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sábado, 23 de junho de 2012

Na década de 70 já testavam winglet. Você sabia?




Durante a década de 1970, o foco da aviação passou de vôo de alta velocidade e alta altitude para a melhoria gradual na tecnologia e na eficiência das aeronaves. 

Um exemplo desta tendência ocorreu na pesquisa de voo winglet efetuada em um KC-135 durante 1979 e 1980. 

Richard Whitcomb, no Centro de Pesquisa Langley tinha originado a ideia de acrescentar pequenas aletas verticais com dicas de uma aeronave de asa. 

Seus testes de túnel de vento indicaram que winglets produziram um impulso para a frente, o que reduziu a força dos vórtices gerados nas pontas das asas do avião e  resultou na redução de arrasto.

Whitcomb, que já havia desenvolvido o conceito de regra área ea ala supercrítico, selecionou a melhor forma do winglet para testes de vôo em um avião tanque KC-135. 

Quando os testes foram realizados, os dados mostraram que os winglets fornecida uma melhoria de 7% em relação ao KC-135 padrão.

A vantagem econômica foi óbvia, em um momento de altos custos dos combustíveis.

Segue vídeos abaixo:





Fonte: http://www.dfrc.nasa.gov / http://www.youtube.com
Tradução: Google Tradutor.
Photo by: Nasa

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Avião russo transformado em hotel


Uma suíte de 400 metros é a principal atração do Ilushin 18, um antigo avião russo da década de 60  pertencente ao ex-presidente  da Alemanha Oriental (RDA), Erich Honecker, e que foi transformado em hotel cinco estrelas pelo empresário holandês Bem Thijssen.  

O Hotel Honecker, como foi batizado, manteve intacta a cabine de pilotagem.

O hotel-avião  que está instalado em uma das pistas do aeroporto Teuge, próximo a Amsterdam, conta com sauna, cozinha própria, internet sem fio, e outros detalhes de luxo. 

O valor da suíte para duas pessoas custa 350 euros a diária, e o espaço também pode se transformar em local para reuniões com espaço para até 15 pessoas. 

Antes, no estado alemão da Saxônia – a aeronave estava sendo utilizada como restaurante. Em sua reconversão, foram investidos 450 mil euros.

Uma das vantagens da localização é que se torna fácil realizar várias atividades: os hóspedes podem contratar  um tour aéreo ou em helicóptero e  a possibilidade de saltos em paraquedas, entre outros luxos.


Fonte: Brasilturis.
Photo by: Sergey Riabsev.

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Mergulhadores acham avião da 2ª Guerra Mundial na costa da Flórida


Mergulhadores encontraram um avião da Segunda Guerra Mundial quase intacto na costa da Flórida. 

O especialista Kevin Knebel acredita que a aeronave seja um modelo Curtiss Helldiver SB2C, que foi usado pelos EUA no conflito. 

Se for verdade, Knebel destacou que seria o primeiro Helldiver a ser encontrado na costa do estado, segundo a emissora de TV "NBC".

Fonte: Radar Aéreo.
Photo by: Courtesy: Randy Jordan.

sábado, 10 de julho de 2010

Imagens - Isso sim é dormir confortavelmente em 'um avião'



Alguns de nós damos um toque pessoal nos nossos quartos com aquele lençol bacana de He-man ou incensos de cheiros exóticos. Mas o cara que transformou o seu quartinho em uma cabine de avião está literalmente em outro nível.


Como o Unplggd nos lembra, isso é uma decoração que qualquer um pode fazer, de fato: dá para comprar um pôster de controles de avião, se você estiver realmente a fim. Antes de fazer isso, é bom que você nunca tenha tido pesadelos com um avião caindo. Acordar dentro de uma cabine pode piorar as coisas

Fonte: Brian Barrett (Gizmodo)
Photo by: favaro JR.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Harrison Ford trabalha para custear sua paixão por voar


Aos 67 anos, o astro de Hollywood Harrison Ford declarou ao jornal alemão Frankfurter Allgemeine Zeitung que fica feliz de ter gente que ainda queira vê-lo nas telas, já que isso pode financiar sua paixão por pilotar aviões.


Harrison Ford em seu hangar particular


O ator disse que se não recebesse mais convites para trabalhar, teria que se contentar em voar apenas como passageiro normal. Harrison é piloto qualificado a voar tanto em aviões como em helicópteros.


Ford possui uma frota de aviões de vários tipos, apesar disso ele revelou ser uma pessoa de hábitos simples. Segundo ele, nem mesmo roupas ele costuma comprar, já que usa os figurinos dos seus personagens.



Harrison Ford se prepara para pilotar um amarelo brilhante Aviat A-1C-20



Verificações finais: Ford garantindo que tudo está perfeito antes da decolagem


Como um pássaro: Ford voa pelos céus da Califórnia. Ele mantém seus oito aviões no aeroporto de Santa Monica

O ator, que estampa seu rosto em uma campanha da Associação de Proprietários de Aeronaves e Pilotos, está pronto para voar seu Cessna



Ford tem voado desde 1960 e tem pelo menos oito aviões

Fonte: Terra / Daily Mail
Photo by: Robert Gallagher / Matrix

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Sem imposto e com prazer: dicas de compras no Free Shop



Quando o perfume, o demaquilante e o tônico facial, além do whisky e do vinho do Porto estão acabando, soa o alarme: está na hora de passar pelo Free Shop. Para voltar a ter os itens que a gente vivia sem, mas não vive mais, vale passar um final de semana em Buenos Aires, cavar uma viagem internacional a trabalho ou convencer sua irmã a comprar a sua listinha na volta da viagem dela.


Mas nem sempre é melhor deixar para comprar tudo na volta, quando geralmente estamos cansados depois de uma noite mal dormida e o Free Shop está lotado. Pode valer a pena comprar algumas coisas na ida, além de reservar o que você irá comprar na volta. Vem comigo.


O QUE FAZER NA IDA

- Comprar os presentes para os amigos que irá encontrar. A opção matadora é algum produto da Natura, que agora é vendida no Duty Free e é a cara do Brasil.


- Comprar os óculos escuros. Não é o lugar mais barato do mundo, mas é mais acessível do que na ótica do shopping e você ainda poderá usá-los durante a viagem, sem se preocupar em comprar um ao chegar no seu destino. Duas marcas que têm uma excelente relação custo x benefício são as Ray Ban e a Polo .


- Cheirar um montão de perfumes nos papeizinhos e levá-los para cheirar de novo várias vezes até decidir qual irá comprar na volta. Para não se confundir: escreva em cada um o nome do seu respectivo perfume e coloque um em cada bolso da calça.


- Compras demoradas, como cosméticos e maquiagem. Os meus favoritos são o demaquilante e algum rímel da Lâncome, os tônicos da Clinique e aquele gloss que tem veneno de abelha em sua fórmula e dá uma bombada nos lábios (mas que eu esqueci a marca – o meu já acabou!)


- Adaptador elétrico (US$50), caso tenha deixado o seu para trás e notebooks e celulares estejam na sua mala.


- Jóias, como da HStern, que sempre paqueramos e que lá são mais baratas.

O QUE COMPRAR NA VOLTA


- Os presentes faltantes. Os perfumes da Gap Body (US$25), os cremes da Victoria Secret (US$11), o saquinho chocolates Toblerone (US$13) ou Lindt (US$22) e o baralho (US$21) são boas opções para os avós, as amigos e os colegas de trabalho, não necessariamente nessa ordem.


- Bebidas alcóolicas. Um kit de quatro garrafas de Red Label custa hoje US$68 no Duty Free. No Pão de Açúcar, uma garrafa custa o equivalente a US$37. É mais do que o dobro do preço. Mas não defina a marca antes, já que sempre há alguma em promoção. E lembre-se de que a compra máxima são 24 garrafas, sendo 12 de cada tipo de bebida.


- O perfume que você escolheu entre os vários que ficou cheirando ao longo da viagem.O mais vendido é o L’eau D’Issey masculino, do Issey Miyake, de 125ml, por US$69.


O QUE NÃO COMPRAR

Roupas e eletrônicos são muito mais caros ali do que nos Free Shops de outros países ou nos EUA.


INFORMAÇÕES ÚTEIS

Sabia que dá para reservar? Descobri outro dia e achei o máximo: dá para reservar os produtos do Free Shop pelo site, pelo 0800 72 38379, ou na própria loja antes de embarcar, para buscar na volta. Você passa informações do seu vôo e ao, chegar, é só buscar sua encomenda no caixa. Também dá para parcelar em 5x no cartão e sempre valerá o preço mais baixo: o do momento da reserva ou da compra. Confira mais informações aqui.


A cota por pessoa é de US$500. Se você compra na ida, o valor entra na cota que você tem de compras no exterior, de US$500.

Dá para pagar em dólares ou reais. A conversão é feita na hora.

Troque seis embalagens da MAC por um batom. Isso é válido não só no Free Shop, mas nas lojas daqui do país. Mas já que você está lá…

Fonte: Georgia Barcellos (viajeaqui.abril.com.br)
Photo by: reprodução

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Avião que funciona com energia solar faz teste noturno



Um avião experimental que funciona através de energia solar decolou no início da manhã desta quarta-feira de um aeródromo de Payerne, na Suíça, para um voo de 25 horas, um teste da capacidade do aparelho de voar à noite, após ter as baterias carregadas durante o dia.


O Solar Impulse saiu da pista alcançando 35 km/h antes do piloto Andre Borschberg executar a operação de decolagem às 6h51 (1h51 de Brasília) para um voo que tem pretende durar 25 horas.


O avião tem como única fonte de energia 12 mil células fotovoltaicas que cobrem suas asas e alimentam os quatro motores elétricos, com potência de 10 CV cada. Também permitem recarregar as baterias de lítio polímero de 400 kg.


O aparelho funcionou bem durante o dia, com um primeiro voo de sucesso em 7 de abril e outros dez desde então. Agora precisa ser aprovado no teste noturno, para testar a capacidade das baterias de serem carregadas suficientemente durante o dia e alimentar o avião durante horas sem sol.

Fonte: Jornal de turismo
Photo by: UOL

terça-feira, 6 de julho de 2010

'O País não faz bom uso da sua infraestrutura'


David Neeleman, da Azul, acredita ser fácil promover a expansão dos aeroportos existentes no Brasil.



David Neeleman, 50 anos, fundador da JetBlue nos Estados Unidos e da Azul no Brasil, vive na ponte-aérea São Paulo-Nova York. Filho de missionários mórmons, o empreendedor dos ares vai e volta dos EUA toda semana. Curiosamente, sempre "encrachatado". Ele é visto semanalmente em voos de suas concorrentes TAM ou American Airlines portando a identificação. Conhecido pelos tripulantes que operam a rota - da aeromoça aos pilotos -, sequer durante a noite de sono, na classe executiva, ele abandona o crachá.


Ao chegar para o almoço com esta colunista, no restaurante Sallvattore, o crachá continua à mostra. Por que o executivo não desgruda do acessório de plástico? "Eu gosto", limita-se a responder o empresário.


Famoso por seu déficit de atenção e português fortemente afetado pelo sotaque americano, Neeleman conta que nasceu e viveu no Brasil até os cinco anos de idade. Depois, seguindo os passos do pai mórmon, voltou para cá aos 19 anos, atuando como missionário no Nordeste. Tarefa que durou dois anos.


Fruto de um investimento de US$ 200 milhões, a Azul é a quarta empresa aérea de Neeleman. E é com ela - hoje com dois anos e meio de existência - que o empresário pretende ficar. "Estou com 50 anos e este será meu último empreendimento", anuncia. E mais: diz que a Azul já opera no azul.


A seguir, os principais trechos da entrevista.

Existe uma discussão gigantesca sobre os aeroportos no Brasil. Qual é a sua opinião sobre a atual estrutura aeroportuária brasileira?


Antes de começar com a Azul, estudei os aeroportos do Brasil e cheguei à conclusão de que o País não faz bom uso do que tem. Por causa dos outros aeroportos é que Congonhas está superlotado. Mas ainda há espaço ali para expandir, criar novos terminais e novos pátios. Quando se promove expansão em aeroportos nos EUA, a coisa é complicada. Aqui, não, porque tem espaço. O alargamento feito na Marginal Tietê é mil vezes mais difícil do que ampliar terminais aéreos.


O que emperra o processo?

Olha, não sou a favor de privatizar os aeroportos. Seria um processo muito demorado, com muitas brigas. A Infraero tem condições de fazer isso. Tem muita gente boa lá dentro. É só dar transparência ao processo e chamar pessoas de fora do Brasil para ajudar. Existem especialistas no mundo inteiro. Poderíamos ampliar o Conselho de Administração da Infraero, colocar profissionais experientes e competentes nesse tipo de coisa.


O senhor defende então um novo modelo de gestão?

Sim, temos que desburocratizar a Infraero. A Petrobrás, por exemplo, não segue a lei 8666, que engessa processos. Por que não fazer o mesmo com a Infraero, dando agilidade para a estatal? Acredito até que seja possível ter mais um terminal em Congonhas. Tudo pode ser feito em dois ou três anos. Você precisa montar uma planilha, chamar as empresas que operam este tipo de concessão e preparar a licitação.

Você acha que a Infraero teria recursos para tanto?

Ela pode lançar bonds no mercado. Para mim, é difícil ouvir que é difícil. É algo fácil e que já foi feito muitas vezes no mundo. A solução é simples, entende? Se não tivesse terreno, aí sim seria complicado. Temos um aeroporto em Vitória que já começou e parou faz cinco anos (sorri). Em Goiânia, é exatamente a mesma coisa.


Mas não há urgência no andamento?

Podemos fazer ações temporárias, como montar pátios e construir terminais provisórios. Não podemos é parar com o crescimento. O que falta em Guarulhos é pátio. Se você sabe onde o terminal novo vai ficar, podemos colocar um pátio em frente para ser utilizado provisoriamente. Aconteceu assim com o aeroporto de Long Beach. A Jet Blue (empresa que criou nos EUA) queria entrar, mas não tinha sala de espera. Montamos uma e colocamos 42 voos por dia no aeroporto. Ficamos assim por dez anos. Coisa parecida foi feita em Nova York. Por que não fazer aqui?


Você poderia explicar isso um pouco melhor?

Primeiro, temos que utilizar mais a infraestrutura que já está aí, aumentando o número de posições no estacionamento de aviões. Isto pode ser feito com uma simples pintura, identificando as aeronaves por tamanho. Depois, eu pergunto: por que não dividir os balcões de check-in por mais de uma empresa? Aí entram as instalações provisórias. Elas são parecidas com grandes contêineres metálicos e, em alguns casos, podem até ser adaptadas e usadas como fingers. Sua construção é muito rápida e terão um papel importantíssimo a cumprir na Copa e nas Olimpíadas.


Por que você é contra a privatização dos aeroportos?

Não sou o único a ser contra. O governo também não quer. São Paulo tem dois aeroportos - um na cidade e outro fora. Mas a maioria das capitais brasileiras só tem um aeroporto. Se for privatizado, o gestor poderá cobrar o que quiser. E não existirá concorrência. Nos países onde os aeroportos foram privatizados, como Argentina, México e Inglaterra, não deu certo. São os aeroportos mais caros do mundo. É importante que os custos para as empresas aéreas fiquem baixos porque mais viajantes poderão voar, novos negócios serão gerados e a economia fluirá.


Como é funcionamento do sistema americano?

Não tem nenhum aeroporto importante nos Estados Unidos que seja privatizado. E o governo federal fez uma lei para os aeroportos estaduais e municipais. Todo dinheiro que ganham deve ser reinvestido em benefício do próprio terminal aéreo.


Historicamente, o setor de aviação aérea brasileira sempre foi complicado. Por que você escolheu o Brasil para fazer uma nova companhia?

Eu nasci no Brasil, eu amo o Brasil. Esse é o meu País. Quero fazer a diferença.


A área de aviação é o setor industrial dos mais difíceis. Une a necessidade de se ter capital intensivo, é dependente de concessão, precisa de mão de obra especializadíssima e, como acontece nos hotéis, assento vago é renda perdida. Esse setor apaixona?

Existe uma fotografia tirada aqui no Brasil de quando eu fiz cinco anos. Em cima do meu bolo de aniversário havia uma aeronave. Tenho alma inovadora e oportunidades.


Acha que Congonhas poderia ter mais voos?

Congonhas está trabalhando com 30 operações por hora. Nos Estados Unidos, a média é de 71 operações por hora. Podemos utilizar melhor nossos ativos sem risco de segurança. Precisamos de mais controladores. Acredito que daqui a quatro ou cinco anos, o número de passageiros vai triplicar. E a infraestrutura tem que acompanhar todo esse processo de desenvolvimento.

Fonte: Sonia Racy (O Estado de S.Paulo)
Photo by: Reprodução

Angelina Jolie aprende a pilotar aviões para presentear o filho


Atriz contou que teve aulas de pilotagem para agradar ao seu mais velho


Angelina Jolie aprendeu a voar como uma forma de presentear o filho mais velho, Maddox (com ela na foto acima), em seu aniversário.


A atriz, que tem seis filhos com Brad Pitt, fez aulas de pilotagem depois de perceber o quanto Maddox, de 8 anos, gostava de observar os aviões passarem pelo ceu.


"Quando Maddox tinha um ano e meio, foi ao aeroporto almoçar e ver os aviões. Então eu pensei: 'Eu poderia voar'. Aí, prometi a ele que eu voaria em seu segundo aniversário", disse ela a "Vanity Fair".


Angelina contou que adora estar nas alturas pilotando um avião porque este é o único momento em que tem a solidão que deseja: "É o único lugar em que estou completamente sozinha. No ar, independente de tudo. Brad ama os aspectos técnicos da aviação. Ele ama as checagens e todas as coisas matemáticas. Eu sou terrível em matemática, mas amo poder ir a qualquer lugar e ter essa liberdade ", afirmou ela.

Fonte: Quem Online
Photo by: Reprodução

segunda-feira, 5 de julho de 2010

PF aponta fraudes em concursos da Abin e Anac



BRASÍLIA - Com o aprofundamento da Operação Tormenta lançada há três semanas , a Polícia Federal descobriu graves indícios de fraude em concursos promovidos pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) ano passado. Pelas informações obtidas até o momento pela polícia, 45 candidatos a vagas na Abin e na Anac tiveram acesso às provas antes da distribuição oficial dos testes. Entre os suspeitos de envolvimento no crime, 12 já tomaram posse e estariam trabalhando normalmente. Eles serão chamados para depor. O delegado Victor Hugo Rodrigues Alves deverá pedir a prisão preventiva dos candidatos que tiverem ligações mais próximas com integrantes da quadrilha acusada de fraudar os concursos.


A Operação Tormenta foi lançada em 16 de junho. Doze suspeitos, entre eles o dono de uma universidade em São Paulo e um policial rodoviário federal, foram presos. A organização era acusada inicialmente de fraudar concursos destinados à contratação de agentes da Polícia Federal e servidores da Receita Federal. O grupo também era suspeito de burlar o exame de admissão na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Com o avanço nas investigações, a polícia chegou a conclusão que o grupo também vendeu informações sobre as provas para os últimos concursos da Abin e da Anac.

A fraude teria beneficiado 36 candidatos da Anac, 11 deles já empossados nos cargos de analistas e técnicos, e 9 da Abin. Um dos aprovados no teste da Abin, um oficial de inteligência, já até tomou posse. A organização teria planejado fraudar ainda concursos da Advocacia-Geral da União, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), da Caixa Econômica Federal e da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), entre outros.

Fonte: globo.com
Photo by: Divulgação

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Mergulho para ver um 727


Um Boeing 727 foi anunciado como a jóia da coroa do programa de reflorescimento de arrecifes artificiias de Miami-Dade.


A tempestade tropical Gordon em 1995 acabou por despedaçá-lo.

 
Mas o avião afundado há 17 anos em Miami , tem sofrido com o vandalismo no fundo da Biscayne Bay onde os vãndalos carregam pedaços da aereonave e do arrecife como recordação.

 
Rolando pelo fundo arenoso, seus fragmentos desapareceram, e os arrecifes artificiais antes fundidos as peças aeronáuticas foram também desaparecendo.



Fonte: Pousada das Notícias.
Photo by: Google Image/Andre Seale/Photo of the craft being lowered into the water by a crane/artesub.com/divespots.com

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Pequeno avião com torcedores aterrissa em rodovia na África do Sul

 
Quatro passageiros e o piloto saíram ilesos.
Aeronave levava família que assistiria jogo entre Alemanha e Inglaterra.
 



 
O pequeno avião Piper PA-32-301 Saratoga, prefixo ZS-KTL, que transportava torcedores para o jogo entre Alemanha e Inglaterra fez um pouso de emergência por volta das 11:30 (hora local) deste domingo (27) sobre uma rodovia perto do estádio antes da partida de oitavas de final, informou a imprensa local.

 
"Todos saíram ilesos", disse um porta-voz da polícia.

 
Quatro passageiros e um piloto viajavam no avião durante o incidente, que ocorreu cerca de 35 quilômetros ao norte de Bloemfontein, local do jogo.

 
Os carros foram forçados a deixar a pista para que o avião pousasse, mas não houve acidentes nem lesionados, informou a associação de imprensa sul-africana.

 
O avião, que foi rapidamente colocado ao lado da pista para regularizar o tráfego, levava uma família de sul-africanos com ingressos para a partida, completou a associação.

Fonte: Reuters via G1 / Site Desastres Aéreos
Photo by: ER24

terça-feira, 22 de junho de 2010

"Santos Dumont chinês" constrói o próprio avião para realizar sonho de voar

 
Um sapateiro chinês que sequer completou o ensino fundamental fez o primeiro voo em sua aeronave caseira. Huang Jianjun, de 34 anos, abandonou o trabalho na indústria de calçados em 2004 para se dedicar ao sonho de voar.
 

 
Ele começou a comprar livros para estudar aviação e projetar sua aeronave. "Eu sempre quis fazer meu próprio avião", disse Huang ao China News Network.


Após seis anos e um gasto de cerca de 10 mil euros, o chinês finalmente decolou em seu avião. O aparelho atingiu uma altura de 500 metros até retornar à Terra com sucesso.


Agora, ele não quer voltar a trabalhar como sapateiro e só pensa em continuar aprimorando seu projeto. Em outras palavras, Huang Jianjun é praticamente um Santos Dumont made in China...

Fonte: virgula.uol.com.br
Photo by: Reprodução/Orange News

Passageiro de 200 kg é retirado de voo por ocupar espaço demais


Um britânico que pesa mais de 200 quilos foi tirado de um voo transatlântico por ocupar todo o espaço do seu próprio assento e mais de um terço da poltrona ao lado.


Sandy Russell estava a bordo de um avião da empresa Air Transat para visitar uma tia doente no Canadá, quando uma aeromoça chamou-o para fora da aeronave e pediu que ele comprasse dois assentos no próximo voo disponível.Um porta-voz da empresa aérea justificou a decisão afirmando que o avião estava lotado e que a largura de Russell não permitia que fosse abaixado o apoio para o braço que separava a sua poltrona da do lado.


Russell disse que se sentiu como "um terrorista" e acabou não viajando para ver a parenta, que morreu dois dias depois do incidente.


"Se é um voo longo, eu sempre pergunto se há mais assentos disponíveis", contou o britânico. "Mas no check-in me disseram que o voo estava lotado." Ao entrar no avião, segundo ele, a aeromoça ainda tentou procurar uma poltrona extra para acomodá-lo.

"Quando ela voltou, me disse para segui-la, e eu peguei minha bagagem de mão. Ela me levou para fora da aeronave e me disse, basicamente, que eu não poderia seguir naquele voo porque era largo demais e que era injusto alguém pagar um assento ao meu lado e não ter uma poltrona inteira", afirmou.

"Me senti um criminoso, um terrorista. A emoção foi demais e eu não me contive." O britânico diz que "nunca, nunca" teve "qualquer problema com companhias aéreas" até o incidente, e acusa a Air Transat de não prevenir os passageiros sobre a possibilidade de tamanho constrangimento.


"Eles precisam deixar claro para as pessoas antes do embarque, ou até mesmo na reserva, que a partir de um certo tamanho isso pode acontecer", afirmou.


Um porta-voz da Air Transat defendeu a companhia, argumentando que a empresa "não pode solicitar informações sobre as medidas dos passageiros durante a reserva".


"Vai contra os direitos humanos (dos passageiros)", afirmou o porta-voz.

 
"Neste caso, não era possível abaixar o apoio para o braço e separar a poltrona do sr. Russell da da senhora ao seu lado. Ele estava tomando mais de um terço da poltrona dela

Fonte: noticias.uol
Photo by: uol

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Curiosidade: Para que servem todas aquelas luzes que tem no avião?




As luzes externas de um avião podem ser divididas em luzes de navegação/visibilidade e luzes de (pasmem) iluminação.

Começando com as luzes de navegação, os aviões copiaram uma convenção que existia já há muito tempo em navios: Luzes de “preferência” ou “desvio”, ou ainda, “luzes de direção de movimento”. É mais difícil explicar do que entender..rs.. mas vamos lá:
Assim como nos navios, no lado direito do avIão tem uma luz verde (estibordo – starboard) e no lado esquerdo uma luz vermelha (bombordo – port) veja foto da asa direita:



Estas luzes servem, por incrível que pareça, para indicar qual o sentido que o avião está seguindo em relação a outro na escuridão. Digamos que você esteja no escuro completo taxiando em um aeroporto e não tem outra maneira de saber em qual sentido um outro avião segue em relação a você… conhecendo essas luzes fica fácil: se você ver uma luz verde, saberá que o outro está se afastando de você para a direita e você tem a preferência da manobra. Se por outro lado você ver uma luz vermelha, o outro estará se afastando para a esquerda e ele terá a preferência.

Se você ver uma verde e uma vermelha, ele estará vindo em sua direção e você é obrigado a desviar para direita e dar a asa esquerda vermelha pra ele (obviamente se vc viu uma verde e uma vermelha, o outro cara também viu e vai desviar para a direita dele te mostrando a asa esquerda vermelha a você).

Além da verde e da vermelha, tem mais uma luz de navegação, cuja cor é branca. Em alguns avioes ela fica na parte de trás da ponta da asa (bem atrás da verde e da vermelha) e em outros aviões ela fica no cone de cauda, bem abaixo do leme de direção. Ela tem a mesma função de indicar direção, pois se você avistar apenas luzes brancas na sua frente, saberá que o outro está se afastando de você (a menos que você esteja mais rápido, neste caso a manobra de ultrapassagem pode ser tanto por bombordo quanto estibordo).

As luzes de navegação devem permanecer acesas o tempo todo!
Vimos as luzes de navegação, agora vamos ver as de Anti-colisão. Na primeira foto lá em cima vemos uma luz vermelha bem acima do corpo do avião (tem outra igual embaixo, na barriga, que não dá pra ver na foto). Apesar de se chamarem de “anti-collision lights” ou “beacon”, hoje em dia essas luzes são mais indicativas de “iminência de movimento” ou “iminência de giro de motores” (partida) do que de evitar colisões. Essas luzes sempre são acesas ANTES de acionar os motores e ANTES de iniciar um pushback ou reboque e só são apagadas após o desligamento dos motores ou após o estacionamento da aeronave. Na aviação mais antiga, ela realmente servia como luz de anti-colisão, já que o fato dela piscar (ou girar) em vermelho a fazia mais visível de longe.

Há também um outro tipo de luz de anti-colisão:
Strobe lights: As strobe são luzes brancas de alta intensidade que piscam nas pontas das asas (do lado das luzes de navegação). São como um flash de máquina fotográfica super potente e são visíveis de muito, muito longe! Geralmente se você olhar para o céu a noite e ver um avião passando lá em cima piscando, a única luz que você estará vendo será a strobe light.


Elas são ligadas no momento de entrar na pista para decolar e são desligadas após o pouso. A única função delas a vida é aumentar a visibilidade da aeronave chamando a atenção.

A outra categoria de luzes são as de iluminação mesmo:
Logo lights: Estas são opcionais nas empresas, e servem somente para iluminar a cauda do avião e mostrar o logotipo da companhia aérea.
Fonte: Aviões e músicas
Photo by: Ilustração

Curiosidade: Como o motor do avião é preso na asa?

 
Na verdade o motor é que é fixado no Pylon :)
O motor é preso no Pylon (Strut) através de dois montantes, uma seção traseira inferior e uma seção dianteira inferior ficam presos no motor, e duas seções superiores ficam presas no pylon. A figura 1 mostra os pontos de fixação.



Figura 1 -

 
Este montantes suportam as cargas de potencia (empuxo), peso do motor e torque (gerado pela rotação do fan).
A seção inferior do montante dianteiro fica conectada ao motor por 4 parafusos de tensão e possui dois “thrust links” , que ficam presos em um “clevis” na carcaça do motor (ver no desenho em vermelho a frente).

 
Figura 2

 
A seção inferior do montante traseiro fica conectada na carcaça da parte de exaustão da turbina (ver figura 2 a posicao dos montantes e figura 3 para um close-up do montante traseiro), e também é preso por quatro parafusos de tensão.
Este montante traseiro possui umas barras estabilizadoras que permitem a expansão térmica do motor (já que a parte de trás vai esquentar e expandir).
 

Figura 3

 
Então o motor é preso de uma maneira bem simples, por apenas 8 parafusos, quatro na frente e quatro atras..rs (tomando como exemplo o motor PW4077/4090 do Boeing 777). O montante inferior se encaixa no superior, da-se o torque em quatro parafusos e pronto. Por isso, durante as turbulências, se você olhar para o motor verá que ele se move lateralmente em relação a asa, pois é preso apenas em dois pontos.
Geralmente quando se troca o motor, todos os parafusos de tensão são também substituídos, mas em alguns casos podem ser inspecionados com liquido penetrante para verificação de rachaduras e reinstalados.


Fonte: Aviões e músicas
Photo by: ilustração

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Homem ameaça derrubar avião da Qantas usando o poder da mente

Não, não era um mestre Jedi a bordo do voo QF-31, entre Sydney, na Austrália e Cingapura, nesta segunda-feira (5).
No entanto, havia um homem - que parecia estar sob efeito de drogas e/ou álcool - que, delirante, declarou que queria e poderia derrubar o avião repleto de passageiros usando o poder de sua mente.

Em rota, o Boeing 747-438, prefixo VH-OJG, já havia completado cinco das sete horas e meia de voo e, embora o temor de que ele realmente conseguisse seu intento fosse baixo, os comissários de bordo algemaram os braços do homem e suas pernas durante o resto do voo até Cingapura, onde o avião pousou em segurança.

A polícia - que já aguardava a chegada do Boeing - embarcou na aeronave depois que os passageiros desembarcaram e levou o homem em prisão preventiva.

O avião, em seguida, prosseguiu para sua próxima parada, em Londres, sem atraso.


Fonte: Desastres aewreos News
Photo by: Redação desastres aereos

quarta-feira, 24 de março de 2010

Museu da TAM com Mirage III da FAB


O Museu da TAM comemorou no dia 18 a chegada do caça Mirage III doado pela Força Aérea Brasileira.

O exemplar, da versão D e número de série 4908, é um biplace e traz uma curiosidade. 

Foi nele que o piloto de Fórmula 1 Ayrton Senna voou na década de 1990. 


Segundo o museu, a aeronave encontra-se em perfeito estado de conservação e será remontada para fazer parte do acervo em exposição. 

A TAM pretende reabrir o museu, em São Carlos, no dia 13 de junho.

Fonte: Airway Online.
Photo by: paddockformula1.

domingo, 17 de janeiro de 2010

Negócio de outro mundo…



Disco voador? Alienígenas? Ao ver a imagem abaixo, logo me lembrei dos filmes “2001, Uma Odisséia no Espaço” e “Star Wars”, mas, na verdade, se trata de uma sala do Centro de Controle de Tráfego Aéreo de Sofia e Varna, na Bulgária. 

A beleza do ambiente branco, na verdade, tem uma justificativa: Foi comprovado em estudos que um ambiente claro, grande e limpo diminui o stress e, ao mesmo tempo, cria melhores condições de trabalho para os controladores de voo. 

Ao compararmos esta sala com as salas existentes na América Latina (e em muitos outros lugares do planeta), dá mesmo para dizer que é coisa de outro mundo.

Fonte: FL410.
Photo by: Ognyan Stetanov.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Comissária de Voo





Fonte: Globo.com
Photo by: photobucket.com

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