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terça-feira, 28 de agosto de 2012

Técnicos da Embrapa vão avaliar biocombustível para aviação

Especialistas da Embrapa Agroenergia vão discutir a produção de biocombustíveis para a aviação nos dias 13 e 14 de setembro, em Brasília. Entre as questões que serão abordadas pelos pesquisadores estão os desafios técnico-científicos e as oportunidades para o desenvolvimento dos biocombustíveis. Durante o evento, a organização quer avaliar o seu foco de atuação nessa área.

O Simpósio Nacional de Biocombustíveis de Aviação, que conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vai avaliar o estágio atual e as necessidades de avanços nas pesquisas.


O transporte aéreo mundial é o responsável por cerca de 2% dos gases de efeito estufa liberados na atmosfera. Por essa razão existe um crescente investimento do setor de aviação no desenvolvimento de combustíveis obtidos a partir de fontes renováveis.


Hoje, o principal combustível utilizado na aviação é o querosene obtido do petróleo. "O bioquerosene é uma alternativa sustentável", afirma o coordenador do simpósio e pesquisador da Embrapa Agroenergia, Rossano Gambetta. O uso de combustível renovável é uma opção para reduzir as emissões de gases de efeito estufa.


Para o pesquisador, existem grandes desafios na linha dos biocombustíveis da aviação. Gambetta destaca a necessidade de um combustível com padrão mundial independente da matéria-prima ou rota tecnológica adotada, compatível com os motores já existentes, que possa abastecer os aviões em qualquer lugar do mundo. Mais informações sobre o simpósio na página: www.embrapa.br/cnpae.

Fonte: 24 Horas News
Photo by: Embrapa

quarta-feira, 14 de março de 2012

Embraer quer tirar do papel projeto de aviões biocombustíveis



Na visita de Dilma Rousseff ao presidente Barack Obama em maio, nos EUA, o governo quer tirar do papel um projeto da Embraer de produzir industrialmente o avião movido a bioquerosene, já testado pela empresa. 

O avião teria engenharia brasileira com tecnologia americana. A Embraer fez o primeiro voo-teste com o bioquerosene de aviação em agosto de 2011. 

Fonte: Aeronauta.
Photo by: agenciat1.com.br / Aviação Geral.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Lufthansa desiste de voar com biocombustível



Depois de mais de mil voos com biocombustível, a companhia aérea alemã Lufthansa volta a abastecer suas aeronaves com querosene comum. O problema: não existe bioquerosene suficiente para atender a demanda.

O voo do Boeing 747 de Frankfurt para Washington na sexta-feira (13/01/12) foi o último de uma série de voos experimentais da Lufthansa com bioquerosene. Desde julho de 2011, as aeronaves da maior companhia aérea alemã voaram exatamente 1187 vezes com biocombustível entre Frankfurt e Hamburgo.

Com isso, a Lufthansa evitou a emissão de 1,5 mil toneladas de dióxido de carbono (CO2), segundo dados da própria companhia. Só no voo para Washington seriam economizadas 38 toneladas de gases causadores do efeito estufa em comparação com o querosene fóssil.

A busca da Lufthansa e de outras companhias aéreas por alternativas não tem apenas razões econômicas. Desde o início de 2012, a União Europeia obriga todas as companhias aéreas a comprovarem direitos de emissão de CO2 através de créditos de carbono para voos com origem ou destino na Europa. Em outras palavras: quanto mais CO2 o voo emitir, mais caro ficará para a companhia.

Biocombustível insuficiente

O teste foi considerado bem-sucedido pela Lufthansa. "O biocombustível mostrou-se adequado para o uso diário", disse Joachim Buse, responsável da empresa pelo projeto. Mesmo assim, a Lufthansa vai voltar a abastecer suas aeronaves com querosene fóssil, simplesmente porque não existe bioquerosene suficiente no mercado.

Para produzir biocombustível, precisa-se de biomassa, que no caso da Lufthansa são óleos vegetais, e também de gordura animal. No entanto, faltam usinas para produzir bioquerosene, diz Arne Roth, da empresa Bauhaus Luftfahrt, referência na indústria da aviação com sede em Munique. "Elas são diferentes das unidades para produzir biodiesel", explica Roth.

Somente quando houver refinarias suficientes em operação, "em um futuro próximo", o bioquerosene poderá ser introduzido na aviação "em determinada quantidade". Quanto exatamente, vai depender também do preço. "É preciso naturalmente cobrir os custos", diz o pesquisador.

Alimentos ou combustível?

Organizações ambientalistas, no entanto, criticam a utilização de bioquerosene na aviação. "As terras cultiváveis em todo o mundo são escassas", diz Gesche Jürgens, do Greenpeace. Segundo ele, o mundo precisa escolher se vai cultivar alimentos ou combustíveis. "Se nos decidirmos pelos alimentos, precisaremos de novas terras para os combustíveis. E para isso normalmente florestas são derrubadas ou terras são cultivadas às custas da natureza", diz Jürgens.

Para evitar os danos ao meio ambiente, a Lufthansa pretende utilizar apenas biocombustíveis cuja sustentabilidade seja garantida. "Nós só começaremos a utilizar bioquerosene se pudermos assegurar o abastecimento de matérias primas certificadas na quantidade exigida", assegura Joachim Buse. 

Contudo, nem todos os certificados são confiáveis, diz o especialista do Greenpeace. "É preciso olhar com cuidado e perguntar: esses sistemas de certificação têm realmente serventia ou são apenas uma farsa? E este geralmente é o caso das certificações atuais, infelizmente."

"Combustíveis comuns são melhores para o meio ambiente"

Ainda mais fundamentada é a critica de Jürgen Schmid, diretor do Instituto Fraunhofer para Engenharia de Energia, em Kassel. Ele considera "ilusão" o argumento de que os biocombustíveis poupam o meio ambiente.

A biomassa pode servir para o aquecimento de edifícios, mas não como combustível para veículos e aeronaves, diz. "Quando se fabricam combustíveis a partir de biomassa, no fim do processo se tem apenas 50% da energia contida na biomassa original. O resto se perde no dispendioso processo de refinamento 

A Lufthansa enfatiza que o bioquerosene poupa cerca de 50% de CO2 em comparação aos combustíveis fósseis. No entanto, são necessárias quantidades imensas de biomassa para encher um tanque de avião com querosene.

Considerando a escassez mundial de terras cultiváveis, observa Schmid, os biocombustíveis mais prejudicam do que ajudam o meio ambiente. "Uma pessoa colabora mais com a natureza ao consumir combustíveis tradicionais." Muito mais promissores, segundo ele, seriam novos processos para converter a energia eólica em gás combustível.

Seja como for, a Lufthansa parece não querer apressar as coisas. Os próximos dois anos serão dedicados apenas à avaliação dos resultados obtidos com o bioquerosene nos últimos meses.

Fonte: Direto da Pista.
Photo by: Lufthansa.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

British: Lixo em combustível



A companhia aérea britânica British Airways anunciou a construção da primeira fábrica européia que transformará resíduos sólidos em combustível para aviação. 
 
O lixo com alto teor de carbono será introduzido em um gaseificador de elevada temperatura e submetidos a processo químico de geração de biocombustível. 
 
Cerca de meio milhão de toneladas de lixo produzirá anualmente 72,8 mil metros cúbicos de combustível. A fábrica ficará pronta em aproximadamente quatro anos.


Fonte: Revista IstoÉ.
Photo by: klickeducacao.com.br

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

EasyJet exige legislação para aviões menos poluentes


A easyJet, companhia de aviação low cost, líder na Europa e 2ª companhia em Portugal, tornou-se ontem, a primeira companhia de aviação a pedir fortes parâmetros na emissão de gases, obrigatórios para todos os aviões, que levariam a uma redução de 40% nas emissões de CO2 durante a próxima geração de aeronaves.

Em discurso, em uma conferência de imprensa em Londres, Andy Harrison, Chief Executive da easyJet revelou que "a aviação necessita de uma solução global".

"O primeiro instinto dos governos é taxar, mas isto não produz aviação sustentável, uma vez que o crescimento da indústria está concentrado na China e na Índia. A tecnologia transformadora está a um passo, e precisamos de legislação forte sobre os parâmetros de emissões para que esta possa ser desenvolvida mais rapidamente", acrescentou Andy Harrison.

Segundo o comunicado enviado à TVNET, a easyJet exige uma "legislação para aviões mais limpos, para impedir que a indústria voe com aviões velhos e ineficientes". "Se tivermos aviões menos poluentes e colocarmos em terra os old smokers, podemos reduzir as emissões globais da indústria e enfrentar o problema das alterações climáticas de frente", informou o chief Executive da easyJet.

A easyJet propõe que até 2015 todos os novos aviões tenham de cumprir os parâmetros, que até 2024 as companhias não possam adicionar à sua frota novos aviões que não cumpram os parâmetros e porpõe ainda que até 2030 as companhias não possam operar aviões que não cumpram os parâmetros.

A easyJet tem sido líder no campo das políticas ambientais, e esta chamada à acção surge na véspera do lançamento do relatório sobre aviação da Comissão para as Alterações Climatéricas do Reino Unido, e da Cimeira de Ambiente de Copenhaga onde a inclusão da aviação num acordo pós Quioto, faz parte da agenda.

A easyJet tem atualmente 182 aviões em oparação em 445 rotas entre 112 aeroportos, em 28 países diferentes. A companhia transportou 45 milhões de passageiros nos últimos 12 meses.

Fonte: TV Net.
Photo by: Luis Rosa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

KLM: Biocombustível em 747


A KLM será a primeira companhia aérea no mundo a fazer um voo de demonstração com bioquerosene com um grupo de passageiros.

Será também o primeiro voo na
Europa com o biocombustível. O voo vai ser realizado no dia 23 utilizando um 747.


"Este é um passo importante no caminho da aviação ser completamente sustentável", disse o presidente e CEO da KLM, Peter Hartman.

"A
KLM uniu forças com seus parceiros para estimular vigorosamente o desenvolvimento de combustíveis alternativos. Ao fazer isso, precisamos contar com a contribuição e o apoio de todas as partes relevantes, como a comunidade de negócios, o governo e a sociedade em geral”, completou Hartman.


Fonte: Panrotas.
Photo by: Eduard Brantjes

terça-feira, 23 de junho de 2009

Voo a biofuel da Continental reduz emissões de gases


A Continental Airlines anunciou os resultados do voo de demonstração com biofuel, efetuado em Janeiro deste ano em parceria com a Boeing, GE Aviation/CFM International e Honeywell’s UOP.

A mistura de biocombustível utilizado funcionou tão bem como o combustível tradicional, aumentando, ao longo das diferentes fases de voo, a eficiência do combustível em 1.1%.

Em comparação com o combustível tradicional foram reduzidas as emissões de gases que provocam efeito estufa entre 60% a 80%.

Fonte: Opção Turismo.

domingo, 24 de maio de 2009

Grupo participa de projeto de biocombustível para aviões


O grupo Altran, líder no mercado europeu de Consultoria em Inovação e Tecnologia, participa do projeto SWAFFEA (Sustainable Way for Alternative Fuels & Energy for Aviation), financiado pela União Européia.

Com foco na viabilidade técnica sobre a utilização de combustíveis alternativos para aviação, trocando a querosene por biocombustível, Patrick Dauga, CEO Américas da Altran, descreve o projeto como inovador. “Essa iniciativa nunca foi vista antes nem mesmo no setor de autos”, afirma o executivo.

O objetivo principal do projeto é reduzir o impacto sobre o meio-ambiente causado por esses combustíveis, como o aumento de gás carbônico na atmosfera, a geração de outros poluentes como o monóxido de carbono, fuligens, entre outros e impacto da produção da fonte de energia.


Neste projeto, de 5 milhões de euros, a Altran lidera análise da esfera ambiental, tecnológica e econômica do SWAFFEA. Na área ambiental, analisa a taxa de impactos e o quanto esses combustíveis alternativos vão atuar diretamente no meio-ambiente.

Tecnologicamente, cuidará de quem irá desenvolver o projeto e das plataformas que serão necessárias. Já na área econômica, a empresa irá analisar o custo-benefício do projeto.


Além da Altran, participam do projeto as empresas Airbus, Onera, Rolls Royce, Shell, Snecma, Bauhaus Luftfahrt, German Aerospace Center (DLR), IFP, University of Sheffield, Air France, Cerfacs, Concawe, EADS-IW, Erdyn, IATA e Embraer.

Fonte: Portal Fator/Direto da Pista.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Avião movido a flores e algas


A japonesa Japan Airlines fez um vôo teste na quinta-feira pasada em Tóquio usando uma mistura biocombustível feito de flores e algas. Com isso, a empresa se tornou a quarta companhia aérea a realizar um vôo com combustíveis renováveis. As informações são do jornal Daily Mail. 

O vôo experimental durou uma hora e foi feito com um Boeing 747-300, abastecido com 50% de uma mistura feita com camelina (uma espécie de linho), flores e algas e o restante com querosene de aviação normal. 

Um relatório dos pilotos do jato apontou que o ritmo de consumo do biocombustível indica que ele é mais eficiente que o combustível tradicional. 

De acordo com o jornal, as algas são vistas como promissoras neste setor, pois reservatórios com uma área total equivalente a da Bélgica poderiam ser suficiente para abastecer toda a demanda das companhias aéreas comerciais de todo o mundo. 

O teste desta quinta-feira foi feito pela JAL em parceria com a Boeing, que também apoiou os outros três vôos feitos com biocombustível, feitos por Continental Airlines, Air New Zealand e Virgin Atlantic Airways. 

A intenção da fabricante de aviões é comparar os resultados obtidos com diferentes misturas de biocombustível em relação ao desempenho do querosene de aviação.

Fonte: Contatoradar.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

O voo com biocombustível da Continenal


Como havíamos publicado ontem, 07/01/09, a Continental Airlines efetuou o primeiro teste de vôo do combustível biológico dos Estados Unidos.


A linha aérea usou um de seu 737-800s com os motores CFM56-7B. O motor número 2 funcionou em uma mistura de jatropha e de combustível biológico derivado algas.


É a primeira vez que um avião bimotor foi usado para um vôo do combustível biológico.

Fonte: Flightglobal.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Continental deve testar biocombustível hoje


A Continental Airlines, em parceria com Boeing, GE Aviation, CFM International e Honeywell, realizará hoje um vôo de demonstração propulsionado por biocombustível.

O vôo inédito nos Estados Unidos será operado sem passageiro e deverá sobrevoar apenas a região de Houston (Texas).

O avião utilizará um combustível especial composto por uma combinação que inclui componentes derivados de algas e da planta pinhão manso.


Fonte: Air Online.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Continental vai testar BioFuel


A Continental deverá ser a primeira companhia aérea dos Estados Unidos a testar em condições operacionais o uso de combustível de fonte renovável (bio-fuel) em janeiro do ano que vem.

O ensaio envolverá um jato Boeing B.737-800 equipado com turbinas CFM56, e vai incluir vôos com 50% de querosene normal e 50% de combustível renovável de fonte vegetal.

As empresas Sapphire Energy e Terrasol Continental também participação do teste, que terá a supervisão do FAA para avaliar o desempenho dessa mistura.

Fonte: Aerobusiness.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Continental: vôo teste com biodiesel


A Continental Airlines acaba de anunciar que realizará vôos teste com biodiesel a partir do dia 7 de janeiro.

O vôo de teste realizado em parceria com a Boeing, GE Aviation, a CFM International e a Honeywell’s UOP, sairá de Houston (USA) sem passageiros a bordo e que o combustível será feito com uma mistura de biodiesel que inclui componentes derivados de algas e que não agridem o meio ambiente.

O avião utilizado para o teste será um B737-800 e o combustível será uma mistura de 50% combustível tradicional e 50% de biodiesel.


Fonte: Brasilturis

sábado, 13 de dezembro de 2008

Cientistas criam diesel à base de cana para jatos



Combustível feito com cana-de-açúcar será produzido no sudeste dos Estados Unidos

Uma empresa de biotecnologia da Califórnia associada a um grupo de brasileiros desenvolveu um diesel da cana-de-açúcar que será vendido como combustível para jatos. 


Os cientistas da Amyris Biotechnologies "criaram um processo dentro da levedura capaz de transformar o açúcar da cana em milhares de moléculas para fabricar diesel e combustível para jatos", disse John Melo, principal executivo da empresa.

A companhia originalmente usava o processo para produzir matéria-prima para medicamentos contra a malária. 


Fonte: Gazeta Mercantil.

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Homologação de biocombustível de aviação deve sair em cinco anos, diz pesquisador


A homologação do biocombustível para aviação deve sair em cerca de cinco anos. A estimativa é do pesquisador e presidente da Tecnobio, Expedito Parente, qua participou do seminário "Biocombustíveis, Energia do Século XXI", promovido pela Infoglobo no Hotel Copacabana Palace.

Parente, que é o inventor dos processos de elaboração do biodiesel e do bioquerosene de aviação no Brasil, contou que o biocombustível foi criado na década de 70 e que o primeiro vôo com o biocombustível ocorreu em 1984, com uma aeronave da Embraer, de São José dos Campos até Brasília.

Para a utilização comercial do biocombustível é necessário essa homologação e as normatizações técnicas ainda, afirmou Parente. Segundo ele, a homologação é feita entre todos os agentes do setor aéreo, como fabricantes de turbinas, monatadoras de aviões e agências reguladoras.

Parente avalia que é normal que essa homologação demore tantos anos a sair porque o combustível tem que ser muito testado para a utilização na aviação. O combustível de aviação é um dos custos operacionais mais pesados das companhias aéreas comerciais.

No último painel do seminário, Parente disse ainda que se deveriam incluir nos cálculos de custos dos investimentos em biocombustíveis os benefícios sociais e ambientais desses combustíveis.

Este é o momento da mudança da era do petróleo para a era da energia solar, das pesquisas de cultivos e fontes alternativas de energia. Dos 500 milhões de miseráveis do mundo, 8% estão no Brasil.

Antes de pensarmos no custo da pesquisa tecnológica (para os biocombustíveis), temos que pensar no custo de não produzirmos combustíveis alternativos.

Todos os programas nesse campo têm que computar os efeitos climáticos e sociais que eles vão gerar, afirmou Parente.

Fonte: Contatoradar.

sábado, 15 de novembro de 2008

Embraer mostra avião Ipanema em exposição internacional de biocombustíveis


A Embraer mostrará a aeronave Ipanema movida a álcool na Exposição Internacional sobre Biocombustíveis, que acontece no Hotel Hyatt, em São Paulo, entre os dias 17 e 21 de novembro. Paralelamente ao evento, ocorrerá a primeira Conferência Internacional sobre Biocombustíveis, cujo tema será "Os biocombustíveis como vetor do desenvolvimento sustentável".

"A Embraer acredita que o crescimento da indústria da aviação passará pela utilização dos biocombustíveis sustentáveis, a médio-longo prazo", disse Satoshi Yokota, Vice-Presidente Executivo de Planejamento Estratégico e Desenvolvimento Tecnológico da Embraer. "É por isso que a Empresa investe em pesquisa e desenvolvimento de produtos ambientalmente eficientes, incluindo os biocombustíveis. O Ipanema é uma prova disso, sendo o primeiro avião no mundo produzido em série certificado para voar com álcool."

Com o objetivo de contribuir para a discussão internacional sobre os desafios e oportunidades apresentados pelos biocombustíveis, o evento contará com a participação de representantes de governos, entidades internacionais, parlamentares, comunidade científica e acadêmica, iniciativa privada, sociedade civil e Organizações Não-Governamentais (ONG), entre outros.


Fonte: Fator Brasil.

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Jatropha chega na Rolls-Royce


Um novo combustível à base de jatropha (planta oleaginosa não comestível de crescimento rápido) vai ser utilizado por um dos quatro motores de um Boeing 747-400 da Air New Zealand e já está sendo testado nas instalações da Rolls-Royce em Derby, Grã-Bretanha, antes do vôo de rota.

Fonte: JetSite.

sábado, 25 de outubro de 2008

Companhias buscam biocombustíveis


Nada menos que dez empresas aéreas já se alinharam com a Boeing na busca de biocombustíveis para substituir o querosene de aviação. Reunidas no chamado Sustainable Aviation Users Group elas incluem Air France, KLM, Air New Zealand, All Nippon Airways, Cargolux, Continental Airlines, Gulf Air, Japan Airlines, Scandinavian e Virgin Atlantic. Trabalham com a Boeing e a Honeywell num ambicioso programa de pesquisa que pretende ter desenvolvido sucedâneos para o querosene até 2013.

Fonte: Aerobusiness.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Boeing firma parceria para desenvolver novos combustíveis sustentáveis


A Boeing em parceria com a Honeywell e UOP (desenvolvedora de tecnologia) formaram um grupo para acelerar o desenvolvimento e comercialização de novos combustíveis sustentáveis para a aviação.


Com o apoio e aconselhamento de organizações ambientais como o WWF e o Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC), o SAFUG (do Inglês Sustainable Aviation Fuel Users Group, ou Grupo dos Usuários de Combustível Sustentável de Aviação na tradução) torna a aviação comercial o primeiro setor do transporte global a se voluntariar às ações sustentáveis na cadeia de suprimento de combustíveis.

O desafio do grupo é alcançar o uso comercial de fontes renováveis de combustível, que possam reduzir as emissões de gases provocadores do efeito estufa, ao mesmo tempo em que diminuem a exposição da aviação comercial à volatilidade do preço dos combustíveis e à dependência das matrizes fósseis.
Dentre as linhas aéreas que apóiam os combustíveis sustentáveis estão a Air France, Air New Zealand, All Nippon Airways (Ana), Cargolux, Gulf Air, Japan Airlines, KLM, SAS e Virgin Atlantic Airways.
Juntas, elas representam aproximadamente 15% do uso de combustível de avião no mundo.

Todo membro inscrito neste compromisso estipula que qualquer biocombustível sustentável deve apresentar desempenho tão bom, ou melhor, quanto os combustíveis à base de querosene, mas com um menor ciclo de vida do carbono.
O grupo de usuários comprometidos considera apenas fontes renováveis, que minimizem os impactos sobre a biodiversidade: combustíveis que demandem menos terra, água e energia em sua produção, e que não compitam com a produção de alimentos ou fontes de água potável.
Além disso, o cultivo e colheita das matrizes vegetais devem agregar valor socioeconômico para as comunidades locais.

Fonte: Mercado e Eventos.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

British Airways e Rolls-Royce procuram combustíveis alternativos

A fabricante de motores Rolls-Royce e a empresa aérea britânica British Airways lançaram na semana passada um programa para testar combustíveis alternativos.
As duas empresas informaram que têm como objetivo identificar alternativas práticas ao atual padrão da indústria, a querosene de aviação. A decisão é também uma resposta aos altos preços do petróleo, que têm elevado os custos das companhias aéreas, e às leis mais duras em relação às emissões de CO2.
Segundo a Rolls-Royce, ela e a British irão iniciar o projeton visando conseguir fornecedores dispostos a oferecer amostras de combustíveis alternativos para teste em uma turbina RB211, utilizada em aviões Boeing 747. O plano é selecionar até quatro combustíveis alternativos para teste. Elas irão solicitar até 60 mil litros do produto às companhias que aceitarem colaborar.


Fonte: Jornal do Turismo.

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