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terça-feira, 15 de setembro de 2009

Emirates


Um A340-500 da Emirates, desapareceu das telas de radar e por muito pouco, evitou a queda em um bairro populoso de Melbourne, após uma decolagem desastrada, em 20 de março de 2009.

O Airbus passou a centímetros de uma cerca no final da pista, ao decolar do aeroporto de Melbourne, com destino à Dubai, e lutou para ganhar altitude após os pilotos calcularem errado o peso da aeronave em quase 100 toneladas, segundo informes da imprensa local.

Controladores de voo, horrizados , assistiram como o avião corria pela pista, lento demais para decolar e rápido demais para abortar e ainda viram as faíscas na pista, cada vez que a cauda do avião atingia o solo, o que aconteceu cinco vezes, até que o piloto conseguiu alçar voo.


Danos visíveis

Ainda assim, a luta para ganhar altitude continuou e por vários minutos, a aeronave continuou a voar baixo demais para aparecer nas telas de radar. Os controladores horrizados, aguardavam pela queda do avião, em algum bairro da zona sul de Melbourne. O voo 407, transportava 257 passageiros e 18 tripulantes.

"O avião desapareceu de nossas vistas, em direção ao pólo industrial sul, porque estava baixo demais para ser visto", declarou Rob Mason, presidente da Civil Air, o sindicato dos controladores de tráfego aéreo da Austrália.

"Teria sido o pior desastre aéreo da história da Austrália", disse Ben Sandilands, expert em aviação. " Não haveria sobreviventes e certamente teríamos mortes no solo".

O incidente, ocorreu em março de 2009, mas somente agora veio à público, maiores detalhes do ocorrido. Tudo aconteceu porque o piloto calculou os parâmetros de decolagem de forma errônea,e inseriu no computador um peso de decolagem de 262 toneladas, quando na verdade, o valor correto seria 362. Uma discrepância de 100 toneladas.

Isto significa que os parâmeros estabelecidos não permitiriam a decolagem do avião. A única razão para o fato que o avião conseguiu decolar, no último minuto, foi devido ao fato que o piloto assumiu o comando e aplicou potência máxima nos motores, mesmo o avião já tendo saido da pista, rolando pela grama em direção à cerca.

"Sabia que não podíamos parar", afirmou o piloto posteriormente. "Sabia que a única opção era continuar, mas pensei que fosse morrer".

No interior do avião, a maioria dos passageiros nem percebeu o quão perto a morte esteve presente, embora alguns tenham reclamado de solavancos e visto faíscas. Já no cockpit, a tripulação percebeu que a cauda havia sofrido severos danos durante a decolagem, e assim retornaram à Melbourne para um pouso de emergência,

Após o retorno do jato à Dubai, foi entregue aos pilotos, cartas de demissão e assim ambos deixaram a companhia aérea.

A Emirates informou que criou salvaguardas para evitar que este tipo de incidente ocorra de novo, incluindo uma checagem extra dos computadores de bordo.

O Australian Safety Transport Board ( ASTB ), orgão que investiga os acidentes aéreos na Austrália, divulgará um informe final sobre o incidente, até o fim de setembro.

Fonte: Blog BGA.

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Empresa ainda estuda se recupera ou não o A340-500


Os técnicos da Emirates ainda estão avaliando se repara o Airbus A340-500 gravemente danificado na cauda em Melbourne em março.

Os investigadore ainda estão examinando as circunstâncias da batida da cauda, que ocorreu com o avião de passageiros de cinco anos de uso (A6-ERG).


O lado de baixo da fuselagem traseira foi seriamente danificado possivelmente também por antenas da navegação do próprio aeroporto.


“As opções do reparo para os aviões são consideradas conjuntamente com o fabricante,” diz a linha aérea.

“Uma resolução final sobre o formulário do reparo dos aviões deve ser ainda tomada.”


Como pouca notícia oficial emerge sobre o inquérito, ha informações não confirmadas que um erro durante a introdução de dados da decolagem pode ter conduzido à falha do avião.

terça-feira, 24 de março de 2009

Sobre o A340-500 da Emirates


Um A340-500 da Emirates, teve de realizar um pouso de emergência na cidade Melbourne Austrália, depois de bater com a cauda na pista quando decolava (tailstrike).

Após o choque, que deixou pedaços do jato na pista e derrubou algumas luzes, o piloto sobrevoou o mar e deixou cair combustível, antes de retornar ao aeroporto e pousar, sem incidentes.

Não é o primeiro A340 da companhia a sofrer um incidentre como este. Há quatro anos atrás, algo semelhante aconteceu durante uma decolagem com um A340-300 que partia com peso máximo em Johannesburgo.

A Emirates declarou em nota tratar-se de fatos isolados e que já enviou represantes a Melbourne para averiguar a aeronave.


Fonte: Smart’s Blog.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Companhia nigeriana Arik Air compra três aviões de longo curso A340-500


A companhia privada nigeriana, Arik Air, assinou um contrato com a fabricante europeia Airbus para a compra de três aviões de longo curso A340-500, no valor de cerca de US$ 711 milhões de dólares.

"Arik Air tornou-se assim na décima e última companhia a comprar os A340-500 da Airbus", indicou a construtora. A aquisição destas A340 novas constitui uma etapa importante da estratégia de crescimento da companhia, visando transformar Lagos e Abuja em "hubs" segundo comunicado da empresa europeia.

Estes aparelhos, equipados com reatores da Rollys-Royce, serão explorados sobre novas linhas com destino à Londres, Nova Iorque e Houston, numa configuração de 2 classes.

Todos os aviões serão entregues até ao final do próximo mês de Novembro. Lançado em 1997, o A340-500 tem uma capacidade média de 282 lugares.


Fonte: DAN.

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