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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

QUATRO vezes mais prejuízos e ... Peter Dolara está deixando a AA



A AMR, matriz das empresas aéreas American Airlines e American Eagle, anunciou prejuízos de US$ 2 bilhões no ano passado, quando teve que ingressar com o pedido de recuperação judicial, em razão dos números vermelhos que simplesmente quadruplicaram em relação ao ano fiscal anterior.

Documento remetido à Comissão de Mercado de Valores dos Estados Unidos apresenta a declaração em detalhes sobre a situação financeira do grupo, sendo que quase a metade do montante dos prejuízos  - US$ 917 milhões – referem-se ‘a elementos atípicos e relacionados com o processo de reestruturação’.

A alta nos preços de combustíveis é justificada como a principal causa dos resultados negativos que mostram um impacto de quatro vezes mais os números de 2010 – prejuízos de US$ 289 milhões.

Entre outubro e dezembro de 2011, quando anunciou sua quebra, a AMR teve resultados negativos acima de US$ 1,1 bilhão.  No dia 29 de novembro, de maneira voluntária, recorreu ao capítulo 11 da legislação americana de falências, com a suspensão dos pagamentos devidos.

E a partir de junho deste ano, a American Airlines, com sua trajetória de voar para mais de 50 países, deixará de contar em seus quadros com um executivo  de primeira linha que formou entre os da linha de frente durante muitos anos. Peter Dolara, 74 anos, vice-presidente para a América Latina, México e Caribe, confirmou que estará deixando a companhia depois de quatro décadas.

Considerado o executivo que supervisionou o crescimento da AA  a partir da base de Miami, um dos centros mais rentáveis da empresa. Com a saída de Dolara – uma ‘aposentadoria forçada’ – o numero de integrantes da equipe diretiva terá redução de 14 para 10 membros.  No processo de redução de empregados que está em curso, o grupo deverá dispensar 13 mil funcionários.


Fonte: Brasilturis.
Photo by: fineartamerica.com

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Ontem e hoje (06 e 07/12) muitos incidentes com aviões Embraer

Birdstrike com EMB145 da Continental


Um Embraer ERJ-145 da Continental Airlines, registro N14543, realizando o voo de Cleveland para a Filadélfia com teve problemas com o motor direito devido a uma colisão com pássaros após a decolagem.

A Aeronave com 51 passageiros e 3 tripulantes, pousou em emergência na pista 27L após 10 minutos da colisão com as aves.

Airlink se envolve em mais um incidente

Um Embraer ERJ-135 da companhia Airlink, subsidiária regional da South African Airways, ultrapassou o limite da pista do aeroporto George, no sul da costa africana.

A aeronave, prefixo ZS-SJW, operava o voo SA8625, ligando a Cidade do Cabo à George, quando aquaplanou durante o pouso e parou em uma estrada próximo a pista.

30 passageiros e três tripulantes estavam a bordo, ninguém se feriu.

O aeroporto de George possui apenas uma pista, 11/29, com 2.000m (6.560ft) de extensão. No momento do incidente, as condições meteorológicas indicavam chuva leve e vento variando de leste para oeste.

Esse é o segundo incidente envolvendo a Airlink em três meses. Em 18 de novembro, um Jestream 41 também rompeu os limites da pista do aeroporto de Port Elizabeth durante a decolagem.

Em 24 de setembro, outra aeronave sofreu uma pane nos motores durante a decolagem do aeroporto de Durban, matando um piloto.

Incidente com ERJ-170 da Air Canada

Um Embraer ERJ-170 da Air Canada, matrícula C-FEIX realizando voo AC-765 de Newark para Toronto com 63 passageiros e 4 tripulantes, fez um pouso de emergência na pista 24R logo após decolar, quando a tripulação informou que havia um problema de vetores.

ERJ-145 da Freedom Air com problemas

Um Embraer ERJ-145 da Freedom Air (em nome da Delta Airlines), fazia o voo entre Cincinnati - Saint Louis com 53 pessoas a bordo, quando relatou problemas no elevador. A tripulação continuou até o destino por mais 30 minutos antes de eles decidiram desviar para Louisville, onde o avião pousou em segurança na pista 17R.

ERJ-170 Egypt Air Express com falha

Um Embraer ERJ-170 da Egypt Air Express, matrícula SU-GDG estava executando o voo do Cairo para Sharm el Sheikh (Egito) com 71 passageiros, voltou para o Cairo, devido a uma avaria técnica não especificada.

O avião pousou em segurança, 30 minutos após a partida.

ERJ-135 com problemas no detector de fumaça

Um ERJ-135 da American Eagle, matrícula N845AE realizando vôo entre San Diego e Los Angeles, subiu para 10.000 pés, quando a tripulação relatou que um detector de fumaça tinha disparado.

O avião retornou a San Diego para um pouso seguro na pista 27, 12 minutos depois.

Não foram encontrados sinais de fumaça ou de calor anormais.

A causa do alerta está sob investigação.

Fonte: a.com/flightlife.
Photo by: Nathan Zalcman/Gary Shephard - LightSketch Photography/Nino Buda/Kiskockas - SkyArts Aviation Photography/Matthew I. Smith/ Agustin Anaya.

sexta-feira, 22 de agosto de 2008

Segurança usa sensor como degrau


Um dos maiores exemplos de ignorância em nome da segurança aconteceu no Aeroporto de O´Hare, Chicago danificando 9 aeronaves da American Eagle. Um inspetor da sempre ansiosa Administração da Segurança dos Transportes (TSA) cuja obrigação era verificar que as portas de acesso das aeronaves estacionadas no pátio estavam trancadas, extrapolou em suas funções. E o fez da forma mais desastrada possível, usando os delicados "probes" (sensores) no nariz do avião que medem a temperatura total do ar (TAT) como ponto de apoio para ficar na altura da cabine de comando. Felizmente, o dano causado pelo ato estúpido do TSA em 9 aeronaves da American Eagle foi descoberto à tempo.

Fonte: Contato Radar.

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