Fonte: Reuters.
Photo by: Gifs.




No último dia 24 de abril, a Boeing noticiou que o programa ABL (Airborne Laser - laser aerotransportado) iniciou os voos de teste com o sistema de armas completamente integrado à aeronave do programa, um Boeing 747-400F modificado. Os testes, a partir da Base Aérea de Edwads, na Califórnia (EUA), têm o apoio de equipes da Boeing, das indústrias parceiras e da agência norte-americana de defesa anti-mísseis. O primeiro voo de checagem funcional, já com o sistema de controle de tiro e o laser de alta energia instalados a bordo, deu-se no dia 21 de abril.
A empresa líder do projeto é a Boeing, também responsável pela integração dos sistemas, pelo fornecimento da aeronave modificada e do sistema de combate. A Northrop Grumman é a fornecedora do laser de alta energia e a Lockheed Martin é responsável pelo sistema de controle de tiro.
O ABL deverá prover uma capacidade de destruição, “na velocidade da luz”, de todas as classes de mísseis balísticos, enquanto os mesmos ainda estiverem na fase de aceleração após o lançamento (boost). Eliminando os alvos ainda nessa fase, pretende-se reduzir a quantidade de disparos necessários das demais camadas do sistema de defesa anti-mísseis. Além disso o ABL tem potencial, segundo a empresa, para ser empregado em outras missões, envolvendo destruição de aeronaves e de mísseis terra-ar.
No ano de 2007 foram relizados perto de 50 voos de teste que demonstraram a capacidade de acompanhamento dos alvos aéreos, compensando as condições atmosféricas. O ano passado foi dedicado à instalação do laser de alta energia a bordo da aeronave e, pela primeira vez, à operação do sistema de armas completo em altos níveis de força.










Fonte: (Juvenal Júnior) Eaglesky Blog.








Fonte: DAN.
Um 747 da Qantas realizou nesta sexta-feira 25/07/08, um pouso de emergência no aeroporto de Manila devido a um buraco na sua fuselagem, sem causar vítimas. Um passageiro filmou o interior da aeronave durante o pouso. Outros passageiros contaram que, depois de ouvir um barulho muito alto, o avião, que voava entre Londres e Melbourne, via Hong Kong, sofreu uma queda de mais de 6 mil metros. A Qantas informou que não há nenhum ferido entre os 346 passageiros e 19 membros da tripulação.
O aparelho teve de aterrissar depois da forte despressurização devido a um buraco na fuselagem logo após decolar de Hong Kong, disse Ding Lima, chefe de operações do aeroporto de Manila. "Nós ouvimos um ruído tremendo, o aparelho tremeu todo e as máscaras de oxigênio caíram", contou a passageira June Kane. "Aí nos disseram que havia um buraco numa das portas, mas quando olhei para fora, vi um buraco enorme no avião, à altura da asa", acrescentou. "O buraco media uns dois metros por quatro, e acho que algumas malas chegaram a cair por ele." Segundo as primeiras inspeções, foi constatado um buraco na fuselagem, confirmou o diretor da Qantas, Geoff Dixon. "Há um grande buraco de três metros de diâmetro na fuselagem do aparelho, junto à asa direita", informu Lima. O vôo QF30, havia decolado de Hong Kong às 9h locais e tinha previsto aterrissar em Melbourne às 11h45, segundo o site da Qantas. Lorena Dimaya, porta-voz da Qantas em Manila, garantiu que o acidente não representou ameaça de vida para os passageiros.
Segundo um passageiro inglês, Robin McGeechan, de 42 anos, ninguém foi tomado pelo pânico. "O mais traumático foi quando descemos do avião e vimos o buraco", comentou, por sua vez, Phil Rescall, um inglês de 40 anos que viajava para a Austrália. "Foi quando nos demos conta da sorte que tivemos". As causas do acidente estão sendo averiguadas.
Um Boeing 747 cargueiro caiu às 03:52 (hora local) em próximo a Bogotá na Colômbia. Até o momento estão confirmadas as mortes de três pessoas que estavam na área do impacto. Informações preliminares indicam que nenhum dos oito ocupantes do avião morreram na queda numa fazenda em Mosquera, cidade vizinha a capital colombiana. 

Fonte: FSP
A United Airlines reteve no solo sete de seus B747 depois de descobrir que a companhia encarregada da manutenção, a Korean Airlines, usou para a calibração dos altímetros um instrumento que não estava corretamente regulado. Segundo a empresa, todas as aeronaves passarão por nova e completa vistoria. O anúncio veio dias depois de a FAA ter determinado que as empresas aéreas precisam cumprir todos os regulamentos exigidos. A demanda segue a aplicação de uma multa de US$ 10,2 milhões à Southwest pelo fato de a companhia ter permitido que dezenas de antigos B737 continuassem a voar apesar de os prazos de vistoria terem sido estourados. A United afirma que não há relação entre as determinações recentes e as decisões e que informou o problema voluntariamente à FAA - o que na indústria é considerado uma forma de ganhar imunidade contra multas e outras penalidades futuras.
Um avião da empresa Aerolíneas Argentinas procedente de Madri e com destino a Buenos Aires fez hoje uma aterrissagem não prevista em Recife, devido a problemas técnicos, informaram fontes oficiais.
O primeiro vôo de um avião comercial usando biocombustível decolou neste domingo do aeroporto de Heathrow, em Londres, com destino a Amsterdã, na Holanda. O Boeing 747, operado pela companhia Virgin Atlantic, voou sem passageiros a bordo e teve um de seus quatro motores movido a biocombustível, enquanto que os outros três usarão combustível convencional.O uso de cerca de 20% de biocombustível serve para reduzir o risco do vôo, uma vez que os demais motores são capazes de fornecer a potência necessária para o avião caso haja qualquer problema. O avião usou uma mistura de óleo de coco e babaçu e outras plantas da floresta amazônica. A empresa disse que a mistura usada não compete com fontes de alimento importantes.
A Virgin diz que o uso de biocombustível ajuda no corte das emissões de gases causadores do efeito estufa. "Estamos de fato fazendo algo para reduzir nossas emissões de carbono. Não considero que seja só propaganda - é progresso, é de fato reduzir a contribuição da indústria da aviação nas emissões de CO2", afirmou Paul Charles, diretor de comunicações corporativas da Virgin Atlantic.
Um dos problemas do biocombustível é que ele congela facilmente em grandes altitudes. A tecnologia está sendo desenvolvida pela GE e Boeing, e a Virgin acredita que em dez anos as linhas aéreas podem utilizar a energia de plantas normalmente.
Ambientalistas dizem que a iniciativa da Virgin Atlantic não é uma solução para diminuir o aquecimento global, porque plantações seriam utilizadas para gerar combustível, reduzindo a produção de comida.