
O acordo de cooperação comercial e futuro compartilhamento de voos (codeshare) assinado em 03/04/09, entre a Gol e a Air France-KLM deve acrescentar 140 mil passageiros por ano aos voos da companhia brasileira, segundo estimativa do presidente do conselho da Air France-KLM, Jean-Cyril Spinetta. Segundo o executivo, a maior parte, 100 mil, virá de voos da Air France e o restante da KLM.
O presidente da Gol, Constantino Júnior, confirmou a estimativa e preferiu não fazer projeções financeiras sobre o acordo. O executivo afirmou que o acordo é de extrema importância para a companhia, considerando o atual momento de retração do mercado. "Significará mais fluxo de caixa e receita, além da possibilidade de podermos oferecer um grande diferencial para nossos clientes", afirmou.
A cooperação, que será implementada em duas fases, permitirá a integração dos programas de milhagem Smiles, da Gol, e Flying Blue, da Air France-KLM, e prevê a efetivação de um compartilhamento de voos. A Air France-KLM é o maior grupo de transporte aéreo da Europa. Atualmente, o grupo tem voos para 248 destinos globais e possui uma frota de 620 aeronaves. No Brasil, atua com 35 voos semanais diretos, 21 para São Paulo e 14 para o Rio de Janeiro.
A partir do segundo semestre de 2009, a Air France vai adicionar seu código a voos oferecidos pela Gol com origem em São Paulo e Rio de Janeiro para 13 cidades brasileiras. A parceria não é válida para os voos da Gol para a América do Sul. Constantino afirmou, no entanto, que a empresa está aberta a oferecer novos destinos à Air France-KLM.
O presidente da Gol informou que a empresa negocia financiamento para aeronaves programadas para chegarem a partir de 2011. O executivo afirmou que crédito não tem sido um problema para a empresa. Ele reiterou que a empresa já tem operação financeira garantida para as aeronaves programadas para integrar a frota até 2010. O executivo lembrou que as aeronaves representam entre 90% e 95% dos investimentos de uma companhia aérea.
Sem voo intercontinental
Durante a entrevista à imprensa para comentar os detalhes do acordo assinado hoje com a Air France, o presidente da Gol informou ainda que a empresa não tem planos de voltar a operar voos de longo curso. O executivo lembrou que a empresa tem uma frota de aviões composta por Boeing 737, que tem limites de operação. "Esse tipo de avião não nos permite a realização de voos intercontinentais", ressaltou. Questionado sobre se a rota de Paris, encerrada na primeira semana do ano passado, poderia ser retomada, Constantino explicou que a empresa não tem mais esse "slot" (autorização de pouso e decolagem). "Não temos nenhum interesse em retomar essa operação", afirmou.
O presidente da Gol, Constantino Júnior, confirmou a estimativa e preferiu não fazer projeções financeiras sobre o acordo. O executivo afirmou que o acordo é de extrema importância para a companhia, considerando o atual momento de retração do mercado. "Significará mais fluxo de caixa e receita, além da possibilidade de podermos oferecer um grande diferencial para nossos clientes", afirmou.
A cooperação, que será implementada em duas fases, permitirá a integração dos programas de milhagem Smiles, da Gol, e Flying Blue, da Air France-KLM, e prevê a efetivação de um compartilhamento de voos. A Air France-KLM é o maior grupo de transporte aéreo da Europa. Atualmente, o grupo tem voos para 248 destinos globais e possui uma frota de 620 aeronaves. No Brasil, atua com 35 voos semanais diretos, 21 para São Paulo e 14 para o Rio de Janeiro.
A partir do segundo semestre de 2009, a Air France vai adicionar seu código a voos oferecidos pela Gol com origem em São Paulo e Rio de Janeiro para 13 cidades brasileiras. A parceria não é válida para os voos da Gol para a América do Sul. Constantino afirmou, no entanto, que a empresa está aberta a oferecer novos destinos à Air France-KLM.
O presidente da Gol informou que a empresa negocia financiamento para aeronaves programadas para chegarem a partir de 2011. O executivo afirmou que crédito não tem sido um problema para a empresa. Ele reiterou que a empresa já tem operação financeira garantida para as aeronaves programadas para integrar a frota até 2010. O executivo lembrou que as aeronaves representam entre 90% e 95% dos investimentos de uma companhia aérea.
Sem voo intercontinental
Durante a entrevista à imprensa para comentar os detalhes do acordo assinado hoje com a Air France, o presidente da Gol informou ainda que a empresa não tem planos de voltar a operar voos de longo curso. O executivo lembrou que a empresa tem uma frota de aviões composta por Boeing 737, que tem limites de operação. "Esse tipo de avião não nos permite a realização de voos intercontinentais", ressaltou. Questionado sobre se a rota de Paris, encerrada na primeira semana do ano passado, poderia ser retomada, Constantino explicou que a empresa não tem mais esse "slot" (autorização de pouso e decolagem). "Não temos nenhum interesse em retomar essa operação", afirmou.
Fonte: Abril.com/Coisa de Piloto.
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