
Os próximos dois anos serão difíceis para a Embraer. O presidente da empresa, Frederico Curado, disse que 2009 e 2010 a empresa não terá tantos novos pedidos como os últimos tempos, quando a aviação mundial voava em “céu de brigadeiro”.”Não serão anos bons.
Com certeza nossa receita com novas encomendas será bem menor que a carteira atual de pedidos. Serão anos de consumo de back log”, disse o executivo à “Gazeta Mercantil”.
Segundo ele, nos últimos quatro anos a Embraer acumulou uma carteira de US$ 21 bilhões e a receita com novos contratos neste ano deverá alcançar cerca de US$ 7 bilhões. “Fizemos o dever de casa e agora temos fôlego para enfrentar essa crise e não comprometer nosso caixa. A nossa maior meta é preservar nosso caixa”, ressaltou Curado.
A Embraer em seu planejamento para 2009, segundo Curado, já prevê uma queda nas entregas de jatos comerciais e executivos. Para o próximo ano, a empresa estima entregar cerca de 125 aviões comerciais e outros 145 de jatos executivos.
Segundo ele, nos últimos quatro anos a Embraer acumulou uma carteira de US$ 21 bilhões e a receita com novos contratos neste ano deverá alcançar cerca de US$ 7 bilhões. “Fizemos o dever de casa e agora temos fôlego para enfrentar essa crise e não comprometer nosso caixa. A nossa maior meta é preservar nosso caixa”, ressaltou Curado.
A Embraer em seu planejamento para 2009, segundo Curado, já prevê uma queda nas entregas de jatos comerciais e executivos. Para o próximo ano, a empresa estima entregar cerca de 125 aviões comerciais e outros 145 de jatos executivos.
Este ano, a Embraer deve fechar com cerca de 200 entregas. A grande aposta é nas vendas do Phenom 100 e 300. O jato menor terá as primeiras duas unidades entregues neste ano. O modelo 300 deverá ser lançado ao longo do ano que vem.
“No momento atual a existência de uma carteira de pedidos forte não é suficiente para termos uma receita forte, justamente em razão da falta de crédito no mercado mundial”, disse Curado.
Em razão da escassez de crédito no mercado a Embraer poderá realizar empréstimos-ponte de curto prazo para alguns clientes. “Será uma coisa muito específica, uma operação muito cirúrgica. Temos que avaliar se a empresa é sólida e se conseguiremos rolar esta dívida no mercado. Como disse, não posso ser irresponsável a ponto de comprometer o meu caixa líquido. Não somos uma empresa financeira, somos uma indústria”, explicou.
Uma das empresas que poderá ter este empréstimo-ponte é a Azul Linhas Aéreas, que começou a voar no último dia 15 e que tem uma encomenda de 70 jatos 195. “No caso da Azul acho que boa parte dos financiamentos para 2009 estão encaminhados, mas se precisar poderemos adotar essa medida, para um ou dois aviões. Mas sempre pensando no nosso caixa”. Até setembro, a Embraer tinha cerca de US$ 400 milhões em caixa.
Curado ressaltou, ainda, que a Embraer está monitorando o mercado e que em tempos de crise a empresa está fazendo os esforços para manter a operação atual. “Mas isso não depende da Embraer. Com a falta de crédito no mercado algumas entregas podem ser adiadas. Temos que monitorar, até porque se não conseguirmos manter o volume de pedidos o caixa poderá ser comprometido. Teremos uma reestruturação”, afirmou.
“No momento atual a existência de uma carteira de pedidos forte não é suficiente para termos uma receita forte, justamente em razão da falta de crédito no mercado mundial”, disse Curado.
Em razão da escassez de crédito no mercado a Embraer poderá realizar empréstimos-ponte de curto prazo para alguns clientes. “Será uma coisa muito específica, uma operação muito cirúrgica. Temos que avaliar se a empresa é sólida e se conseguiremos rolar esta dívida no mercado. Como disse, não posso ser irresponsável a ponto de comprometer o meu caixa líquido. Não somos uma empresa financeira, somos uma indústria”, explicou.
Uma das empresas que poderá ter este empréstimo-ponte é a Azul Linhas Aéreas, que começou a voar no último dia 15 e que tem uma encomenda de 70 jatos 195. “No caso da Azul acho que boa parte dos financiamentos para 2009 estão encaminhados, mas se precisar poderemos adotar essa medida, para um ou dois aviões. Mas sempre pensando no nosso caixa”. Até setembro, a Embraer tinha cerca de US$ 400 milhões em caixa.
Curado ressaltou, ainda, que a Embraer está monitorando o mercado e que em tempos de crise a empresa está fazendo os esforços para manter a operação atual. “Mas isso não depende da Embraer. Com a falta de crédito no mercado algumas entregas podem ser adiadas. Temos que monitorar, até porque se não conseguirmos manter o volume de pedidos o caixa poderá ser comprometido. Teremos uma reestruturação”, afirmou.
Fonte: Transporte Ideias.
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