uma pequena avaria técnica, reagiram normalmente e não se registaram situações de pânico a bordo do Airbus.
Fonte: Desastres Aéreos News.
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