
A Total Linhas Aéreas está apostando todas as fichas no transporte aéreo de cargas - nacional e internacional. Com caixa reforçado, depois da transferência do serviço de transporte regular de passageiros para a Trip, no ano passado, a companhia mineira está pronta para a expansão. Em 2009, a empresa receberá dois Boeings 737-300 e um ATR 500 para ampliar sua frota dos atuais 10 para 13 aviões. O grande salto, porém, acontecerá em 2010. Com um Boeing 767, sua 14ª aeronave, a Total estreará no transporte internacional de carga. A primeira rota deverá ser a Belo Horizonte-Miami.
Considerando o leasing das quatro aeronaves e a construção de um novo hangar no aeroporto internacional de Confins, o investimento total deverá passar de US$ 70 milhões. A crise financeira internacional, que obriga empresas de todo o mundo a rever seus planos de investimento, não preocupa o controlador da Total, Alfredo Meister. "Não estamos apostando em crescimento de mercado, estamos apostando num mercado que já existe e é mal explorado pelas empresas brasileiras", explica.
A maior parte dos contratos da Total, com empresas como Petrobras e Correios, contempla variação no preço da gasolina de avião e na cotação do dólar. "Estamos naturalmente ´hedgeados´."
Pelos acordos bilaterais, cada rota internacional de cargueiros pode ser operada por duas companhias aéreas - uma do país de origem e outra do país de destino. Na prática, no entanto, o transporte aéreo internacional de carga é quase totalmente disputado por empresas estrangeiras. Apenas duas companhias nacionais, Varig Log e ABSA, atuam neste mercado com poucas rotas. "Há seguramente algumas dezenas de rotas disponíveis para empresas brasileiras", estima o superintendente da Total, Deilson Matoso.
A idéia do empresário Alfredo Meister é construir uma malha de rotas a partir de Confins, onde pretende construir um novo hangar. Hoje, a empresa mantém um em Manaus. O hangar que tinha no aeroporto da Pampulha foi transferido para a Trip.
No ano passado, a Total já operava rotas para 28 cidades pelo interior do país quando o empresário resolveu unir forças com a Trip. A negociação envolveu dinheiro e também participação acionária na Trip. Meister é acionista e membro do conselho de administração da companhia, ao lado dos grupos Caprioli, Águia Branca e da americana Sky West. "Para sobreviver num mercado dominado pelas grandes, as companhias aéreas regionais precisam ter escala."
Considerando o leasing das quatro aeronaves e a construção de um novo hangar no aeroporto internacional de Confins, o investimento total deverá passar de US$ 70 milhões. A crise financeira internacional, que obriga empresas de todo o mundo a rever seus planos de investimento, não preocupa o controlador da Total, Alfredo Meister. "Não estamos apostando em crescimento de mercado, estamos apostando num mercado que já existe e é mal explorado pelas empresas brasileiras", explica.
A maior parte dos contratos da Total, com empresas como Petrobras e Correios, contempla variação no preço da gasolina de avião e na cotação do dólar. "Estamos naturalmente ´hedgeados´."
Pelos acordos bilaterais, cada rota internacional de cargueiros pode ser operada por duas companhias aéreas - uma do país de origem e outra do país de destino. Na prática, no entanto, o transporte aéreo internacional de carga é quase totalmente disputado por empresas estrangeiras. Apenas duas companhias nacionais, Varig Log e ABSA, atuam neste mercado com poucas rotas. "Há seguramente algumas dezenas de rotas disponíveis para empresas brasileiras", estima o superintendente da Total, Deilson Matoso.
A idéia do empresário Alfredo Meister é construir uma malha de rotas a partir de Confins, onde pretende construir um novo hangar. Hoje, a empresa mantém um em Manaus. O hangar que tinha no aeroporto da Pampulha foi transferido para a Trip.
No ano passado, a Total já operava rotas para 28 cidades pelo interior do país quando o empresário resolveu unir forças com a Trip. A negociação envolveu dinheiro e também participação acionária na Trip. Meister é acionista e membro do conselho de administração da companhia, ao lado dos grupos Caprioli, Águia Branca e da americana Sky West. "Para sobreviver num mercado dominado pelas grandes, as companhias aéreas regionais precisam ter escala."
Fonte: Contato Radar.
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