
Uma greve dos pilotos da Cityline, que teve início hoje, 07/08/08, obrigou ao cancelamento de 360 dos 400 vôos domésticos e europeus operados por esta subsidiária da Lufthansa.
Os 740 pilotos da Cityline exigem a equiparação salarial aos seus colegas da Lufthansa. Um piloto da Cityline no primeiro ano de serviço tem um salário bruto de 3.683 euros mensais, e um piloto da Lufthansa ganha 4.030 euros. Um capitão com cinco anos de experiência de vôo ganha 6.840 euros brutos por mês, na Cityline, e na Lufthansa 9.412 euros.
Os pilotos da Cityline e da Eurowings, outra subsidiária da Lufthansa, já fizeram greve a 07 de Julho e a 22 de Julho, o que levou à anulação de mais de mil vôos domésticos e europeus destas companhias.
A Cityline é uma companhia que cobre rotas menos frequentadas da Lufthansa na Alemanha e na Europa.
A greve dos pilotos ocorre uma semana depois da assinatura do acordo salarial entre a Lufthansa e o pessoal de terra e cabine, que prevê aumentos salariais de 8,4% nos próximos 21 meses.
Segundo alguns analistas, a luta salarial na Cityline poderá levar a Lufthansa a vender esta companhia, se os encargos aumentarem muito, e optar pela compra de outra empresa do mesmo gênero.
A Lufthansa enfrenta também reivindicações dos seus próprios pilotos, que ameaçaram recorrer à greve, se a maior companhia aérea europeia não reconhecer a comissão de trabalhadores que os representa exclusivamente.
A Lufthansa considera uma greve deste tipo ilegal, e ameaçou recorrer aos tribunais com pedidos de indenização, se os 3.500 pilotos abandonarem o trabalho.
Os 740 pilotos da Cityline exigem a equiparação salarial aos seus colegas da Lufthansa. Um piloto da Cityline no primeiro ano de serviço tem um salário bruto de 3.683 euros mensais, e um piloto da Lufthansa ganha 4.030 euros. Um capitão com cinco anos de experiência de vôo ganha 6.840 euros brutos por mês, na Cityline, e na Lufthansa 9.412 euros.
Os pilotos da Cityline e da Eurowings, outra subsidiária da Lufthansa, já fizeram greve a 07 de Julho e a 22 de Julho, o que levou à anulação de mais de mil vôos domésticos e europeus destas companhias.
A Cityline é uma companhia que cobre rotas menos frequentadas da Lufthansa na Alemanha e na Europa.
A greve dos pilotos ocorre uma semana depois da assinatura do acordo salarial entre a Lufthansa e o pessoal de terra e cabine, que prevê aumentos salariais de 8,4% nos próximos 21 meses.
Segundo alguns analistas, a luta salarial na Cityline poderá levar a Lufthansa a vender esta companhia, se os encargos aumentarem muito, e optar pela compra de outra empresa do mesmo gênero.
A Lufthansa enfrenta também reivindicações dos seus próprios pilotos, que ameaçaram recorrer à greve, se a maior companhia aérea europeia não reconhecer a comissão de trabalhadores que os representa exclusivamente.
A Lufthansa considera uma greve deste tipo ilegal, e ameaçou recorrer aos tribunais com pedidos de indenização, se os 3.500 pilotos abandonarem o trabalho.
Fonte: Opção Turismo.
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